terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Duas Bandas! - Apresentação

Well!Meninas...

Vamos começar com a nova fic... ''Duas Bandas!''
É uma fic da Daniela.
Esperamos que gostem dela!...e que comentem. =)

Ok! Ficam com a apresentação das personagens e a intrudação...



Bjus



____________________________

Diana – Tem 17 anos, é magra mas com curvas, olhos castanhos, cabelos do mesmo tom de cor ondulado, tem 1.75 cm. É uma rapariga meiga e simpática, divertida, adora pregar partidas aos seus amigos, fiel ao seu namorado, apesar da vida que leva. Adora a vida que tem, está a fazer o 12º ano, pela internet, tal como todas as outras da banda. É a vocalista e é a bailarina das Black Zero, é a mais descontraída das quatro, é a Benjamin da banda.

Sara – Tem 18 anos, tem curvas, pele branca, cabelo loiro, olhos castanhos e 1.72 cm. É atrevida, gosta de aventuras de uma noite, festas, bebedeiras, amigos. É a guitarrista e também bailarina.

Jessica – é a mais velha das 4, tem 18 anos é a baixista, é magra, tem 1.70 cm, é loira, tem pele branca, olhos castanhos e por vezes usa óculos. Gosta de aventuras de uma noite e de namoros curtos. É muito desarrumada, gosta de compras.

Carina – É magra, loira com madeixas, tem 18 anos e 1.70 cm. É calma não gosta de confusões, mas por vezes passa-se, é uma tola. É a baterista.

Introdução


As Black Zero são uma nova banda portuguesa, mas que neste momento estão na Alemanha para fazerem uma tour, com os Tokio Hotel. O seu estilo musical é parecido, mas o refrão das músicas é mais ritmado, assim duas bailarinas (Diana e Sara) dançam juntas, em algumas partes, levando o público à loucura. São jovens, em Portugal são conhecidas há 2 anos, mas só agora estão a dar cartas fora do seu país de origem, cantam em inglês, para que toda a gente as possa perceber. Adoram o palco e os fãs. Na tour muita coisa vai acontecer….Fiquem para ver.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Mais um ano lectivo! - cap.21

Olá meninas!!

em primeiro lugar, obrigado pelos comentarios! =D

em segundo é o ultimo cap da fic! Finalmente...queriamos acaba-la antes do final deste ano!
Já estavamos ''fartas'' dela.
Deu-nos bastante trabalho, pois a imaginação faltou muittas vezes! -.-'
Bem, mas isso já não importa! Ela acabou...

esperamos que tenham gostado e que fiquem para a proxima que se aproxima!



Quanto a este ultimo cap. não está nada de especial!
E talvez não muito esclarecedor!
alguma duvido, perguntem!! Estamos aqui para explicar,,,



Chega de conversa....



Bjus



______________________________________


O ano estava a acabar. Já estavam nos exames. A tenção era muito, o nervosismo aumentava a medida que os exames se aproximavam. O tempo para namorar era escasso, as saídas à noite eram nulas, os momentos a sós contavam-se pelos dedos. Bill, Diana, Sofia e Tom andavam num nervosismo total. Principalmente elas queriam entrar mais facilmente numa universidade, com boa média. Era o que mais queriam. Já eles eram mais descontraídos do que elas. Mas também estavam preocupados. Queriam entrar na universidade e tirarem o curso. Era o mesmo para eles, mas elas tinham objectivos diferentes. Diana ambicionava ser advogada e Sofia pediatra. Estudavam todos dias juntos ou separados. Mas hoje estavam reunidos os 4 em casa dos gémeos.


Tom – Já estou farto de matemática! – Atirou a caneta para cima do caderno, fez um ar de aborrecido. – Já não posso com números e equações! – Passou a mão pela face


Bill – Eu digo o mesmo! Até já sonho com matemática! – Bufou enquanto fazia uma conta na máquina gráfica. Diana e Sofia olharam-nos e reviram os olhos


Diana – Meninos. Estamos a tentar estudar, concentrem-se! – Tom bufou e voltou a pegar na sua caneta


Tom – Eu breve sei mais do que o Einstein e não quero! A minha inteligência chega-me! – Olhava a equação que ainda tinha para fazer. Já via os números todos trocados


Sofia – Deixa de ser palhacinho e aplica-te! Ou queres ficar aqui para o ano?! – Olhou-o séria, ele encolheu os ombros


Tom – Era da maneira que não tinha que estudar para os exames! – Bill riu. Sofia bufou, eles já estavam a destabilizar


Bill – vida de estudante é tão cansativa! – Lamentava, escreveu o resultado da sua equação e foi verificar as soluções se estava correcto. Estava, sorriu. Diana tentava abstrair-se da conversa e apenas concentrar-se nos números.


Tom – Mesmo! Quando é que este inferno acabará!? – Começou a fazer a equação contrariado. Odeia matemática e equações tão difíceis como aquelas.


Sofia – Depois de fazeres o exame! – Verificava a equação que acabara de fazer. Tom encolheu os ombros


Bill – Esse desespero todo é falta de sexo! – Falou para Tom, ele sorriu tarado


Tom – Por acaso! Ultimamente não tem havido festa! – Torceu o nariz – É isso que me falta, para me aplicar mais. – Sofia olhou-o de lado. Pois ele passava-lhe a mão na perna. Ela abanou a perna numa tentativa de lhe sacudir a mão


Bill – Tens que tratar disso! – Sorriu tarado – E eu acho que também tenho que arranjar paciência para os estudos. – Olhou Diana e sorriu levemente, ela olhou-o.


Diana – Depois do exame. – Voltou a estar atenta ao que estava a fazer. Bill fez beicinho e olhou o seu caderno


Sofia – Apliquem-se e depois têm a vossa recompensa! – Tom deslizou a mão até tocar na parte íntima de Sofia, ela mandou-lhe uma palmada na mão – Tom Kaulitz. Estuda. – Disse séria, Bill riu-se. Tom bufou e continuou a fazer as equações.


Os dias foram passando. Foram feitos os exames ao longo da semana. Hoje iria ser o último, o de matemática. Todos a espera para receberem os exames para começarem a faze-lo. Os nervos aumentavam a medida que o tempo se aproximava para começarem a realizar o último exame. Diana e Bill trocavam olhares apaixonados, Alexandra olhava-os atentamente. Sofia e Tom estavam noutra sala, ao fundo, ela do lado das janelas e ele na fila do meio. Esperavam pela entrega dos exames. A entrega foi feita, os alunos receberam a ordem para iniciarem. Todos faziam o exame, uns com mais dificuldades que outros, mas faziam. O tempo passou a voar, rápido de mais para Tom, que olhava o relógio enquanto fazia o penúltimo exercício. Tinha tido alguns bloqueios durante o exame e tinha perdido algum tempo. Estava quase a terminar, era o único que ainda não havia terminado naquela sala. Sofia revia o seu exame, alterando o que achava que estava errado. Começou a recolha dos exames, quando chegou a vez de Tom entregar, ele acabava de por o resultado do último exercício. Suspirou aliviado.
Já Bill acabou mais cedo do que Diana, ela não se sentia muito confortável quando se tratava de números, e verificava cada exercício umas duas vezes, antes de avançar para outro. Perdendo algum tempo. Bill olhava-a com carinho. Gostava bastante dela e nunca se cansava de a olhar, para tristeza de muitas. Que sempre desejaram-no e nunca tiveram sequer a atenção dele por segundos. Entregaram os exames e saíram. Foram almoçar todos juntos a pizzaria, pois de tarde teriam que voltar para tratar das coisas para o baile de finalista.
As coisas para o baile estavam prontas e eles estavam esgotados. Agora era ir tomar banho e arranjarem-se. Tarefa básica para eles, mas para elas, ia ser bastante complicado! Tinham tanto para fazer e sem tempo para isso. As raparigas foram as primeiras a saírem da escola, para se irem arranjar. Manicura, pedicura, cabelos, maquilhagem, etc. Diana e Sofia estavam na mesma casa, em casa de Sofia. Tomaram banho e foram para a cabeleireira arranjar tudo o que era para arranjar. Tinham que estar perfeitas. Duas horas depois já estavam prontas e a caminho de casa para se vestirem. Vestirem os vestidos que andaram o ano todo a escolher, tinha que ser o perfeito. O ideal. Começaram-se a vestir, ajudando uma a outra.
Tom e Bill depois de terem saído da escola foram para casa. Estavam animados, muito animados. Entraram em casa, Bill fechou a porta e olhou em frente, viu a mãe com os seus fatos na mão.


Tom – Fato mãe? – Pegou no que a mãe lhe deu, olhando-o torcendo o nariz. Não queria usar fato. Bill pegou no dele, ele até gostava de usar fatos. Sorriu levemente, não lhe desagradava a ideia.


Simone – Sim. Fato! – Olhou Tom ele revirou os olhos – Toca a arranjar! – Mandou. Cada um dos gémeos subiu para o seu respectivo quarto. Tomaram um banho rápido e começaram a vestir-se. Com cuidado para não amarrotar o fato.


Ao fim de 30 minutos Bill e Tom já estavam vestidos e calçados, sapatinhos. Não levavam gravata, isso recusaram desde o inicio, odiavam aquilo.
Elas também estavam quase prontas, os vestidos já tapavam os seus corpos e elas estavam perfeitas. Belíssimas.


Diana – Estás tão linda! – Olhou a amiga que acabara de dar uma voltinha. Sara sorriu-lhe.


Sofia – Tu também! – Olhava a amiga que sorriu olhando-se. – Como estarão os nossos meninos? – Diana olhou-a


Diana – Lindos! O meu de certeza absoluta. O teu deve estar todo javardo! – Brincou


Sofia – Piada! Ele veste bem. Aquela roupinha fica-lhe bem! E não digas que não! – Apontou-lhe o dedo


Diana – Ok! Ok! – Levantou os braços. Ambas sorriram. A campainha soou, eram eles.

Desceram calmamente e abriram a porta devagar. Olharam-se pasmados.


Tom – O.O – Olhava Sofia , lambeu o lábio.


Sofia – O.O – Olhou Tom chocada


Bill – Amor… - Olhava-a todo babado, estava prefeita. Ela corou. – Estás linda! – Fez com que ela desse uma volta


Diana – Danke! Tu também! – Uniram-se num leve beijo apaixonado.


Sofia – Es…tas…humm…diferente! – Olhava Tom ele sorriu.


Tom – Não gozes! Odeio isto. – Fez beicinho. Diana olhou-o


Diana – Deixa-me que te diga. Que estas bastante bom! – Fora logo alva de olhares por parte de



Sofia e Bill. Olhou-os – Digo o que penso! – Encostou-se a Bill que a abraçou um pouco enciumado.


Sofia – Vamos lá ver. Tem dono! – Empinou o nariz e beijou Tom, ele sorriu e agarrou-lhe a cintura. Ela ao sentir o toque na cintura bateu-lhe numa mão – Não amarrotes! – Ele olhou-a e revirou os olhos


Tom – Tudo bem! Vamos? – Olhou-os


Bill – Claro! – Diana e Sofia começaram a andar em direcção ao carro dos respectivos namorados.



Eles observavam-nas babados e um pouco excitados. Mas tinham que se controlar, pois as calças denunciavam-nos caso estivessem muito.
Durante o baile dançaram, trocaram beijos apaixonados. Aproveitaram a noite ao máximo. Sabiam que era a última noite, que eles passariam juntos, na mesma escola. Acabava ali o secundário e o ensino superior avizinhava-se depois das férias de verão. Todos ambicionavam coisas diferentes, excepto os gémeos. Mas nada garantia que ficassem na mesma universidade. Sabiam que quando a universidade começa-se eles se iriam separar e as relações acabariam mais cedo ou mais tarde.


(…)


As férias de verão começaram Diana e Bill foram passar duas semanas a Veneza, sozinhos. Vivendo e aproveitando tudo o que aquela cidade lhes oferecia. Todas as noites eram diferentes. Momentos românticos surgiam em qualquer parte, numa gôndola ou num cais. Foram os melhores momentos que passaram em toda a sua vida.
Tom e Sofia viajaram até Cuba. Aproveitando o sol e as aguas mornas que lá predominavam. Tom teve que se controlar muitas vezes, pois todos os segundos passavam mulheres bonitas e semi-nuas perto de si. Chegou até a achar que faziam de propósito. Mas para ele, não havia nenhuma melhor que a sua Sofia. Que amava muito. Muitos de pura paixão foram vividos naquelas praias. A eles juntaram-se Bill e Diana depois de regressaram de Veneza. Que também aproveitaram o clima cubano.
Mariana e Alexandra passaram o verão em casa e sozinhas. Passaram a ser odiadas por todos e rebaixadas por pessoas que outrora elas humilharam. Desceram do pedestal muito rapidamente. Descobriram que não eram importantes e o que as tornava importantes eram os gémeos Kaulitz.





FIM!


P.S - Começaremos a postar a proxima fic Amanhã!! (Em principio)

domingo, 29 de novembro de 2009

Nova Fic.....

Well...não é fic.
O final da fic ainda vai demorar mais uns dias...
Queriamos acabar a fic no inicio do mes de Dezembro para começar com a nova fic ''Duas Bandas'' antes no ano novo.

Não sabemos se isso irá acontecer ou não... esperemos que sim...

Por agora deixamos um excerto da proxima fic...


esperamos que gostem LoOl

'' Diana – Quantos concertos são ao todo?
Bill – Não tenho a certeza, mas penso que são 15. – Olhou as pessoas que se encontravam na sala
Tom – Sim, 15 concertos! – Deu certeza
BZ – O.O
Sara – Tantos? – Perguntou boquiaberta e de olhos arregalados
Bill – Sim. Mas não são concertos como aqueles que costumamos dar. São só para 3 ou 4 mil pessoas!
Diana – pois. Como vão dar tantos concertos por toda a Alemanha, não se justifica que sejam as normais 18 mil. – Encostou-se às costas do sofá
Tom – Ya! – Sorriu levemente – Nós vamos fazer esta mini tour pela Alemanha, para proporcionar aos nossos fãs a oportunidade de nos poder ver – Continuou a explicação – Desta vês não são as fãs que vêm até nós, mas sim, nós é que vamos até elas! – Sorriu orgulhoso
Gustav – Pois. E quisemos voltar um pouco ao começo, á altura em que actuávamos por todo o país, em pequenos pavilhões e com poucas pessoas. – Concluiu
Carina – Acho bem. As fãs vão adorar. – Sorriu
Tom – E eu também – Sorriu maroto – 15 noites de luxo! – Atirou com um sorriso tarado rasgado nos lábios
Bill – Já cá faltava, não é tom? – Revirou os olhos
Tom – Tu sabes como eu sou, nem vale a pena! – Sorriu para o irmão e esfregou as mãos
Sara – Esquece! Que ele é um caso perdido! – Falou para Bill, tentando provocar Tom. Este olhou-a de lado e torceu o nariz
Tom – Tu ainda és mais. – Olhou-a – mas isso é tudo ciúmes? – piscou-lhe o olho ''
P.S - BZ sao as iniciais do nome da outra banda.... Mas tarde perceberão.

domingo, 1 de novembro de 2009

...

Olá!!

bem queriamos pedir desculpas a todas as meninas, por não termos comentado nestes ultimos dias.
duas semanas, sem comentar!!muito tempo, nós sabemos!!
Mas nem nos foi possivel por 2 motivos:

1 - Internet!
2 - escola/testes ( nós sabemos, voces também têm e continuam a comentar)

não andamos muito animadas com o blog, quanto mais tempo passa, mais nós perdemos leitoras!! vem uma nova, perdemos outra. É compreensivel, nós demoramos imenso a postar e as pessoas acabam por se esquecer!!

enfim... deixaremos de postar quendo não existir leitoras, até lá, mesmo que haja apenas uma, continuaremos!!


Obrigada a todas que comentam e nos incentivam...=D

Bjus

sábado, 24 de outubro de 2009

Dois Seres Especiais, Num Lugar Especial! - IIII

Hallo meninas!


O.S...ultimo cap. não está nada de especial.
Um pouco grande, mas nada de especial. Não sou muito boa para fazer finais.
Sorry...
P.S - As imagens discritas ao longo do cap, estão na barra de imagem.
Bjs









Um novo dia começou para os dois. Um dia completamente diferente dos anteriores. Pois acordaram sorridentes, felizes. Para Bill, porque hoje iria virar mais uma página da sua vida. Iria mostrar a Luana, um lugar que ele tanto adorava, que lhe trazia o Tom, para perto de si. Quando as saudades apertavam.
O dia passou rapidamente para eles os dois. Na escola trocaram olhares mas não se falaram e não estiveram juntos. Afinal ambos não sabiam o que se passava. Não sabiam o tipo de relação que tinham. Talvez hoje isso fica-se esclarecido.
Como sempre ele foi o primeiro a chegar ao lugar especial. Sentou-se, mas desta vez estava muito presente, não andava a navegar por recordações tristes e dolorosas do passado. Estava atento a cada ruído. Sentia a brisa, que se sentia, a abanar os seus cabelos e a embater na sua face. Olhava em redor, observando aquilo que nunca tinha observado. Observava o local. Ao longe viu um vulto, era ela, tinha a certeza. Caminhava calmamente, sem presas, apesar de a vontade de estar junto dele fosse imensa. Mas sempre dirigira-se a aquele local, num passo calmo, sentia a brisa a chocar contra o seu rosto e a balançar no ar o seu cabelo. Olhou-o sentado, sorriu para si mesma. Aproximou-se lentamente e sentou-se junto dele, ele agarrou-lhe suavemente a mão, acariciando-lha. Luana sorriu ao sentir o toque dele. Não sabiam o que dizer um ao outro, um ‘’Olá’’, parecia pouco para dizer alguém que se amava. Bill olhou-a nos olhos e sorriu-lhe carinhosamente, iniciou ele o diálogo – É tão bom poder tocar-te! – Entrelaçou as mãos, beijando a dela em seguida. Luana olhava cada gesto dele – É tão bom ser tocada por ti! – Aproximou os seus lábios dos dele, ele fez o mesmo e beijaram-se a primeira vez naquele dia. Um beijo carregado de amor foi quebrado por uma leve mordidela no lábio, por parte do Bill. Luana abriu os olhos, olhando os dele, que a vislumbravam. Ele apertou-lhe a mão carinhosamente – Vamos? – Ele queria mostrar-lhe o outro lugar, aquele era apenas dele. era onde ele recordava o passado, cada momento do passado vivido com aquele que ele tanto amava, com a sua verdadeira alma gémea. Um amor verdadeiro. Um amor de irmãos, que nem a morte separou. Bill sofria mas sabia que Tom também. Adorava poder toca-lo, abraça-lo, ver o sorriso, uma ultima última vez. Mas isso não era possível. E ele sabia-o demasiado bem. Nunca acreditou que existia mais para além da morte e não seria agora que iria acreditar. Iria estar eternamente ligado aquele ser tão carismático. Era único. Não há mais nenhum igual, nada nem ninguém, por mais que tente é como ele. Isso é completamente impossível. Luana sorriu – Sim! – Deram as mãos e afastaram-se daquele lugar, que dia - após - dia, tarde - após - tarde, os tinha acolhido. Um lugar composto por árvores enormes, uma relva suave e um sítio um pouco escuro, tal como eles. Contou milhares de lágrimas, ouviu suspiros sem fim. Desabafos desconhecidos por todos entre pensamentos perdidos. Rapidamente estavam fora do jardim, do centro da vila. Caminhavam de mãos dadas e a um ritmo normal, pelas ruas daquela vila. Eram abordados por olhares reprovados, devido aos seus estilos, ou por olhares de espanto, por aqueles que os conheciam. Não ligavam a isso, nem os viam! Apenas se viam um ao outro. Uma viagem curta, cruzaram uma esquina e andaram cerca de 50 metros. Bill parou em frente a uma enorme casa. Um luxo, sem dúvida. Estavam na zona mais rica da vila. Isso podia-se ver. Luana olhou a casa e depois Bill, estava confusa! Não percebia o que estavam ali a fazer.
Apertou ligeiramente a mão de Bill – É a minha casa! – Abriu o portão branco – Entra! – Luana entrou a medo, olhava tudo em redor. Bill entrou e fechou o portão. Arrastou Luana até a porta da casa. Levou a mão ao bolso e retirou de lá a chave de sua casa. Meteu-a na fechadura e abriu-a. Luana olhava a porta a abrir – Os teus pais? – Tinha medo de entrar e dar de caras com os pais dele. Iria morrer de vergonha certamente. Bill entrou e puxou-a para dentro – Não estão! Viagem de negócios. – Encolheu os ombros. Já nem ligava a isso. Eles nunca estavam em casa. Ela suspirou aliviada. Bill fechou a porta e pôs as chaves na mesinha, existente no hall de entrada. – Vou-te mostrar a casa. Anda – Largou-lhe a mão e dirigiu-se a sala. Uma sala luxuosa, da porta da sala, podia-se ver um grande relvado com piscina e umas espreguiçadeiras em redor desta. Depois a cozinha, igualmente luxuosa, usada pouquíssimas vezes. Mostrou tudo, casa de banho, escritórios, etc. Faltavam apenas duas divisões a serem vistas. O seu quarto era um deles. Abriu uma porta branca – O meu quarto! – Luana olhou o interior deste. Negro era a cor que mais predominava, nas paredes. Uma cama grande, encostada a parede. Com um edredão cinzento - escuro e as almofadas vermelhas. Os tapetes em cinzento - escuro, salpicados com vermelho. A mobília era toda ela preta. Roupa espalhada pelo chão. Livros numa estante e acessórios em cima da cama, era o que mais se realçava. Luana olhou Bill e sorriu – é lindo o teu quarto! Aliás a tua casa é linda! – Admirava o quarto. Bill sorriu levemente – Não é aquilo que me faz feliz. Muito pelo contrário. Odeio esta casa. – Suspirou. Luana abraçou-o ele correspondeu ao abraço. Precisava tanto dela e daquele apoio. Olharam-se e beijaram-se com carinho, entrelaçaram as mãos. Um beijo demorado, com muito amor. O beijo durou cerca de um minuto. Parado o beijo olharam-se, Bill abriu a porta do quarto, toda para trás, Luana desviou o olhar para a porta do quarto, olhando o interior. Não via nada, a escuridão reinava naquela divisão. Bill olhou para o mesmo sítio que Luana olhava, suspirou, sem mais demora acendeu a luz.
Luana pode ver um papel de parede, com uns grafites bastante chamativos. Algo para o pornográfico, arregalou os olhos. Entrou, deparou-se com uma cama muito mal feita, perguntou-se quem dormiria ali. Mais um passo e deparou-se com 2 skates, também eles grafitados e 4 guitarras de modelo diferentes, encostados a parede. Perto do puff negro. Uma mochila, adornava o outro canto do quarto, juntamente com uma estante com livros, muitos deles ainda com o plástico que os envolvia. Estavam novos, nunca haviam sido usados. Um guarda - roupa, médio. A cortina da janela cinzenta, deixando que entra-se luminosidade, caso a persiana estivesse aberta. Uma mesinha de cabeceira, junto a cama de solteiro, muito mal feita. Bill observava o quarto, um perto no coração invadia-o, mas estava na hora de enfrentar aquilo, nunca o iria esquecer, nunca mesmo. Isso não lhe era permitido ou sequer possível. Algo definitivamente impossível. Olhou Luana, reparou que ela olhava tudo em redor e que estava muito confusa. – É o quarto do Tom! – Ela olhou-o, boquiaberta, mas como poderia ser verdade se ele nunca tivera morado naquela casa. Segundo o que Bill lhe havia contado, só depois da morte de Tom é que eles tinham mudado para ali. – Como? Não vieram para aqui depois da … - Não queria dizer a palavra ‘’morte’’. Bill percebeu a pergunta antes de estar completamente feita. – Sim. Eu trouxe tudo o que era do Tom, para aqui! O quarto que vês é como era o do Tom. A cama mal feita – Olhou a cama – Os skates e as guitarras sempre encostados a parede. E a mochila junto da estante. – Luana aproximou-se da cama, olhou a mesinha de cabeceira, tinha uma espécie de diário/ álbum de fotos. Ficou curiosa. Mas não tocou em nada. – Quem tem conhecimento deste lugar? – Questionou olhando Bill. Ele abriu a persiana, incidindo na sua esbelta face os últimos raios de sol, que também invadiram o quarto. – Eu e agora tu! Os meus pais não sabem da existência do quarto. Está sempre trancado e a chave está escondida. – Encolheu os ombros. Tinha decorado aquela divisão, como a que Tom tinha. Tudo estava igual, cada pormenor, cada objecto no seu devido lugar. Bill sabia que ao ter aquilo em casa e tão perto de si, aumentava-lhe a dor, ou pelo menos não o deixava esquecer o assunto. Sabia-o demasiado bem. Talvez ele quisesse sofrer e manter a imagem de Tom tão presente na sua vida, no seu dia – a – dia. Luana estava incrédula, quando Bill lhe havia falado noutro lugar especial, nunca imaginara tal coisa. Pelo quarto desconfiou que Tom fosse um rapaz com estilo. Estilo descontraído, Hip Hop, sem dúvida. Tinha curiosidade em saber como era Tom fisicamente, mas naquele quarto não havia foto nenhuma dele. Seria tão bonito quanto Bill? O Bill tinha um ar divinal, Tom também teria? Esta curiosidade matava-a. Olhou a estante – O Tom era assim tão cuidadoso com os livros? – Olhava a maior parte que ainda tinha o plástico. Bill riu-se e lembrou-se de um acontecimento passado:

Prof. – Tom Kaulitz o seu livro? – Olhava-o com um ar rígido. Tom apenas tinha um caderno preto e um porta - lápis em cima da mesa.

Tom – ficou a dormir. Oh stôr hoje está tanto frio, tive pena de o tirar da estante. – Disse num tom descontraído, tão característico em si. Gargalhada geral na turma

Prof. – Sr. Kaulitz, não brinque! É a quarta aula que não trás o livro. – Olhava os seus apontamentos, com os óculos postos na testa

Tom – não tenho culpa do livro ser preguiçoso! – Encolheu os ombros, com um sorriso de gozo e abriu o caderno. Tirou a tampa da caneta com os dentes, o prof. olhou-o e abanou a cabeça. Tom Kaulitz era um caso perdido.


Bill olhou Luana – O Tom era tudo menos cuidadoso. Ele não usava os livros. Como podes ver nem lhes tirava o plástico. – Ambos sorriram. Ela começava a descobrir o irmão gémeo de Bill. Olhou a cama de Tom, um verdadeiro caos – Era ele que fazia a cama? – Bill afirmou, com um movimento com a cabeça. Mais um flashback

Bill – Oh Tom demoras? – Dizia já impaciente de tanto esperar

Tom – Já vou meu! Estou a fazer a cama, não vês? – Olhou o irmão e puxou lençol, cobertor e edredão tudo ao mesmo tempo. Era assim que ele fazia a cama. Via-se umas lombas ao longo da cama.

Bill – Hás-de aprender a fazer a cama, cabeçudo! – Tom pegou na mochila e no skate e olhou a cama

Tom – Está extremamente bem-feita! – Sorriu orgulhoso de si mesmo – Nunca esteve tão bem feita. – Bill olhou a cama, incrédulo, a cama estava pior que os outros dias. Encolheu os ombros e saiu do quarto.

Bill – Ya! Ficava muito pior do que vês ali. – Apontou para a cama. Bill sentou-se na cama e convidou Luana a sentar-se, pegou no tal diário, que estava em cima da mesinha de cabeceira. Abriu-o, na primeira folha via-se uma foto de Tom, já um pouco gasta, e na capa, uma foto dos gémeos e por cima da foto ‘’Tom Kaulitz’’, podia-se ler.
Luana abria a boca constantemente, Tom era lindo. Definitivamente. Os gémeos Kaulitz eram obra divina, achava ela. As rastas, o boné e a fita adornavam a cabeça daquele belo rapaz. Uma face de uma beleza interminável. Dono de um ar tarado e um sorriso maroto, acompanhado pelo piercing labial. Um olhar que derretia muitas, denunciavam o que Tom fora um dia. Um sexgott. Que tentação aquele rapaz.

Luana – Era lindo. – Olhava ainda a primeira foto dele. Bill concordava com ela. – Como era ele?
Bill - Tarado, brincalhão, descontraído, engatatão. Não lhe escapava uma. – Sorriu, Tom era uma bela peça.
Luana – Nota-se! – Sorriu – A face dele denunciava-o.
Bill – Ele fazia questão que se notasse. – Revirou os olhos, Tom era tão convencido e orgulhoso de si mesmo. Luana sorriu. Bill desfolhou mais uma página. Mais duas fotos surgiram, uma Tom com um grupo de amigos, numa nota, escrito por baixo da foto lia-se '' Mais uma noite e tanto. Curtir até de manhã. Cada um a sua maneira :)'', a outra Tom na praia, deitado na areia, juntamente com Bill. Mais uma nota " Eu e o patinho feio (Bill), a trabalhar para o bronze… ^^''.

Luana riu, Bill também – Era muito mal tratado, por ele. Chamava-me de tudo! – Sorriu. Mais fotos foram vistas. Tanta coisa que Luana ficou a descobrir sobre Tom.
O tempo foi passando, o sono foi-se apoderando daqueles dois seres. Pousaram o diário, Bill apagou a luz do quarto e saiu do quarto acompanhado por Luana. Entraram no dele de mão dela. A porta foi logo fechada, despiram-se e meteram-se na cama de Bill, uma cama tão confortável e tão convidativa. Ela pôs a cabeça no peito dele, ele mexia-lhe no cabelo, e ela brincava com os dedos da mão livre de Bill. Estavam tão felizes por se terem um ao outro. Amavam-se como nunca amaram ninguém. Graças a ambos ultrapassaram parte de um passado que foi doloroso, tão marcado por coisas más, negativas. Esperavam que o presente fosse vivido com coisas boas e que o futuro fosse mais justo com eles, que lhes desse uma segunda oportunidade. Bill sabia que a página Tom estava virada na sua vida, a mágoa ultrapassada. Apesar de ele continuar sempre presente no seu coração, em cada canto dele. Por mais anos que passassem, que ele vivesse, Tom estaria sempre com ele, nunca seria esquecido. Sabia que Tom estaria feliz por o ver assim, feliz. Orgulhoso de Bill, como sempre estivera. Sempre foram o orgulho um do outro e isso continuava. Já Luana esqueceu o que aconteceu no passado, decidiu parar de fazer mal, a tantos inocentes e dedicar-se exclusivamente a amar e mimar Bill, tal como ele fazia com ela. Só eles importavam. Todas as tardes visitavam o lugar que durante dias a fio os acolheu. Aquele lugar especial que uniu dois seres especiais.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

cap. 20 - mais um ano lectivo!

olá,
já devem estar a pensar que desistimos do blogue.....
não, demoramos mais porque estivemos a ponderar deixar de postar esta fic mas como esta a acabar vamos continuar....

bem, não esta nada de especial mas mesmo assim esperamos que gostem!

bjinhus.

fic- mais um ano lectivo

A sua frente estavam as suas maiores inimigas, Bill e Tom não sabiam o que fazer, apenas se lembravam de que tinham que sair dali antes que Diana e Sofia armassem um escândalo. Tom e Bill olharam-se para ver se algum deles tinha alguma ideia mas em vão…Diana olhava para elas com vontade de lhe ir ao focinho, enquanto que Sofia a agarrava para que ela permanecesse ali junto deles, assim também era uma forma de ela própria estar calma.
Bill: e se fossemos para outro lado. – Foi a primeira coisa que lhe veio á cabeça
Tom: acho uma óptima ideia…. - Concordou.
Sofia: Diana? Vamos? – Olhou-a enquanto abanava com cabeça como quem diz sim.
Diana: não… - afirmou com a cabeça enquanto virou o olhar para eles.
Bill: mas…. – Diana não o deixou acabar o que ia a dizer.
Diana: mas nada. Não vou fugir delas. E não te preocupes que eu não vou fazer nada. Viemos aqui para almoçar e é isso que vamos fazer.
Tom: tens a certeza? – Diana não respondeu e encaminhou-se para uma mesa, onde se sentou, os restantes seguiram-na.
Já em casa, Tom, Bill e Diana jogavam cartas enquanto que Sofia dormia no sofá.
Tom: mais uma vez ganhei.
Bill: por sorte, eu é que te deixei ganhar.
Tom: sim, sim, não admites é que eu sou melhor que tu. – Sorriu.
Bill: acabou a conversa antes que te atire com uma cadeira á cabeça.
Tom: queria ver homem.
Diana: parem com isso. – Berrou, Sofia acordou.
Sofia: que se passa?
Diana: desculpa acordar-te mas aturar estes dois ao mesmo tempo torna-se impossível.
Bill: obrigadinha pela parte que me toca.
Diana: é verdade.
Sofia: eu sei, bem eu acho que vou andando, tenho que arrumar umas coisas lá em casa, as férias estão a acabar.
Tom: nem me lembres disso.
Bill: que seca, voltar á escola.
Diana: tem que ser.
Tom: não me apetece nada.
Sofia: nem a ti nem a ninguém – olhou-o.
Diana: também este período é mais pequeno.
Tom: pois mas o terceiro é maior – sentou-se num dos sofás
Sofia: mas já é o último. Bem vou andando – pegou na sua mala que estava no sofá – vens Tom? – Olhou-o.
Tom: vou, vamos deixa-los namorar – levantou-se colocando-se ao lado de Sofia.
Bill: será que é para nós namorarmos ou será para vocês? – Sorriu
Tom: também me agrada a ideia - Fez um sorriso maroto.
Sofia: então vamos?
Diana: ela já esta com pressa.
Sofia: esta a ficar frio quero vestir um casaco.
Bill: o Tom aquece-te – Tom sorriu.
Sofia: veremos… vamos? - Encaminhou-se para a porta – adeus meninos…
Tom: juízo – seguiu Sofia que já se encontrava fora da porta.
No carro de Tom…
Tom: a Diana hoje no restaurante estava muito calma – olhou Sofia - estranho não?
Sofia: se fosse eu saltava-lhe em cima – sorriu – a Diana deve estar a preparar alguma.
Tom: é o mais certo, o que aconteceu só juntou mais o Bill com a Diana.
Sofia: é, eles gostam mesmo um do outro.
Tom: ninguém diria que viessem a ficar juntos.
Sofia sorriu, tom parou o carro na entrada do seu portão.
Tom: como nós, também não foi fácil – pegou na sua mão.
Sofia: pois, não começámos lá muito bem - Beijou-o – queres entrar?
Tom: não, vou para casa, estou cansado preciso de um banho.
Sofia: ok – abriu a porta e saiu
Tom: Sofia? – ela olhou
Sofia: sim?
Tom: amo-te.
Sofia: eu também - Sorriu e em seguida entrou, tom seguiu para casa.
Em casa de Diana
Diana olhou Bill mordendo o lábio, ele olhou-a arqueando a sobrancelha.
Bill: No que está a pensar? – Diana não respondeu aproximou-se dele, rodeou-lhe o pescoço, beijando-o com carinho
Diana: Sabes, tenho saudades tuas! – Encostou mais os corpos, Bill olhou-a e mordeu o lábio ele não queria que acontece-se nada, pois Diana ainda estava debilitada, mas ao mesmo tempo queria tê-la mais uma vez. Diana beijou Bill este correspondeu, Diana deitou-o no sofá, deitando-se por cima dele. Bill olhou-a nos olhos e beijou-a, Diana meteu a mão dentro da t-shirt de Bill, este parou de a beijar
Bill: É melhor não! – Saiu debaixo dela, Diana olhou-o e sentou-se no sofá
Diana: E porque não? – Olhou o chão – Já não me queres é?
Bill: Não é nada disso. – mordeu o lábio – Quero e muito! Mas tu ainda estás muito debilitada. – Ajoelhou-se, elevando a cara de Diana, para que este a olha-se
Diana: Eu é que sei! E não estou debilitada. Quero-te! – Beijou-o
Bill: Tens a certeza? – Parou o beijo, olhando-a com carinho
Diana: Sim. – Bill ia a falar mas Diana não deixou, beijou-o fugazmente. Bill puxou-a para si, caindo calmamente no chão. Diana beijou-lhe o pescoço, Bill meteu as mãos dentro da t-shirt de Diana gemendo, devido aos beijos e mordidelas que esta lhe depositava no pescoço. Esta sorriu contra o pescoço dele ao ouvi-lo gemer, o que fez com que ele se arrepiasse. Tirou a t-shirt a Diana, mandando-a para um canto da sala, rodou, ficando agora Bill por cima. Começou por lhe beijar os lábios, depois o pescoço, mordendo-lho. Passou para o peito dela, tirando-lhe o soutien, beijou o peito dela com desejo, passava a língua pelos mamilos dela, esta arqueava as costas gemendo. Bill tirou a t-shirt dele, Diana olhou-o mordendo o lábio. Bill voltou a juntar os corpos, beijando-a com carinho. Ela rodou o pescoço dele, juntando mais os corpos de ambos. Bill e Diana beijavam-se com carinho e muito desejo. Bill tinha as mãos dele na cintura dela agarrando-a firmemente. Diana suspirou assim que Bill lhe beijou o pescoço. Os toques dos lábios finos dele deixavam-na sem rumo. Ele sorriu contra o pescoço dela ao ouvi-la suspirar. Percorreu o pescoço de Diana com leves beijos que aumentavam o desejo de se possuírem. Bill não era um rapaz que pensava em sexo 24 horas por dia e até nem o praticava muitas vezes mas quando o fazia deixava-as loucas. Diana arranhou-lhe as costas, ele gemeu e beijou-lhe o peito, brincando com a língua junto aos mamilos. Ela voltou a suspirar, deu um impulso e rodou sobre ele. Olhou com um sorriso doce e tarado. Diana beijou-lhe o queixo depois mordeu-lhe o pescoço, ele gemeu de dor e levou as mãos ao rabo dela apalpando-o, ela sorriu e deu-lhe um beijo carinhoso onde o tinha mordido, ele esboçou um pequeno sorriso. Diana passou a língua pelos mamilos de Bill, lambendo-os com demora. Ele gemeu de prazer, Diana desceu mais um pouco beijando-lhe o fundo da barriga, ele gemia por ela. Ela colocou as mãos nos ombros dele e deslizou as mãos até ao fundo da barriga, arranhando-o, levando-o a suspirar várias vezes. Diana desapertou-lhe o cinto calmamente sob o olhar de Bill, enquanto ele tirava as sapatilhas com os pés ajudando Diana. Ela tirou-lhe o cinto mandando-o para junto da porta, depois desapertou-lhe as calças olhando-o sensualmente, tirou-lhe as calças demoradamente, olhava os boxers de Bill, podia-se ver a manifesto que o seu órgão genital fazia. Ela sorriu, atirou-lhe as calças para o chão deitou-se sobre ele beijando-o com demora e desejo. Ele despiu-lhe as calças com alguma dificuldade mas nunca parou o beijo. Finalmente parou o beijo, desceu para o peito, depois para as virilhas. Ela gemeu ele tirou-lhe a tanga, beijou-lhe as pernas. Depois deitou-se sobre ela e beijou-a com carinho enquanto lhe acariciava as coxas. Ela tinha as mãos na cintura dele, puxando-o mais para si, o beijo aumentou, passou a ser um beijo mais selvagem e carregado de desejo. Diana começou a descer-lhe os boxers, vagarosamente enquanto lhe beijava o pescoço. Bill ajudou-a acabando de os tirar com os pés. Uniram-se novamente num beijo. Bill afastou-se para colocar o preservativo, enquanto Diana lhe beijava o pescoço e os ombros com carinho. Voltaram a deitar-se, beijaram-se, Bill colocou o seu pénis na entrada da vagina de Diana ela flectiu os joelhos e abriu mais as pernas, Bill percebeu que já a podia penetrar. Penetrou-a calmamente, gemiam, ela por sentir Bill dento de si, ele +por se sentir a entrar dentro dela. Começou a movimentar-se calmamente enquanto Diana gemia levemente. Bill beijava-lhe o pescoço e depois o peito. Diana mordia o lábio e suspirava, Bill aumentou o ritmo, penetrando-a fundo gemendo por ela, Diana cravou as unhas nos braços dele e gemeu inclinando a cabeça. Bill sorriu para si, adorava vê-la assim com prazer. Passou a língua pelos mamilos dela fazendo com que ela se arrepia-se e o seu desejo aumenta-se. Gritou por Bill, ele sorriu com satisfação. Aumentou ainda mais o ritmo com movimentos rápidos e sincronizados. O primeiro orgasmo surgiu, Bill veio-se primeiro, Diana logo a seguir. Os gemidos eram bastante audíveis. O corpo pedia por mais, Bill saiu de dentro dela, tirou o preservativo e meteu outro, ela estava de gatas, aproveitou para apanhar um anel que estava de baixo do sofá. Ele olhou-a tarado, pôs-se de joelhos e penetrou-a agarrando-lhe a cintura. Ela gemeu ao sentir o Billy dentro de si again. Bill movimentava-se devagar, ela agarrou a carpete, mordia o lábio, Bill fazia o mesmo, mordia o lábio e soltava grunhido. Aumentou o ritmo, penetrou ainda mais fundo, a posição permitia isso. Diana gemia e revirava os olhos, Bill segurava-a pela cintura para que o corpo dela não balança-se muito. O segundo orgasmo estava prestes a ser atingido. Ambos sentiam isso, Bill parou, Diana deitou-se no sofá, Bill por cima dela, voltando a penetra-la, uns segundos de movimentos sincronizados e o segundo orgasmo foi atingido. O cansaço apoderou-se de ambos, beijaram-se apaixonadamente, depois do beijo Bill deitou a cabeça sobre o peito de Diana. Ambos tentavam estabilizar a respiração, Diana brincava com os cabelos lisos e pretos de Bill já este acariciava-lhe a mão disponível. À medida que os minutos foram passando as respirações restabeleceram, tornando-se normais, Bill já não ouvia o coração de Diana como antes. Estava muito mais calmo. Olhou-a, ela dormia, um sono leve, um movimento mais brusco e ela acordava. Diana não estava 100% recuperada do acidente acorrido a alguns dias atrás e este “exercício” tinha-lhe gasto as energias. Estava a recompô-las. Bill olhou a manta que estava sobre o sofá e tapou-os. Poisou novamente a cabeça sobre o peito de Diana e pensava sobre tudo o que tinha acontecido neste ano e começou a pensar no que iria acontecer no futuro. Quando acaba-se a escola Bill e Diana estariam juntos numa nova etapa das suas vidas?...

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Happy Birthday Gus.

Hallo!!





Hoje o Gustav faz anos...21 anos.

parabens ao melhor e mais fofo baterista do mundo...=D

Bjus

I Believe I Can Fly...

Obrigada à ''Tokio Hotel Fanfic and Grafic'' por achar que o nosso blog a faz voar =)






Dizer quem o ofereceu;
A Tokio Hotel Fanfic And Grafic

Dizer três desejos:
1
- Que as leitoras que deixaram de ler, volta-sem.
2- Que a imaginação não falhe tantas vezes.
3- Embater-mos nos manos kaulitz (LOol )

Passar o selo a 5 blogs.


-Estrelinha Roque Kaulitz
- LoucapeloTom
-kikinha' Kaulitz
- Filipah
- kelly


terça-feira, 1 de setembro de 2009

Dois Seres Especiais, Num Lugar Especial! - III

Olá!!
Mais uma parte da O. S

Parabens aos gemeos mais lindos do mundo... =D
Fazem 20 aninhos...

Esta parte não está grande coisa... desculpem! Bjs






Bill fez o mesmo e o olhar dos dois cruzou-se, criando uma sensação mágica nos dois. Olharam-se durante vários segundos, ambos estavam confusos com a sensação de bem-estar que sentiram ao olharem-se nos olhos, era como um fogo que ardia, mas que não queimava. Aquecia-lhes o coração, Bill quebrou esse momento ao responder à pergunta dela – Foi! A primeira em toda a minha vida. – Confessou. Ela suspirou, sentia-se aliviada por ter sido a primeira vez que algo como aquilo lhe tivesse passado pela cabeça. Ela sentia-se tão bem a falar com ele, mesmo falando de assuntos que os magoava, que abria a ferida quase sarada. Mas apesar disso eles sentiam-se tão bem a falar um com o outro. Para ela era difícil de compreender. Como tal coisa era possível? Talvez por nunca ter falado disto a ninguém, talvez por falar com alguém que também sofria – Ainda bem! – Sorriu-lhe, ele retribuiu o sorriso. Olhou-a atento, esperando o momento certo para fazer uma pergunta, uma pergunta que temia saber, temia descobrir a resposta dela, mas tinha de ser feita, avançou, abriu a boca e deixou as palavras sair – E a tua vida como foi, depois de teres perdido a tua mãe? – Luana olhou-o de relance, estava em choque, não o queria fazer, contar-lhe o seu sofrimento depois da morte da mãe, mas não estava a ser justa, ele tinha-lhe contado a sua vida depois de ter perdido, alguém tão importante, como Tom, o seu irmão gémeo, a sua alma gémea. Respirou fundo, inalou uma boa quantidade de ar que depois expeliu, começou a falar – Fui violada, milhares de vezes pelo meu pai, batia-me todos os dias, até ao dia que fugi de casa. Passei muita fome, vivi na rua, mal tratei muitas pessoas, tornei-me fria e calculista, roubei. Até ao dia que fui acolhida por uma velhota que me deu casa, roupa lavada e alimento, mas alguns meses depois ela morreu. Fiquei a morar em casa dela, sobrevivo trabalhando a noite num bar e mais nada. – Sentou-se à espera de uma resposta de Bill, este estava perplexo – Lamento! Não devia ter perguntado! – Ela olhou-o sorrindo – Também me contaste, como foi a tua! – Ela retribuiu o sorriso.

Ela começava a reparar naquele rapaz, era definitivamente belo. Uns olhos que a deixavam sem rumo e a sentir um calor dentro de si inexplicável, num tom castanho avelã, um olhar profundo, sem brilho, mas que outrora irradiava felicidade. Uns lábios finos, mas tão apetecíveis, uma pele branca mas tão bem cuidada, uma pele de bebé! Um sorriso, fraco mas tão belo e perfeito. Um cabelo tratado, negro e comprido. A maquilhagem que lhe escondia uns olhos lindos. Olhou o corpo dele, magro, não era musculado, mas não deixava de ser perfeito. Olhou a tatuagem, que ele tinha no braço, pegou no braço dele com delicadeza e com o dedo, traçou a tatuagem, olhava-a atenta – Porquê? – Perguntava sobre o que dizia na tatuagem. Ele olhou o braço e depois as mãos dela e que mãos, tal como ele gostava. Olhou-a nos olhos – Porque nasci em 89 e tornei-me livre, literalmente. Porque estou preso a um passado doloroso, um presente vivido nas sombras e um futuro nada certo. – Respirou fundo – Fi-la quando fiz 18 anos. – Adiantou. Olhou a rapariga, reparava agora também, uns olhos negros, uns lábios carnudos, bastante apetitosos. Fazia imenso tempo que ele não beijava ninguém. Não sentia a sua língua em contacto com outra, descobrindo os cantos e recantos de uma boca. Olhou a pele dela, tão branca quanto a sua, mas muito suave, o cabelo preto, que lhe caia pelos ombros, escalado. Tipo o seu, moldavam o seu rosto tão perfeito. Desceu com o olhar para o pescoço dela, olhava-a atento, para que não deixa-se algo por ser visto. Ela tinha um pescoço médio, delicado. Desceu mais para baixo o seu casaco apenas meio apertado, mostrava um top justo, Bill apreciava o peito dela. Imaginava-o, desceu mais para baixo, as pernas dela, bem torneadas. Tinha um corpo perfeito.

Olhou-a nos olhos, ela fez o mesmo. O fogo voltou a nascer dentro deles, aproximaram-se calmamente um do outro, olhando-se nos olhos, mas a medida que se aproximavam, fechavam os olhos, estavam a escassos centímetros, de um do outro, as respirações pesadas de ambos cruzavam-se, Bill tomou a iniciativa e tocou com os seus lábios nos dela, ela entre – abriu os seus, permitindo que a língua de Bill penetra-se a sua boca, ele assim fez. As línguas dos dois dançavam, descobriam os cantos e recantos de ambas as bocas. Um beijo com desejo de se sentirem, de se conhecerem melhor, um beijo carinhoso, com um ritmo calmo, apenas para sentir a sensação de beijar, que ambos não sentiam a muitos meses. Eles abriram os olhos, enquanto se beijavam, ambos os olhos brilhavam, um brilho fraco é certo, mas brilharam. Ficaram apaixonados, logo ao primeiro beijo! Sorriram um para o outro, sem pararem o beijo. Aquele beijo tornou-se mais intenso, com desejo. Já haviam relembrado o que era um beijo, mas queriam relembrar mais do que isso. Queriam relembrar isso um com o outro. Bill deitou-a com cuidado sobre a relva, deitando-se sobre Luana. Ela rodeou o pescoço de Bill, ele colocou as mãos na cintura dela. Parou o beijo e beijou-lhe o pescoço, ela inclinou o pescoço, suspirando. Bill não parava de lhe beijar o pescoço, já lho mordia com delicadeza, ela soltava leves gemidos. Ele meteu a mão, dentro do casaco e do top, tacteando a barriga dela, com perícia. Ela mordia o lábio ao sentir que ele lhe tocava na barriga, arqueou um pouco as costas gemendo. Puxou a cara de Bill para si e beijou-o com desejo, ele correspondia. Com uma mão Bill desapertou-lhe o casaco, afastando-o do peito e dos ombros dela. Beijou-lhe o ombro, com a língua traçou uma linha imaginária, até ao peito dela. Beijando-o por cima do top. Bill e Luana soltavam leves suspiros. Ambos estavam possuídos de desejo, mas queriam levar as coisas com calma para que o momento fosse mais do que especial. Luana meteu as mãos por dentro da t-shirt de Bill, despindo-lha. Olhou o peito dele, perfeito como ela imaginava. Rodaram na relva, ficando ela por cima. Beijou-o fugazmente, arranhando-lhe o peito. Ele gemeu por ela, arqueando levemente as costas. Ela beijou-lhe e mordeu-lhe o peito, desapertou-lhe o cinto e as calças, calmamente. Enquanto lhe beijava o fundo da barriga. Ele mordia o lábio. Ela num gesto rápido tirou-lhe as calças, ténis e meias. Tal como ela havia imaginado ele era perfeito. Olhava as outras duas tatuagens, na zona do tronco. Não perguntou o motivo de as ter feito. Talvez noutro dia, agora não queria saber. Beijou-lhe a estrela. Ele sorria. Puxou-a para si, beijou-a e rodou sobre ela. Tomando outra vez o controlo. Tirou-lhe o top, e beijou-lhe o peito com desejo, beijava um e acariciava o outro com a mão. Ela gemia, revirava os olhos. O toque de Bill dava-lhe imenso prazer. Ela não conseguia explicar como ele a deixava assim. Pois não sabia. Tirou-lhe as calças e os ténis. Começou a beija-la desde o joelho, pela parte interior da perna, ela mordia o lábio. Bill agarrava-a pela cintura, beijou-a por cima da tanga dela, ela gemeu! Ele beijou-a nos lábios, enquanto o fazia, elevou-a um pouco, desapertando-lhe o soutien, tirando-lho. Deitou-a novamente na relva, ela olhava-o, ele olhava-a. Beijou-lhe o peito, passava-lhe a língua, nos mamilos e mordia-os por vezes. Ela gemia por ele. E ele abusava mais, com um sorriso na cara. Beijou-a, levou a mão, a tanga dela e tirou-lha. Ela levou a mão aos boxers dele tirando-lhos. Ficaram nus. Bill percorria uma perna dela, com a mão, já ela percorria as costas dele, com as mãos. Beijavam-se com demora. Ele penetrou-a, com cuidado e calmamente. Ela gemia, abrindo um pouco mais as pernas. Bill penetrou-a fundo, com cuidado e sem parar o beijo. Gemeram os dois ao mesmo tempo. Os movimentos começaram, eram calmos, que iam aumentando. Faziam-no sem pressas, sem preocupações, sem vergonha, com desejo, com amor e com paixão. Os gemidos autentificavam-se, a medida que os movimentos se tornavam mais rápidos e sincronizados. Suavam, gemiam e suspiravam. Os corpos encaixavam um no outro. Como duas peças de um puzzle. O primeiro orgasmo surgiu ao mesmo tempo para ambos. Não estavam saciados e quiseram mais. Beijavam-se fugazmente, ela arranhava as costas dele, agarrava as coxas dela. Aumentando o ritmo, penetrando-a fundo, sem nunca a magoar. Ela soltava gemidos que ele abafava com beijos. Ela agarrou-o pelos ombros. Cravando-lhe as unhas, ela sorriu encolhendo-se um pouco. Ela sorriu-lhe com carinho, ele beijou-a. O segundo orgasmo foi atingido e ele abrandou o ritmo. Agora movimentava-se calmamente enquanto se beijavam com carinho. Já estavam saciados, agora queriam aproveitar os beijos e o toque, um do outro. Sussurravam palavras como ‘’ adoro-te’’, ‘’prefeito’’, ‘’linda’’, um ao outro. O terceiro e último orgasmo foi atingido, num ritmo calmo, e os gemidos foram abafados por um beijo repleto de paixão. Ele caiu sobre ela, ela abraçou-o. Acariciava-lhe os cabelos, enquanto tentava restabelecer a respiração, que estava muito descontrolada. Ele foi o primeiro a conseguir restabelecer a sua respiração, elevou a cabeça e olhou-a nos olhos. As primeiras palavras, depois de muitos minutos, surgiram – Adoro-te! Fazes-me tão bem! – Sorriu-lhe, os seus olhos brilhavam, com outrora brilhavam. Ela sorriu, entrelaçou as mãos nas dele, respirou fundo, olhando-o, disse – Tu também! Obrigada por este momento! – Beijaram-se, com carinho.
Passaram alguns minutos, afastaram-se e começaram a vestir-se. Depois de vestidos, beijaram-se mais uma vez. Bill olhou-a nos olhos – Quero que conheças o meu segundo refugio! – Ela olhou-o. Caminhavam juntos pelo jardim. Deram as mãos, Luana olhou-o – Não é só este? – Ele abanou a cabeça negativamente, ela beijou-o. – Está bem! Amanhã mostras. Tenho que ir trabalhar! – Suspirou, ela não queria ir, mas tinha que ser. Bill agarrou-lhe a cara com as duas mãos, depositou-lhe um leve beijo, nos lábios dela – Ok! Amanhã. – Concordou – Encontramo-nos, no nosso sítio e depois levo-te! – Ela assentiu com a cabeça, beijou-o, um último beijo, olharam-se nos olhos e ela afastou-se calmamente, as mãos largaram-se e ela correu a sorrir, pela primeira vez, em 5 anos. Bill sorria, entrou em casa. Estava sozinho com sempre. Dirigiu-se ao quarto, adormecendo com um sorriso rasgado nos seus lábios.

sábado, 22 de agosto de 2009

Dois Seres Especiais, Num Lugar Especial! - II

Olá meninas!!

Obrigada pelos comentarios!! =D

A segunda parte da O.S...Bem não matem a Daniela! Pff
talvez não gostem do que vão ler!!
Aconcelhamos a ver o video (na barra de videos, o primeiro), achamos que tem a ver com este parte da OS.
Encontramo-lo na net e adoramos!!
Esperamos que gostem!! BJS








- Há 5 anos eu morava em Berlim, a minha vida era invejada por muitas pessoas, apesar de não ter pai, tinha tudo. Tinha amigos, família, a minha mãe que era a pessoa que eu mais amava, tinha namorado, era boa aluna e passava os dias a sorrir. – Á medida que falava, as lembranças desses tempos estavam em foco na sua mente – Mas tudo mudou num dia em que fomos até Hamburg, ver uma exposição de quadros e lá encontramos o meu pai. A minha mãe tentou manter-me o máximo afastada dele, mas eu achei-o uma pessoa muito fixe – Suspirou e limpou as lágrimas que lhe invadiam a cara – Mantive contacto com ele, até que ele descobriu onde eu morava, como eu tinha escola, e não iria estar em casa com a minha mãe, ele um dia entrou em nossa casa e amarrou-a a uma cadeira, no meu quarto. Quando cheguei a casa, fui directa ao meu quarto e vi o meu pai a bater-lhe, sem que ela se pudesse defender. Gritei-lhe mas ele também me agrediu, atirou-me contra um canto do quarto, deixando-me imóvel e sangrar pelo nariz, a minha mãe gritava por mim e eu inútil não consegui fazer nada, estava consciente mas fui incapaz de me mover, era fraca, não me sabia defender. – Torceu o nariz em forma de repugnância – Eu sentei-me encostada à parede e assisti a tudo, a minha mãe insultava-o enquanto ele lhe batia, chamou-lhe de tudo e ele passou-se e… - lágrimas escorriam pela face dela, ela não as controlava mais, à 5 anos que não permitia a si própria chorar – ele tirou do bolso uma navalha e espetou-lhe na barriga…e depois cortou-lhe os pulsos… - Soluçou, Bill não fazia nada, ouvia atento a aquela terrível história, e olhava o pulso que havia cortado, apesar de ser um corte superficial – depois… - respirou fundo – cortou-lhe o pescoço, ela estava coberta de sangue, o meu quarto estava inundado em sangue, e aquele filho da puta, ria-se e continuava-lhe a bater… - Fez uma pausa – Depois saiu do meu quarto e eu ouvi a minha mãe dizer ‘’adoro-te Luana, nunca te esqueças disso’’ e depois fechou os olhos e morreu! – Luana olhava o luar, a forma da lua, esta mal se via, pois era lua nova. Bill assimilava tudo o que acabava de ouvir, estava surpreendido, nunca imaginara tal coisa. Ela sem tirar os olhos da Lua, perguntou – E tu como o perdes-te?

Bill suspirou e fechou os olhos, as imagens daquele triste dia passavam-lhe, bem visíveis, pela sua mente, iniciou a história verídica, que o assombrava – Morava em Leipzig, com o meu irmão gémeo e a minha mãe e padrasto, era-mos uma família feliz, eu e o Tom era-mos inseparáveis, fazia-mos tudo juntos, sabia-mos quando um estava triste, contente, o que pensava, o que sentia, tudo, não havia segredos entre nós… - Bill olhava a Lua lá bem no céu, que começava a ficar estrelado – Um dia, a caminho de casa, Tom vinha a fazer umas acrobacias com o seu skate, fazia dele o que queria, era pró naquilo, e eu vinha a pé, ele parava e espera que eu o alcança-se e depois ia mais um pouco, brincando com o skate… Mas nesse dia, algo não estava bem, eu sentia-o, um aperto no coração, um nó na garganta, um sufoco constante, arrepios, suores, indisposição, tudo ao mesmo tempo, isso não era normal em mim. – As lágrimas percorriam-lhe a face, sem pedirem para o fazerem – Tom saiu da escola no seu skate, eu agoniado foi atrás dele, mas devagar, nunca mais via Tom, primeiro achei que ele havia encontrado uma miúda e tinha ido com ela para uma esquina qualquer, por isso segui caminho, o sufoco, a agonia e o nó na garganta era cada vez maior, senti-me a fraquejar, a morrer, percebi então que o que se passava não era comigo, mas sim com ele, corri, corri, corri… - Bill estava ofegante, as memórias eram muito ressentes e estavam demasiado nítidas - Ao virar uma esquina tropecei, caí em cima de uma possa de sangue, fiquei todo ensanguentado, mãos, cabelo, roupa, elevei a cabeça e vi um skate, a poucos metros dali, deduzi que era dele, só ele tinha assim um skate, com um grafite pornográfico, feito por ele, que dava tanto que falar – Sorriu, pois na sua mente passavam momentos risonhos relacionados com o desenho do skate – Gritei por ele, virei-me para trás e vi-o ali deitado no chão, perfurado por um ferro, no seu ventre, estava vivo eu sabia, olhei-o nos olhos, ele fez o mesmo, chorava e eu estava boquiaberto e horrorizado, chorava tal como ele, ainda teve tempo de dizer as suas ultimas palavras … - Mordia o lábio inferior, a ferida que nunca sarou no seu coração, abria-se cada vez mais, apertou o peito, doía-lhe muito, sufocava-o - ele disse-me ‘’ Amo-te Bill Kauli…’’ eu comecei a gritar por ele, mas em vão , ele jazia ali imóvel, perfurado, sem alma, sem espírito, morto, fúnebre! – Bill caiu para trás, deitando-se na relva, ela deitou-se também, choravam agora em silêncio. Luana deitou a sua cabeça no peito de Bill e este começou a passar-lhe a mão pelos seus cabelos, já ela fazia círculos imaginários, com o dedo indicador, ao longo do tronco do jovem rapaz. Vários minutos passaram, lentamente, pareciam horas. As lágrimas já tinham cessado, mas a magoa e a dor, de duas feridas que tinham voltado a ser abertas, permaneciam. Luana virou a cara para o rapaz, que tinha a sua cabeça apoiada no seu braço disponível, este olhou-a – Como foi a tua vida depois do que aconteceu ao Tom? – Ela quis saber, Bill suspirou – Nada de especial. Os meus pais, afastaram-se cada vez mais de mim, não me deram qualquer apoio. Tornei-me o que sou hoje, deixei de sair a noite, divertir-me, não tenho amigos e sou descriminado. – Disse olhando Luana. Na verdade era mesmo assim a vida de Bill, depois de ter perdido a pessoa que mais amava, nunca mais fora feliz. Vivia rodeado de pessoas, que o tratavam mal, não tinha o apoio dos pais e nem apoio de qualquer outra pessoa. Era como o patinho feio, apesar de ser o mais bonito dos cisnes, era posto de parte! Luana suspirou – Foi a primeira vez que te mutilaste? -olhou para o arbusto para onde havia atirado o canivete.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Dois Seres Especiais, Num Lugar Especial! - I

Olá meninas...
não é fic. É uma One Shot, que a Daniela anda a escrever, sim porque está dividida em partes. Hoje deixamos a primeira parte, da OS...
Esperemos que gostem.
Esta primeira parte, não é nada de especial, apresenta apenas as personagens e o lugar onde se vai passar a OS, ou a maior parte da OS.

Bjnhus!!

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Um jardim no centro da vila, conhecidos por muitos, desconhecidos por milhares. Apesar de ser naquele local, ninguém diria que estava no meio de uma vila, pois era um lugar muito sombrio e evitado por muitos. Só quem entrava dentro dele é que sabia o quão bonito e precioso, era.

Para uns servia para terem relações sexuais, para outros drogarem-se, matando-se assim aos poucos, também era usado por velhos que passavam lá tardes, ouvindo gemidos de jovens suados e possuídos pelo prazer que estavam a sentir, mas apesar disso nunca deixavam de o frequentar. As personagens que se seguem não tem nada a ver com as discrições feitas antes, pois não se drogavam, não eram velhos e muito menos se envolviam fisicamente, nunca haviam falado, cruzado sim, várias vezes por dia, pois não só partilhavam o mesmo espaço preferido, como andavam na mesma escola. Tinham vidas distintas, problemas diferentes, mas algo em comum, odiavam os fracos e os fortes. Um era o agredido e o outro era o agressor.

Ele era sempre o primeiro a chegar, sentava-se cruzando as pernas. Hoje não era excepção, sentou-se e ligou, de seguida o iPod e o seu olhar tornou-se vazio, não via nada do que acontecia naquele exacto momento, apenas as imagens que tanto lhe metiam nojo, aquilo pelo qual passava todos os dias da sua vida, por causa do seu aspecto. Ele tinha tudo, um óptimo corpo, era alto, bonito, inteligente, mas as pessoas discriminavam-no pela sua aparencia. Olhavam-no de lado, examinavam o seu corpo constantemente, para verificar se ele se mutilava, nunca encontravam qualquer vestígio, pois ele nunca o fizera, mas hoje estava com muita vontade de o fazer, retirou um canivete do bolso, olhou-o e rodou-o na mão, sem se aperceber que o fazia, estava tão distante, daquele jardim. Pensava na antiga escola, no irmão que morreu, e por causa dele se tornou no que é hoje, a falta que ele lhe fazia matava-o, cada vez mais, juntando aos maus tratos recebidos na escola e a distância dos pais em casa, ele tinha vontade de acabar definitivamente com a sua vida, macabra. Parou de rodar o canivete, puxou a manga da camisola para trás, e cerrou o punho, fazendo muita força para que os seus vasos sanguíneos ficassem bem visíveis, passando alguns minutos, linhas azuis eram bem visíveis no braço direito dele, e ele calmamente pressionou o canivete contra a sua pele, fazendo um pequeno e superficial corte, que começou a sangrar, olhou-o o seu sangue e lágrimas escorriam pela sua cara à medida que o sangue deslizava ao longo do braço, caindo na relva húmida, quando fugia do limite do braço.
Ela era o oposto dele, por ter perdido a mãe, pois foi ser morta pelo próprio pai, tornou-se a pessoa mais cruel que qualquer ser pode imaginar, tinha uns olhos pretos e um olhar carregado de ódio, odiava os fracos, porque tinham amor, eram felizes, tinham uma vida demasiado fácil, estes eram vulneráveis, caiam nas suas garras facilmente. Já os fortes eram como ela, e isso também lhe metia nojo, faziam mal aos outros, por puro prazer, nem tinham motivo para o praticar, não é que ela o tivesse, mas achava que tinha bons motivos, também a sua roupa era de tons escuros. O crepúsculo era a altura do dia em que ela se dirigia para o seu local, lá pensava de tudo o que fazia aos outros, recordava a mãe, o cabrão do pai, os dias em que fora violada e espancada, os dias em que passava fome, os dias em que agredia os ‘’fracos’’, por eles terem tudo o que lhe roubaram. Caminhava pelo jardim, olhando todos à volta, ninguém como previ-a. Olhou em frente e viu-o a cometer a maior loucura de todos os tempos, não ele não podia fazer, ele não, ela correu na sua direcção, as imagens da mãe passavam-lhe pela memória. Atirou-se para cima do rapaz, tirando-lhe o canivete logo da mão e atirando-o para o meu de um arbusto. Ele olhou-a confuso e antes que começa-se a falar, ela iniciou o ser discurso – Nunca mais voltes a faze-lo! – Ralhou – lhe, ele permanecia imóvel olhando o seu pulso, que tinha um leve corte na pele branca, ela continuou – Não o tornes a fazer. Aqui não. Não sabes o sofrimento que irias provocar às pessoas que gostam de ti! – Cuspiu as palavras, sem ter medo de se ferir a si própria, ou a revelar o seu maior segredo, a morte da mãe. Mas se o tivesse de fazer, não tinha qualquer problema. Ele ao ouvir as palavras dela, decidiu responder – E quem é que gosta de mim? – As lágrimas deslizavam pela sua face pálida, mas maravilhosa ao mesmo tempo, para ele não tinha quem gosta-se dele, não tinha o tão amado irmão, que morreu, os pais não queriam saber dele, para nada e não tinha amigos – Não faço aqui nada. Estou farto deste mundo. Quero morrer, quero ir ter com ele. – Chorava apertando o pulso ferido, gritava os seus olhos apesar de brilhantes devido às lágrimas, estavam carregados de ódio. Ela ao ouvir aquilo sentiu-se a morrer, afinal também ele havia perdido alguém muito especial, e não era por isso que fazia mal aos outros, mas queria-se matar, isso não nunca lhe havia passado pela cabeça, tinha que fazer algo para dissuadi-lo de tal pensamento – Não o faças. Em também perdi alguém muito especial, não tenho amigos e não me quero matar. – Disse sentando-se junto dele. O silêncio instalou-se entre os dois, Bill ao longo do tempo, que passou, parou de chorar e o seu sangue parou de escorrer, Luana mantinha-se quieta, arrancava relva e brincava com ela, partindo-a em bocadinhos. Estiveram assim durante meia hora, Luana deixou que Bill parasse de chorar, só depois é que, talvez, fala-se com ele. Mas nem foi preciso meter conversa que ele principiou-se. Sem a olhar, e com o seus olhos postos na céu, o dia desaparecia e dava lugar a noite, perguntou-lhe algo que ele desejava saber – Como é que a perdeste? – Ela olhou também o céu, mantinham-se com os olhos presos nele, ela respirou fundo e depois deixou sair o ar segundos antes inalado, fazendo um leve ruído.
Começou o monólogo:
- Há 5 anos eu...
_________________________________________________
P.S - Se tiverem gostado a daniela continua a postar, se não tiverem gostado, avisem e ela não posta mais...
Bjs

domingo, 9 de agosto de 2009

Aviso.

Olá!!
Amores nós achamos que já comentamos todas as fic's!!
Mas não temos a certeza...Por isso, se nós comenta-mos a vossa, avisem-nos!! Por favor!
E queremos pedir já desculpa, para o caso de não termos comentado! Mas foram tantas fic's que lemos, que nós já andavamos perdidas!!

Foi uma semana quase sempre a ler e a comentar!!

Já sabem se não comentamos a vossa fic, avisam e nós comentamos!!

Também queriamos pedir à Barbara Kaulitz o link dela!! Pois não conseguimos encontrar o blog dela... E queremos encontrar!! bjs

domingo, 2 de agosto de 2009

Avisoo!!!

Hallo!!!
já voltamos de ferias...
vamos começar a ler e a comentar as vossas fic's, a partir de dia segunda feira, 3 de Agosto!!
Temos saudades das vossas fic's e vamos tentar ser o mais rápidas possível a comentar....
Desculpem termos deixado de comentar, mas não levamos pc's... bjs

sábado, 11 de julho de 2009

Amores vamos de férias, só voltamos em agosto...por isso o proximo capitulo ainda vai demorar mais tempo que o normal...;)

bjinhus....:)

Até breve............................................................:P

Blog do Tom;

Visitem o Blog do tom, encontra-se no site oficial dos Tokio Hotel...

bjinhus

19º capitulo - mais um ano lectivo;

ola...
Mais um capitulo.... não esta grande coisa mas foi o que se conseguiu arranjar....
desculpem a demora...
beijinhos



Mais um dia amanheceu, Diana foi a primeira a acordar, olhou para o lado e ali estava Bill, Diana sorriu e passou-lhe a mão pelo seu rosto. Diana sentia-se fraca e cansada… levantou-se da cama com cuidado para que Bill não acorda-se, dirigiu-se até á cozinha para comer qualquer coisa, no fim foi até á sala, Tom e Sofia que adormeceram no safa ainda dormiam… Diana sentou-se num pequeno sofá que se encontrava ao fundo da sala e deixou-se levar pelos seus pensamentos….
Sofia acordou, olhou em frente e viu Diana com o pensamento distante, levantou-se do sofá cuidadosamente e foi ate junto dela…
Sofia: que se passa? - Passou-lhe a mão pelo ombro enquanto se sentava junto dela…Diana permaneceu imóvel durante alguns segundos, olhou para Sofia…
Diana: não percebo o motivo de tudo isto. - Olhou para o chão.
Sofia: não penses nisso agora…
Diana: se eu apanho aquela cabra…
Sofia: agora tu não vais fazer nada… vais descansar ate ficares 100% e então depois pensamos nisso, pode ser? – Diana sorriu.
Diana: que é que eu fazia sem uma amiga como tu?
Sofia: nada, sem mim não existias… -Sorriu
Diana: podes crer que não. Já viste a quantidade de coisas que aconteceram depois de que tu te mudas-te para cá?
Sofia: mudou assim tanta coisa?
Diana: o Bill nem olhava para mim, quer dizer acho eu, tu apareces-te o Tom começou a meter-se contigo e o Bill aproximou-se…
Sofia: pois foi…. Sorriu, Tom acordou.
Tom: bom dia princesas….
Sofia: bom dia amor.
Diana: bom dia….
Tom: então Diana como te sentes hoje?
Diana: bem…pronta para outra. – Sorriu.
Tom: não digas isso nem a brincar. Levantou-se dirigindo-se até elas e beijou Sofia.
Diana: vou ver se o Bill já acordou.
Tom: ainda esta a dormir com os anjinhos…
Diana: pois deve estar, vou tomar banho e mudar de roupa pode ser que ele entretanto acorde. Até já.
Sofia: ate já.
Tom: então e nós? Prometes-te que hoje me compensavas…
Sofia: eu sei, mas agora quero ir a casa mudar de roupa e tomar um banho…
Tom: só se eu poder ir contigo. – Fez um sorriso maroto.
Sofia: ok, vou só dizer a Diana e vamos.
Tom e Sofia saíram, Diana foi tomar banho, enquanto que Bill estava a dormir…passou um hora, Diana deitou-se no sofá a ver Tv. e Bill não demorou muito a aparecer…
Bill: bom dia princesa…- Beijou-a na testa
Diana: bom dia…- … Diana levantou-se para cima e Bill sentou-se a seu lado.
Bill: então como estas hoje?
Diana: bem, mas sinto-me cansada.
Bill: não devias estar na cama?
Diana: não me apetece.
Bill: o meu irmão e a Sofia?
Diana: foram a casa mudar de roupa.
Bill: que se passa? - Diana tinha o olhar fixo na parede.
Diana: nada. – Desviou o olhar e fez um esgar sorriso.
Bill: eu conheço-te, que tal começares a contar em que estas a pensar.
Diana: queria ver a Alexandra. – Levantou-se, ficando de costas para Bill.
Bill: queres vê-la para que?
Diana: depois do que ela me fez isto não vai ficar assim.
Bill: que estas a pensar fazer? - Virou-a para si e com a mão segurava o seu rosto para que este não mudasse de direcção.
Diana: não sei… - libertou-se da mão de Bill e olhou pela janela que permanecia atrás deles.
Bill: Oh mor esquece isso… o que importa é que tu estas bem.
Diana: nunca vou esquecer o que ela me fez. – A campainha tocou.
Bill: eu vou abrir. – Dirigiu-se para a porta, era o Tom e a Sofia.
Tom: bom dia maninho...
Sofia: bom dia Bill…
Bill: Bom dia - Dirigiram-se para a sala. – Ainda bem que chegaram, quero ir a casa tomar banho e mudar de roupa mas não a queria deixar sozinha.
Diana: eu não sou nenhuma criancinha, posso perfeitamente ficar em casa sozinha.
Bill: mas assim eu não fico descansado.
Sofia: não te preocupes nós ficamos com ela enquanto vais a casa.
Bill: obrigada, eu não demoro…. – Foi dar um beijo á Diana e saiu.
Diana: deve pensar que eu não posso ficar em casa sozinha.
Tom: o meu irmão e assim.
Sofia: está só preocupado contigo…
Bill foi a casa enquanto Tom, Diana e Sofia ficaram em casa da Diana… assim passou uma hora.
Bateram á porta, era Bill.
Tom: uma hora Bill? Disse com um ar admirado.
Bill: tu demoras mais…
Diana: bem vamos almoçar?
Sofia: realmente já se comia qualquer coisa…
Tom: podíamos ir ali ao restaurante do lado…
Bill: ao restaurante? A Diana não pode sair de casa.
Diana: não posso porque? – Olhou-o indignada.
Bill: não podes fazer esforços.
Diana: Bill? Por amor de Deus, eu não vou fazer esforços apenas vou almoçar. E aliás eu sinto-me muito bem.
Tom: então vamos.
Bill: ok, mas depois voltamos logo para casa.
Sofia: como queiras, agora vamos se não eu desfaleço. – Pegou na mala e dirigiu-se para a porta, enquanto os outros a seguiam.
Bill: vamos no meu carro.
Tom: no meu: P
Bill: porque no teu?
Tom: porque o meu é melhor.
Bill: aí sim? Em quê?
Diana: vão parar?
Sofia: que importa o carro?
Bill: eu quero ir no meu.
Tom: e eu quero ir no meu
Sofia: parecem crianças. Tom vais no teu e tu vais no teu.
Diana: encontramo-nos a entrada.
Bill/Tom/Sofia: te já.

(No carro de Tom)

Sofia: qual é o prazer que tu e o Bill têm em estar sempre a discutir quando no fundo não conseguem passar um sem o outro?
Tom: não conseguimos controlar.
Sofia: parem putos.
Acabaram por chegar.
Tom: mas tu gostas. – Saíram do carro…
Sofia: será bom ou mau?
Tom: é óptimo. Beijou-a
Bill e Diana já os esperavam na entrada. Quando entraram dentro do restaurante tiveram uma surpresa, Alexandra e Mariana almoçavam mesmo á sua frente…………

sexta-feira, 19 de junho de 2009

News songs!!!

hallo meninas...
bem só queríamos enformar, para quem ainda não sabe, que no youtube já passam excertos das musicas ''Pain of Love'' e ''the dark side of the sun'', duas das novas musicas dos Tokio hotel.
tem os vídeos, ali na barra de vídeos!! alguns não dão... mas experimentem todos...lool

a nossa opinião em relação às novas musicas, estão lindas, perfeitas! Diferentes do que estávamos habituadas a ouvir dos Tokio... Achamos que valeu bem a espera, que continua! Pois isto são apenas excertos de duas músicas...aguardamos pelo CD! x'D


Bjinhus

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Desafio!!

Desafio!!!





Regras:
-Mencionar quem te ofereceu o selo.
- Estrelinha do Tom e da joaninha_K
-Completar a frase:
- Eu sou a luz e quero iluminar... todos os momentos de tristeza,para que se transformem em alegres momentos!
- Passar o selo a 5 blogs que se considere luz, avisando-os da oferta.
KÜSS
P.S - Nós não merecemos esta medalha!! Mas temos que agradecer à estrelinha, por achar que merecemos..Obrigada Estrelinha do tom... Bjs
P.S2 - Ah e todas as nossas leitoras merecem a medalha de ouro, não estivemos a selecionar, foram as primeiras que nos apareceram e foram as escolhidas...TODAS MERECEM!!!

terça-feira, 16 de junho de 2009

Mais um ano lectivo! - cap.18

Olá meninas lindas...
desculpem a demora, mas com o final do ano electivo, entre trabalhos e testes não houve tempo para escrever... Mas cá está o capitulo ( finalmente)... Nada de especial, mas foi o melhor que se conseguiu...bjs

__________________________________________________________
18 Cap


Bill, Tom e Sofia passaram a noite toda na sala de espera do hospital a aguardar notícias de Diana até que elas chegaram.
A Diana estava fora de perigo, não tinha sido nada de grave, apenas perdeu algum sangue o que a levou a perder os sentidos. Bill ficou aliviado, tirando o facto que já não iam de viagem, mas isso neste momento não era importante para ele mas sim o bem-estar de Diana. Aliás têm sempre outras oportunidades.
Sofia dormia no colo de Tom enquanto este último dormia encostado a uma cadeira, por sinal Bill não conseguia dormir, estava á espera de poder entrar para ver Diana, que ainda não podia receber visitas pois estava a dormir e precisava de repouso.
Passaram algumas horas, Sofia acordou.
Sofia: bom dia Bill, já há notícias da Diana? – disse levantando-se.
Bill: sim, ela esta bem, apenas perdeu algum sangue e perdeu os sentidos.
Sofia: já estives-te com ela?Bill: não, ela está a dormir e o médico disse-me para esperar que em breve me chamava, já passaram algumas horas e nada. – Refilou.
Sofia: o que importa é que ela esta bem.
Bill: se eu apanho aquela Alexandra não sei o que lhe faço. – Apertou as mãos, uma contra a outra.
Sofia: não podemos fazer nada de cabeça quente. - Olhou para o Tom que dormia profundamente.
Bill: eu sei mas não se vai livrar de uma breve conversa.
Sofia: primeiro vamo-nos preocupar com a Diana. – Passou-lhe a mão pelo ombro. – Vou tomar um café queres alguma coisa?
Bill: não.
Sofia: devias tomar qualquer coisa, assim que ela acordar eles avisam. – Afirmou.
Bill: não me apetece nada, obrigada á mesma.
Sofia: tu é que sabes, eu volto já. – Sofia dirigiu-se para o bar.
Bill sentou-se á espera, mas o que ele mais queria não acontecia.
Bill: porque será que estão a demorar tanto??? – Perguntou a si mesmo, esta espera estava a irrita-lo profundamente, queria vê-la, abraça-la e acima de tudo beija-la, sem conseguir controlar abanava a sua perna direita. Passou-se mais algum tempo e Bill pegou numa revista, que desfolhou à velocidade da luz, Tom acordou e coçou os olhos depois gemeu, pois doíam-lhe as costas
Tom: Bom dia, Bill! – Exclamou ensonado – Ela já acordou? – Ajeitou-se na cadeira
Bill: Não! – Disse impaciente, atirou a revista para cima da mesa, que continha outras revistas
Tom: A Sara? – Disse olhando envolta e não a vendo
Bill: Foi comer. – Bill levantou-se e começou a andar às voltas, naquela pequena sala de espera, que lhe causava claustrofobia.
Tom: Relaxa! – Pediu, olhando o irmão naquele estado – Ela está bem, deve estar a dormir… - Fez uma pausa, para arranjar uma forma de o acalmar – Ela é viciada em dormir e agora que primeiro que acorde. – Bill olhou-o
Bill: Oh Tom, por favor! Ambos sabemos que os médicos, não a iam deixar dormir assim tanto tempo! – Bill já temia que ela tivesse piorado durante a noite – Eles têm que a analisar. – Tom engoliu em seco, sabia que Bill tinha razão
Tom: Pois! Mas ela está bem. – Tentou convencer o gémeo disso. Olhou Sofia que se aproximava – Bom dia, amor! – Sorriu-lhe
Sofia: Bom dia! – Beijaram-se – Então Bill?? – Olhou o rapaz que olhava pela janela e abanava uma perna
Bill: então?? Nada. Ninguém diz nada… que nervos! – Serrou os punhos
Tom: Vamos aguardar mais um bocado! Se ninguém disser nada, vamos ter com alguma enfermeira! – Bill virou-se rapidamente para Tom, era isso, como é que ele não se tinha pensado nisso. Ia perguntar a alguém por Diana
Bill: É isso! – Gritou, e saiu a correr para dentro do corredor, onde Diana estava, Tom e Sofia, ficaram a olha-lo. Encontrou uma enfermeira – Olhe desculpe, há novidades da Diana Fonseca?? – A mulher olhou-o e corou
Enfermeira: Ela está óptima! Acordou à uma hora! – Bill olhou-a passado – eu esqueci-me de o avisar, desculpe! – Bill olhou-a para ela chocado, estava a gozar com ele, é que só podia. Tinha passado a noite num desespero constante e quando Diana acorda esquecem-se de o avisar
Bill: A senhora o que?? – Elevou o tom de voz, ela ia começar a falar mas ele interrompeu-a – Olhe esqueça, não estou com paciência para discursos e discussões, etc – Fez uma pausa – Diga-me onde é que ela está! – Disse num tom, para que ela se despachasse.
Enfermeira: Quarto 18. – Bill nem agradeceu, saiu a correr em direcção ao quarto, bateu à porta.
Diana: entre! – A porta entreabriu-se e detrás dela surgiu o Bill, ela sorriu e ele também, aproximou-se dela – Olá!
Bill: Olá! – Bill agarrou a mão dela - Como estás?
Diana: Farta de estar aqui! – Bufou, Bill sorriu
Bill: Já te disseram quando tinhas alta? – Olhou a rapariga, que tinha pequenos pensos na testa e no pescoço.
Diana: Hoje! Estão à espera do resultado do TAC que me fizeram e depois posso ir! – Sorriu
Bill: Amor, não tenho roupa, para ti, aqui. – Corou, ele com toda esta agitação não se lembrou de roupa para Diana
Diana: Não posso ir com esta bata! – Olhou para ela e torceu o nariz
Bill: Eu vou dizer ao Tom! – Disse olhando a porta – Venho já! – Beijou Diana, nos lábios e saiu
Tom: Então?? – Perguntou mal viu entrar Bill, na sala
Bill: Ela está bem, vai ter alta hoje… - Olhou-os – Têm que ir a casa dela! – Eles olharam-no
Tom: Fazer o quê? – Perguntou confuso
Bill: Buscar roupa para ela!
Sofia: Vamos ali ao shopping! É mais perto. – Sugeriu
Bill: E tu sabes o tamanho da roupa dela?
Tom: Elas são quase gémeas. Tem o mesmo corpo! – disse olhando Sofia
Sofia: Sim, sei o tamanho! Eu venho já! – Disse pegando na sua mala e saindo do hospital
Tom: Posso entrar contigo? – Olhou Bill, este sorriu e assentiu com a cabeça, foram em direcção do quarto de Diana, entraram e viram que estava acompanhada por um médico, saudaram-na
Médico: Diana, estás óptima. Tens algumas marcas e dois pontos na testa. Não tens traumatismos nenhuns! – Sorriu
Diana: Quando posso sair daqui? – Perguntou impaciente, o médico riu-se
Médico: Daqui a pouco, passo por aqui e passo-te o papel para teres alta! – Olhou a ficha de Diana e acrescentou mais algumas coisas – Tenho que te receitar uma pomada e uns comprimidos para as dores! – O médico foi-se embora. Bill contou a Tom e a Diana o que a enfermeira tinha feito e eles riram-se, mas também não gostaram da atitude dela, pois não tinha profissionalismo, não era competente para o cargo que tinha. Talvez tivesse ficado no turno na noite e o cansaço era em demasia e ela já nem se recordava de certas coisas, por isso eles resolveram esquecer o assunto. Entretanto Sofia chegou, com quatro sacos na mão.
Sofia: Olá! – Abraçou a amiga – Estás fixe? – Olhou-a e sorriu
Diana: Óptima! Pronta para outra! – Comentou, foi logo alvo dos olhares dos gémeos – Estou a brincar! – Levantou as mãos, eles reviraram os olhos
Sofia: Fui comprar roupinha para ti! – Pousou os sacos em cima da cama – Vê! – Deu-lhe os sacos, Diana abriu o primeiro, o mais pequeno era uma langerie preta.
Tom: Gosto! – Comentou observando as duas peças íntimas da cunhada, Bill mandou-lhe uma cotovelada – Calma!
Sofia: Tom menos! – Olhou-o. Diana abriu o segundo e nele continha um fato de treino, preto com riscas brancas, o das adidas. – É discreto, mas eu sei que gostas e que não te apetece vestir nada muito arrojado!
Diana: É verdade! Adoro. – Abriu o terceiro saco, tinha uns ténis brancos, com riscas pretas tão eles das adidas e umas meias pretas. – Pensas em tudo! – Comentou olhando a amiga que sorria
Bill: O que terá no último saco? – Perguntou a Tom
Tom: Tampões! – Brincou, Bill deu uma gargalhada
Bill: Cromo! – Diana abriu o ultimo saco e de lá retirou uma escova e uma fita para o cabelo – Afinal não são!
Tom: Pois não! Mas a saca era tão pequena, podia ser! – Encolheu os ombros
Diana: Podem sair – olhou os gémeos – Eu quero-me vestir! – Pediu
Tom: Ok! – Tom levantou-se e Bill foi atrás dele, mas voltou para trás, depositou um beijo nos lábios de Diana e saiu
Sofia: Eu depois chamo-vos! – Disse antes de eles saírem. Diana vestiu-se, recebeu a noticia que já poderia sair do hospital e depois foram todos para casa de Diana. Como os pais dela não estavam, tinham ido para Inglaterra, numa viagem de negócios, os 4 iam dormir todos em casa dela. Jantaram e depois estiveram a ver TV, mas Diana sentiu-se cansada e foi para o seu quarto. Bill seguiu-a e fez-lhe companhia. Já na sala Tom e Sofia viam televisão, agarradinhos.
Tom: Hoje ainda não tivemos o nosso espaço! – Disse beijando Sofia na cara
Sofia. Foi um dia complicado. Amanhã compenso-te amor! – Beijaram-se com desejo, olharam-se nos olhos e sorriram, estes estavam completamente in love. Continuaram a ver TV e a trocar carícias e miminhos a noite fora, adormecendo no sofá.
No quarto de Diana, passava-se quase a mesma coisa.
Bill: Como está a minha princesa? – Olhou Diana deitada na cama
Diana: Com saudades do seu príncipe! – Sorriu, puxando Bill para si, beijando-o – Amo-te! – Exclamou
Bill: Eu também te amo! – Olhou-a nos olhos – Amanhã vamos andar de gôndola! – sorriu-lhe
Diana: Ia-mos! Se não tivesse ido para o hospital. – Lamentou
Bill: Vamos para a próxima! – Virou-se para Diana, esta sorriu
Diana: Ok! Tenho sono! – Disse sentindo as suas pálpebras a fecharem, Bill beijou-a nos lábios e depois olhando-a nos olhos disse:
Bill: Então dorme! Amo-te! – As luzes apagaram-se, nada se via naquele quarto, apenas escuridão, mas lá pernoitavam dois corpos com duas almas apaixonadas.

sábado, 16 de maio de 2009

oi , não, ainda não é mais um capitulo...
ainda vai demorar porque tivemos um problema com os pc´s... mas durante esta semana esperamos poder conclui-lo...jinhu para todas....

sábado, 25 de abril de 2009

17º capitulo - mais um ano lectivo

Mais um ano lectivo

Demorou mas chegou.
Aqui esta mais um capitulo, não esta nas melhores condições mas foi o melhor que se pode arranjar, esperamos que gostem.
Desculpem a demora.
Eaperamos pelos comentários... :-)


17º Capitulo

Era hoje dia 26 de Dezembro, aproximava-se o grande dia, a passagem de ano, para não falar da viagem do Bill e da Diana. Partiam já no dia seguinte, as malas já estavam prontas, as saudades já se faziam sentir.
Tom e Bill estavam em casa á espera de Diana e Sofia, tinham combinado encontrar-se para depois saírem os quatro.
Tom: logo vamos até onde?
Bill: não sei, primeiro vou dar uma volta por ai com a Diana e depois encontramo-nos num bar ou qualquer coisa.
Tom: ok, eu agora também vou sair com a Sofia para ir não sei aonde.
Bill: não sabes onde vais?
Tom: não, ela disse que queria ir comprar qualquer coisa e sabes que eu tenho que ir com ela.
Bill: pois porque corres o risco que ela compre outra saia daquelas grandes.
Tom: importas-te de não me lembrares disso?
Bill: é seguro deixar-te aqui sozinho?
Tom: claro que sim, além disso eu não fico sozinho.
Bill: praticamente, a Sofia não vai passar 24 horas contigo.
Tom: eu vou-me portar bem.
Bill: será?
Tom: é isso que eu faço sempre.
Bill: é isso que me assusta.
Entretanto a campainha tocou.
Tom: eu vou abrir.
Bill: não quem vai sou eu.
Tom: quem vai sou eu
Bill: eu, amanha já não a abro.
Tom: ok, vai lá tu.
Bill foi abrir a porta enquanto que Tom se deixou cair sobre o sofá.
Bill: olá meninas.
Sofia: olá Bill.
Diana: Olá amor. – Beijaram-se.
Sofia: olá piolhoso.
Tom: não venhas com isso.
Sofia: vamos?
Tom: fazer o que?
Sofia: quero ir comprar uma coisa, anda lá levanta-te.
Bill: afinal onde é que vocês vão?
Diana: olha que tu deves ter muito haver com isso.
Bill: ele é meu irmão, tenho o direito de saber.
Tom: nem eu sei.
Sofia: vamos ou não?
Tom: vamos lá, até logo maninho.
Bill: até logo, depois diz alguma coisa.
Sofia: chão.
Diana: e nós?
Bill: estava a pensar ir dar uma volta a beira-mar.
Diana: acho uma óptima ideia.
Bill e Diana caminhavam, de mão dada, pela praia, levavam na outra mão as suas sapatilhas. Iam junto á água, não havia muita ondulação, por isso, eles não necessitaram de arregaçar muito as calças, apenas o suficiente para não molhar as calças.
Diana – Adoro este sítio, esta calma! – Disse inspirando a brisa fresca que se fazia sentir
Bill – Eu também! – Disse olhando a água que embatia nos seus pés
Diana – Amo-te tanto, obrigada pela oportunidade! - Parou e virou-se para o mar
Bill – Pela oportunidade? – Perguntou confuso
Diana – Sim, por andares comigo! – Disse começando a despir as suas calças, queria ir dar um mergulho, apesar de a água estar gelada
Bill – Eu amo-te há muito tempo, fui burro não ter dado esta oportunidade a mim e a ti, antes! – Lamentou, olhava Diana que apenas estava de roupa interior
Diana – Mas antes tarde do que nunca. – Sorriu e mergulhou, Bill arrepiou-se e pensou como é que ela era capaz de mergulhar em águas tão geladas
Bill – és completamente doida, sabias? – Disse quando Diana saiu do mar, a tremer, ela sorriu – Tens frio? – Perguntou preocupada
Diana – Ya, tenho! – Sorriu – Mas tu estás aqui, para alguma coisa! – Fez um sorriso perverso seguido de um olhar
Bill – Não vejo para quê? – Fez um ar de desentendido
Diana – Humm… - Olhou Bill, com olhar maroto – não me surpreende – voltou a olha-lo, ele observava os movimentos dela – Acho que vou morrer com frio! – Lamentou
Bill – Creio que não! – Sorriu e puxou-a para si, beijou-a fugazmente, as suas mãos deslizavam pelas costas despidas de Diana, causando-lhe arrepios
Diana – Ainda continuo com frio! – Queixou-se
Bill – A seria? – Fez um sorriso irónico
Diana – Ya! – Sorriu, Bill voltou a beija-la e a agarra-la pela cintura, mas agora com mais intensidade, o frio que Diana sentira segundos antes desaparecera. Bill, parou o beijo e arrastou Diana para trás das rochas, ela olhou-o desconfiada
Bill – Vou-te aquecer! – Disse e beijou-a outra vez, Diana entrelaçou os seus braços, à volta do pescoço de Bill, este levou as suas mãos até ao rabo de Diana e apertou-o suavemente, fazendo com que ela liberta-se um pequeno gemido de desejo, Bill sorriu, sem parar de a beijar. Dentaram-se na areia, Bill beijava o pescoço de Diana e ela passava as suas mãos pelas costas de Bill, arranhando por causa do desejo que este lhe provocava. Bill passou a beijar o peito de Diana dando pequenas mordidelas, esta gemia de prazer, cada vez gemia mais alto. Bill sabia aquilo que fazia, e fazia-o muito bem! Começou a desapertar o soutien de Diana, deixando-a apenas de cuecas, e beijou-lhe as mamas e deu leves dentadas nos bicos, Diana arqueou as costas. Diana tirou a camisola de Bill e rodou sobre ele, agora iria vingar-se dele, começou a beija-lo e a desabotoar o botão das suas calças e depois meteu uma mão por dentro das calças e reparou que Bill estava muito excitado, ela sorriu, tirou de lá a mão e começou a beijar o troco de Bill, dando mordidelas ao longo do seu tronco, Bill já estava ‘’farto’’ de sofrer e rodou sobre Diana, tirando as suas calças, com bastante rapidez, agora ambos estavam apenas com uma única peça de roupa, Diana tinha alguma areia no seu corpo, Bill limpava-a com uma mão enquanto com a outra percorria uma perna de Diana. Esta puxou-o para Si e beijou-o, ele retirou as roupas que faltavam a ambos, foi as suas calças e tirou um preservativo do bolso
Diana – andas prevenido – comentou
Bill – Pois. Nunca se sabe o que pode acontecer! – disse metendo o preservativo e deitou-se depois sobre Diana, beijou-a e depois penetrou-a, ela gemeu devido a penetração. Bill começou com movimentos calmos e lentos, Diana arqueava as costas ainda com desejo, Bill beijava-lhe o pescoço enquanto a penetrava. Os movimentos tornaram-se mais rápidos e violentos, eles abafavam os gemidos com beijos, que aumentavam mais o desejoso e faziam com que nenhum dos quisesse parar com o acto, atingiram ambos o orgasmo ao mesmo tempo, mas não pararam continuaram até que Bill, caiu de exaustão sobre Diana. Esta beijou-lhe os cabelos e acariciava-lhe as costas, enquanto tentavam estabilizar as respirações, que se encontravam ofegantes.
Tom e Sofia estavam a caminho de casa para saírem com o Bill e Diana, aproxima-se a hora da partida.
Tom: queres que te leve a casa?
Sofia: sim, é melhor quero ir tomar banho.
Tom: e depois como é que vens? queres que te vá buscar?
Sofia: eu vou ter a tua casa.
Tom: eu posso-te ir buscar.
Sofia: ok.
Tom: esta semana vai custar a passar.
Sofia: pois nunca estives-te assim tanto tempo sem o Bill.
Tom: pois esse é que vai ser o problema.
Sofia: mas vai ser bom para ele estar a sós com a Diana.
Tom: pois vai, mas podia-me levar
com eles.
Sofia: e deixavas-me aqui sozinha.
Tom: arranjava lá uma. – sorriu.
Sofia: é bom saber. – olhou pelo vidro.
Tom: estava a brincar. – pegou-lhe na mão.
Sofia: tu é que sabes.
Tom: Olha e nós o que vamos fazer na passagem de ano?
Sofia: não sei logo se vê.
Tom: sim, olha daqui a uma hora venho aqui para te buscar
Sofia: ok, até já. – Beijou-o
Passada uma hora, Tom foi buscar Sofia e depois encontraram-se os quatro num bar ali perto.
Diana: até que enfim que chegaram. – Refilou.
Tom: são tudo saudades?
Diana: sim, mas não tuas, da Sofia.
Bill: Também era o que faltava.
Sofia: bem, vamos entrar ou vamos ficar aqui á porta?
Diana: é irmos entrando.
Sofia: olha, esta ali uma mesa vazia.
Tom: vão indo para lá que nós vamos pedir bebidas.
Diana: ok, eu quero uma vodka de morango.
Tom: e tu amor?
Sofia: pode ser o mesmo…
Tom: voltamos já.
Diana e Sofia encaminharam-se para a mesa, pelo caminho viram a Mariana e a Alexandra.
Diana: acho que vão ser das únicas pessoas que não vou ter saudades.
Sofia: deixa-as para lá. Elas não merecem a nossa atenção.
Diana: não me sinto bem com elas aqui.
Sofia: não vais ficar assim a noite toda, pois não?
Diana: não, elas estão na vida delas e nós na nossa.
Sofia: sim, e hoje é a vossa última noite aqui.
Bill: aqui estão as bebidas.
Diana/ Sofia: obrigada
Tom: aquelas duas são mesmo cabras.
Bill: não lhe ligues.
Sofia: é o que elas querem.
Diana: mas já enervam.
Tom: deixa para lá, hoje é a ultima noite que passam cá temos que festejar.
Enquanto Tom dizia isto Alexandra passava a beira da mesa, ouvindo a conversa.
Alexandra: vais viajar Bill?
Tom: Que é que tu queres?
Alexandra: desculpa mas não falei contigo.
Bill: se fosses embora? É que a tua presença incomoda.
Alexandra: tenho tantas saudades tuas.
Diana: já te disseram para ires embora.
Alexandra: se não reparas-te eu não estava a falar contigo.
Diana: e tu se não reparas-te aqui ninguém quer falar contigo.
Sofia: Diana tem calma.
Tom: Alexandra vai-te embora.
Alexandra: eu estava a falar com o Bill.
Bill: mas eu não quero falar contigo.
Alexandra: essa cabra deu-te mesmo a volta á cabeça.
Diana: cabra és tu e a tua amiga, agora põe-te a andar daqui antes que…
Alexandra: antes que tu o que?
Bill: Alexandra vai-te embora.
Alexandra: agora a conversa é com a tua namoradinha.
Sofia: deixa a Diana em paz
Alexandra: eu acho que ela não precisa que tu a defendas já que esta com a força toda.
Tom: já te disseram para saíres daqui.
Diana: fica tu a saber que eu não tenho medo de ti.
Alexandra: pois eu também não tenho medo de ti cabra.
Diana deu um estalo a Alexandra, que rapidamente se fez notar na sua cara.
Alexandra: tu pagas-mas.
Alexandra agarrou Diana pelos cabelos, enquanto que Diana lhe ferrou num braço e a empurrou contra uma mesa. Alexandra não se ficou e empurrou Diana, esta foi contra um vidro que se encontrava por detrás dela, caiu no chão e ficou imóvel. Bill correu para ela.
Bill: Diana? Diana? Acorda.
Sofia: Tom chama o 112. - Tom pegou no telemóvel e ligou.
Bill: Diana?
Sofia: se acontece alguma coisa á Diana podes ter a certeza que vais fazer companhia ao diabo. – Disse agarrando a Alexandra por um braço. – Agora desaparece.
Tom: a ambulância já vem a caminho