Mais um ano lectivo
Demorou mas chegou.
Aqui esta mais um capitulo, não esta nas melhores condições mas foi o melhor que se pode arranjar, esperamos que gostem.
Desculpem a demora.
Eaperamos pelos comentários... :-)
17º Capitulo
Era hoje dia 26 de Dezembro, aproximava-se o grande dia, a passagem de ano, para não falar da viagem do Bill e da Diana. Partiam já no dia seguinte, as malas já estavam prontas, as saudades já se faziam sentir.
Tom e Bill estavam em casa á espera de Diana e Sofia, tinham combinado encontrar-se para depois saírem os quatro.
Tom: logo vamos até onde?
Bill: não sei, primeiro vou dar uma volta por ai com a Diana e depois encontramo-nos num bar ou qualquer coisa.
Tom: ok, eu agora também vou sair com a Sofia para ir não sei aonde.
Bill: não sabes onde vais?
Tom: não, ela disse que queria ir comprar qualquer coisa e sabes que eu tenho que ir com ela.
Bill: pois porque corres o risco que ela compre outra saia daquelas grandes.
Tom: importas-te de não me lembrares disso?
Bill: é seguro deixar-te aqui sozinho?
Tom: claro que sim, além disso eu não fico sozinho.
Bill: praticamente, a Sofia não vai passar 24 horas contigo.
Tom: eu vou-me portar bem.
Bill: será?
Tom: é isso que eu faço sempre.
Bill: é isso que me assusta.
Entretanto a campainha tocou.
Tom: eu vou abrir.
Bill: não quem vai sou eu.
Tom: quem vai sou eu
Bill: eu, amanha já não a abro.
Tom: ok, vai lá tu.
Bill foi abrir a porta enquanto que Tom se deixou cair sobre o sofá.
Bill: olá meninas.
Sofia: olá Bill.
Diana: Olá amor. – Beijaram-se.
Sofia: olá piolhoso.
Tom: não venhas com isso.
Sofia: vamos?
Tom: fazer o que?
Sofia: quero ir comprar uma coisa, anda lá levanta-te.
Bill: afinal onde é que vocês vão?
Diana: olha que tu deves ter muito haver com isso.
Bill: ele é meu irmão, tenho o direito de saber.
Tom: nem eu sei.
Sofia: vamos ou não?
Tom: vamos lá, até logo maninho.
Bill: até logo, depois diz alguma coisa.
Sofia: chão.
Diana: e nós?
Bill: estava a pensar ir dar uma volta a beira-mar.
Diana: acho uma óptima ideia.
Bill e Diana caminhavam, de mão dada, pela praia, levavam na outra mão as suas sapatilhas. Iam junto á água, não havia muita ondulação, por isso, eles não necessitaram de arregaçar muito as calças, apenas o suficiente para não molhar as calças.
Diana – Adoro este sítio, esta calma! – Disse inspirando a brisa fresca que se fazia sentir
Bill – Eu também! – Disse olhando a água que embatia nos seus pés
Diana – Amo-te tanto, obrigada pela oportunidade! - Parou e virou-se para o mar
Bill – Pela oportunidade? – Perguntou confuso
Diana – Sim, por andares comigo! – Disse começando a despir as suas calças, queria ir dar um mergulho, apesar de a água estar gelada
Bill – Eu amo-te há muito tempo, fui burro não ter dado esta oportunidade a mim e a ti, antes! – Lamentou, olhava Diana que apenas estava de roupa interior
Diana – Mas antes tarde do que nunca. – Sorriu e mergulhou, Bill arrepiou-se e pensou como é que ela era capaz de mergulhar em águas tão geladas
Bill – és completamente doida, sabias? – Disse quando Diana saiu do mar, a tremer, ela sorriu – Tens frio? – Perguntou preocupada
Diana – Ya, tenho! – Sorriu – Mas tu estás aqui, para alguma coisa! – Fez um sorriso perverso seguido de um olhar
Bill – Não vejo para quê? – Fez um ar de desentendido
Diana – Humm… - Olhou Bill, com olhar maroto – não me surpreende – voltou a olha-lo, ele observava os movimentos dela – Acho que vou morrer com frio! – Lamentou
Bill – Creio que não! – Sorriu e puxou-a para si, beijou-a fugazmente, as suas mãos deslizavam pelas costas despidas de Diana, causando-lhe arrepios
Diana – Ainda continuo com frio! – Queixou-se
Bill – A seria? – Fez um sorriso irónico
Diana – Ya! – Sorriu, Bill voltou a beija-la e a agarra-la pela cintura, mas agora com mais intensidade, o frio que Diana sentira segundos antes desaparecera. Bill, parou o beijo e arrastou Diana para trás das rochas, ela olhou-o desconfiada
Bill – Vou-te aquecer! – Disse e beijou-a outra vez, Diana entrelaçou os seus braços, à volta do pescoço de Bill, este levou as suas mãos até ao rabo de Diana e apertou-o suavemente, fazendo com que ela liberta-se um pequeno gemido de desejo, Bill sorriu, sem parar de a beijar. Dentaram-se na areia, Bill beijava o pescoço de Diana e ela passava as suas mãos pelas costas de Bill, arranhando por causa do desejo que este lhe provocava. Bill passou a beijar o peito de Diana dando pequenas mordidelas, esta gemia de prazer, cada vez gemia mais alto. Bill sabia aquilo que fazia, e fazia-o muito bem! Começou a desapertar o soutien de Diana, deixando-a apenas de cuecas, e beijou-lhe as mamas e deu leves dentadas nos bicos, Diana arqueou as costas. Diana tirou a camisola de Bill e rodou sobre ele, agora iria vingar-se dele, começou a beija-lo e a desabotoar o botão das suas calças e depois meteu uma mão por dentro das calças e reparou que Bill estava muito excitado, ela sorriu, tirou de lá a mão e começou a beijar o troco de Bill, dando mordidelas ao longo do seu tronco, Bill já estava ‘’farto’’ de sofrer e rodou sobre Diana, tirando as suas calças, com bastante rapidez, agora ambos estavam apenas com uma única peça de roupa, Diana tinha alguma areia no seu corpo, Bill limpava-a com uma mão enquanto com a outra percorria uma perna de Diana. Esta puxou-o para Si e beijou-o, ele retirou as roupas que faltavam a ambos, foi as suas calças e tirou um preservativo do bolso
Diana – andas prevenido – comentou
Bill – Pois. Nunca se sabe o que pode acontecer! – disse metendo o preservativo e deitou-se depois sobre Diana, beijou-a e depois penetrou-a, ela gemeu devido a penetração. Bill começou com movimentos calmos e lentos, Diana arqueava as costas ainda com desejo, Bill beijava-lhe o pescoço enquanto a penetrava. Os movimentos tornaram-se mais rápidos e violentos, eles abafavam os gemidos com beijos, que aumentavam mais o desejoso e faziam com que nenhum dos quisesse parar com o acto, atingiram ambos o orgasmo ao mesmo tempo, mas não pararam continuaram até que Bill, caiu de exaustão sobre Diana. Esta beijou-lhe os cabelos e acariciava-lhe as costas, enquanto tentavam estabilizar as respirações, que se encontravam ofegantes.
Tom e Sofia estavam a caminho de casa para saírem com o Bill e Diana, aproxima-se a hora da partida.
Tom: queres que te leve a casa?
Sofia: sim, é melhor quero ir tomar banho.
Tom: e depois como é que vens? queres que te vá buscar?
Sofia: eu vou ter a tua casa.
Tom: eu posso-te ir buscar.
Sofia: ok.
Tom: esta semana vai custar a passar.
Sofia: pois nunca estives-te assim tanto tempo sem o Bill.
Tom: pois esse é que vai ser o problema.
Sofia: mas vai ser bom para ele estar a sós com a Diana.
Tom: pois vai, mas podia-me levar
com eles.
Sofia: e deixavas-me aqui sozinha.
Tom: arranjava lá uma. – sorriu.
Sofia: é bom saber. – olhou pelo vidro.
Tom: estava a brincar. – pegou-lhe na mão.
Sofia: tu é que sabes.
Tom: Olha e nós o que vamos fazer na passagem de ano?
Sofia: não sei logo se vê.
Tom: sim, olha daqui a uma hora venho aqui para te buscar
Sofia: ok, até já. – Beijou-o
Passada uma hora, Tom foi buscar Sofia e depois encontraram-se os quatro num bar ali perto.
Diana: até que enfim que chegaram. – Refilou.
Tom: são tudo saudades?
Diana: sim, mas não tuas, da Sofia.
Bill: Também era o que faltava.
Sofia: bem, vamos entrar ou vamos ficar aqui á porta?
Diana: é irmos entrando.
Sofia: olha, esta ali uma mesa vazia.
Tom: vão indo para lá que nós vamos pedir bebidas.
Diana: ok, eu quero uma vodka de morango.
Tom: e tu amor?
Sofia: pode ser o mesmo…
Tom: voltamos já.
Diana e Sofia encaminharam-se para a mesa, pelo caminho viram a Mariana e a Alexandra.
Diana: acho que vão ser das únicas pessoas que não vou ter saudades.
Sofia: deixa-as para lá. Elas não merecem a nossa atenção.
Diana: não me sinto bem com elas aqui.
Sofia: não vais ficar assim a noite toda, pois não?
Diana: não, elas estão na vida delas e nós na nossa.
Sofia: sim, e hoje é a vossa última noite aqui.
Bill: aqui estão as bebidas.
Diana/ Sofia: obrigada
Tom: aquelas duas são mesmo cabras.
Bill: não lhe ligues.
Sofia: é o que elas querem.
Diana: mas já enervam.
Tom: deixa para lá, hoje é a ultima noite que passam cá temos que festejar.
Enquanto Tom dizia isto Alexandra passava a beira da mesa, ouvindo a conversa.
Alexandra: vais viajar Bill?
Tom: Que é que tu queres?
Alexandra: desculpa mas não falei contigo.
Bill: se fosses embora? É que a tua presença incomoda.
Alexandra: tenho tantas saudades tuas.
Diana: já te disseram para ires embora.
Alexandra: se não reparas-te eu não estava a falar contigo.
Diana: e tu se não reparas-te aqui ninguém quer falar contigo.
Sofia: Diana tem calma.
Tom: Alexandra vai-te embora.
Alexandra: eu estava a falar com o Bill.
Bill: mas eu não quero falar contigo.
Alexandra: essa cabra deu-te mesmo a volta á cabeça.
Diana: cabra és tu e a tua amiga, agora põe-te a andar daqui antes que…
Alexandra: antes que tu o que?
Bill: Alexandra vai-te embora.
Alexandra: agora a conversa é com a tua namoradinha.
Sofia: deixa a Diana em paz
Alexandra: eu acho que ela não precisa que tu a defendas já que esta com a força toda.
Tom: já te disseram para saíres daqui.
Diana: fica tu a saber que eu não tenho medo de ti.
Alexandra: pois eu também não tenho medo de ti cabra.
Diana deu um estalo a Alexandra, que rapidamente se fez notar na sua cara.
Alexandra: tu pagas-mas.
Alexandra agarrou Diana pelos cabelos, enquanto que Diana lhe ferrou num braço e a empurrou contra uma mesa. Alexandra não se ficou e empurrou Diana, esta foi contra um vidro que se encontrava por detrás dela, caiu no chão e ficou imóvel. Bill correu para ela.
Bill: Diana? Diana? Acorda.
Sofia: Tom chama o 112. - Tom pegou no telemóvel e ligou.
Bill: Diana?
Sofia: se acontece alguma coisa á Diana podes ter a certeza que vais fazer companhia ao diabo. – Disse agarrando a Alexandra por um braço. – Agora desaparece.
Tom: a ambulância já vem a caminho
…
sábado, 25 de abril de 2009
domingo, 19 de abril de 2009
Tom..
olá meninas lindas...
Ainda não é o capitulo, isso talvez amanhã... a escritora anda com falta de imaginação..lol bjs
Nós queria-mos falar sobre o que aconteceu ao Tom... o que foi feio!
Bem dizem que ele agrediu uma fã, o que não está confirmado, pois, para já só existe o depoimento dela.
Nós achamos que nenhum dos dois foi correcto. Ela não devia ter apagado o cigarro no vidro do carro do Tom, e ele não devia ter partido para a violência. Isso não resolve nada. Mas se formos a ver a gaja é que ‘‘teve’’ culpa, pois o Tom ao atirar-lhe o cigarro, ela devia ter percebido que ele não queria ‘‘conversa’’e não estava bem-disposto. E por não ter gostado da atitude de Tom, pegou no cigarro no vidro do carro. Ninguém gostava que lhe fizessem isso, independentemente de ser famoso ou não. (Nós também a teríamos agredido)
Todavia, o Tom não deveria a ter agredido, isso não iria resolver o ‘‘ problema’’ do vidro, muito pelo contrário arranjou-lhe outros problemas.
Nós ficamos um bocadinho tristes com o que aconteceu e nem conseguimos acreditar, pois ele adora as suas fãs e raparigas, mas acreditamos que o Tom fez aquilo, se é que o fez, porque não estava num dia ‘’bom’’…
E apesar de tudo ele continua a ser PERFEITO e nós continuamos a gostar dele… bjs
Ainda não é o capitulo, isso talvez amanhã... a escritora anda com falta de imaginação..lol bjs
Nós queria-mos falar sobre o que aconteceu ao Tom... o que foi feio!
Bem dizem que ele agrediu uma fã, o que não está confirmado, pois, para já só existe o depoimento dela.
Nós achamos que nenhum dos dois foi correcto. Ela não devia ter apagado o cigarro no vidro do carro do Tom, e ele não devia ter partido para a violência. Isso não resolve nada. Mas se formos a ver a gaja é que ‘‘teve’’ culpa, pois o Tom ao atirar-lhe o cigarro, ela devia ter percebido que ele não queria ‘‘conversa’’e não estava bem-disposto. E por não ter gostado da atitude de Tom, pegou no cigarro no vidro do carro. Ninguém gostava que lhe fizessem isso, independentemente de ser famoso ou não. (Nós também a teríamos agredido)
Todavia, o Tom não deveria a ter agredido, isso não iria resolver o ‘‘ problema’’ do vidro, muito pelo contrário arranjou-lhe outros problemas.
Nós ficamos um bocadinho tristes com o que aconteceu e nem conseguimos acreditar, pois ele adora as suas fãs e raparigas, mas acreditamos que o Tom fez aquilo, se é que o fez, porque não estava num dia ‘’bom’’…
E apesar de tudo ele continua a ser PERFEITO e nós continuamos a gostar dele… bjs
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Novas Fic's!
Nós vamos deixar aqui o nome das nossas fic's que estao a ser escritas e descrevelas um pouco!!!Para que depois escolham a proxima fic a ser postada....bjs
Um amor atribulado!
As férias na Alemanhã
As duas bandas
I Found you!
Um amor atribulado! - ainda só tem 20 cap. a personagens principais são o Bill o Tom e mais duas raparigas. passa-se na Alemanhã. E pode-se dizer que a vida dos gemeos não vai ser facil.
As férias na Alemanhã - alguns ''episódios'' aconteceram mesmo,primeira fic e talvez a mais engraçada... passa-se na Alemanhã,e 5 dias em Portugal, onde muita coisa acontece!! Fala dos TH e umas amigas...Está quase acabada.
As duas bandas - só tem ainda 7 capitulos. como o proprio nome indica, fala de duas bandas os Tokio Hotel e outra... vai haver muito romance e algumas desilosões... isto tudo durante uma tour pela Alemanhã...
I Found you!- Só ainda tem 10 caps, retrata a vida de Bill, antes de encontrar o seu amor verdadeiro e depois de o encontrar... E ao Tom também vai acontecer algo bom!!
Um amor atribulado!
As férias na Alemanhã
As duas bandas
I Found you!
Um amor atribulado! - ainda só tem 20 cap. a personagens principais são o Bill o Tom e mais duas raparigas. passa-se na Alemanhã. E pode-se dizer que a vida dos gemeos não vai ser facil.
As férias na Alemanhã - alguns ''episódios'' aconteceram mesmo,primeira fic e talvez a mais engraçada... passa-se na Alemanhã,e 5 dias em Portugal, onde muita coisa acontece!! Fala dos TH e umas amigas...Está quase acabada.
As duas bandas - só tem ainda 7 capitulos. como o proprio nome indica, fala de duas bandas os Tokio Hotel e outra... vai haver muito romance e algumas desilosões... isto tudo durante uma tour pela Alemanhã...
I Found you!- Só ainda tem 10 caps, retrata a vida de Bill, antes de encontrar o seu amor verdadeiro e depois de o encontrar... E ao Tom também vai acontecer algo bom!!
Mais um ano lectivo! - cap.16
olá olá... Mais um cap... O capitulo não está muito bom, porque é hot e nós não temos muito geito para essas coisa...lol bjs
Passaram algumas semanas, chegaram as férias de Natal. Tom já tinha resolvido os seus problemas mas mesmo assim continuava com medo. Bill e Diana estão nas nuvens, vão passar a passagem de ano a Veneza (a cidade do amor)
Diana acordou, levantou-se, foi ver as horas. Eram cinco e meia, então lembrou-se que Bill esperava por ela á meia hora, apressou-se a sair de casa. Chegou junto dele passado meia hora, ao todo uma hora de atraso.
Bill: finalmente.
Diana: desculpa adormeci.
Bill: tens noção de que estou aqui á espera á uma hora?
Diana: não foi por mal.
Bill: se fosse ao contrário também não gostavas.
Diana: já pedi desculpas.
Bill: ok, mas é a última vez.
Diana: ok, então e o Tom?
Bill: esta em casa. Anda em baixo de forma.
Diana: não gozes é xunga.
Bill: ele é que tem medo, qualquer dia a Sofia farta-se dele.
Diana: achas que sim? Ela nunca o faria.
Bill. Ele está a ficar maluco.
Diana: não fales assim do teu irmão.
Bill: então, é verdade. Aquela cena já passou á muito e ele ainda tem medo.
Diana: é normal, se fosses tu provavelmente farias o mesmo.
Bill: eu já lhe disse para ele ir falar com algum especialista ele diz que não quer.
Diana: A Sofia podia tentar convence-lo.
Bill: ela se lhe falar nisso ele muda logo de assunto.
Diana: quando ele se sentir preparado resolve esse assunto.
Bill: parece que tem 15 anos, com medo.
Diana: se calhar agora é como se fosse a primeira vez.
Bill: esperemos que a Sofia consiga por o antigo Tom de volta.
Diana: também não pode ficar assim para sempre.
Bill: pois, mas nós não viemos aqui para falar do meu irmão.
Diana: então?
Bill: queres que os nossos assuntos sejam os problemas do meu irmão?
Diana: não.
Bill: então tenho uma surpresa para ti.
Diana: o que?
Bill: não sei se diga.
Diana: ah dizes, dizes.
Bill: não sei, acho que é melhor não.
Diana: se tiveres amor á vida dizes.
Bill: tenho mais amor por ti que da vida.
Diana: que querido, mas não penses que é com palavras dessas que me dás a volta. Diz lá.
Bill: o que?
Diana: não te faças de parvo Bill Kaulitz.
Bill: ok.
Diana: então?
Bill: tenho dois bilhetes para uma semana em Veneza.
Diana: Veneza? Estas a gozar.
Bill: não.
Diana: e é quando?
Bill: na semana a seguir ao natal
Diana: passagem de ano em Veneza?
Bill: sim.
Diana: só os dois?
Bill: estas a pensar levar mais alguém?
Diana: não. Mas não sei se é seguro.
Bill: oh.
Diana: mas tu queres que eu vá?
Bill: a ideia era essa.
Diana: só por tu queres que eu vá eu vou.
Bill: também não tinhas outra opção…
Diana: será que não?
Bill: não. Bem que vamos fazer agora?
Diana: não sei estou por tua conta.
Bill: não sei se estas segura.
Diana: diz-me tu.
Bill: que tal irmos ate minha casa?
Diana: até tua casa?
Bill: sim, deve estar lá a Sofia.
Diana: então vamos.
Bill: eu pensei que ias por minha causa.
Diana: e vou, mas já não estou com a Sofia a algum tempo.
Bill: desde ontem.
Diana: já é muito.
Bill: não sei como é que vais passar uma semana sem ela.
Diana: tenho que a levar.
Bill: o que?
Diana: estou a brincar, quando estou contigo não preciso de mais ninguém.
Bill: ainda bem. – Aproximou-se para lhe dar um beijo mas Diana afastou-se.
Diana: amo-te.
Bill: eu também, agora posso-te dar um beijo ou ainda não?
Diana: não.
Bill:????
Diana: quem dá sou eu. – Aproximaram os lábios ate os juntarem.
Bill e Diana chegaram a casa de Bill, Tom estava a ver Tv.
Bill: olá maninho.
Diana: olá Tom.
Tom: olá.
Bill: por casa?
Tom: sim.
Diana. A Sofia não vem cá?
Tom: não sei, talvez.
Bill: esta tudo bem?
Tom: sim.
Bill: então anima-te.
Tom: oh.
Bill: estamos bem dispostos.
Diana: deixa-o lá.
O telemóvel de Diana tocou. Diana foi atender
Bill: o que se passa Tom?
Tom: já disse que nada.
Bill: agora estamos aqui sozinhos podes falar.
Tom: é a Sofia.
Bill: que foi agora?
Tom: esta diferente.
Bill: diferente como?
Tom: ausente.
Bill: pois realmente esta, neste momento, não esta aqui.
Tom: percebeste o que eu estava a dizer.
Bill: lá estas tu a delirar.
Tom: é verdade.
Bill: porque é que não ultrapassas esses medos e voltas a ser o mesmo Tom de antes?
Tom: não sei.
Diana: era a Sofia.
Tom: que é que ela queria?
Diana: falar comigo, ela vem aqui agora.
Bill: ainda bem pode ser que o Tom fique mais contente.
Diana: afinal o que se passa?
Tom: nada, o teu namoradinho é que esta a delirar.
Tocaram á campainha.
Bill: eu vou abrir.
Sofia: olá.
Bill: olá, ainda bem que chegas-te.
Sofia: que se passa?
Tom: nada. – Beijou-a.
Diana: essa saia é nova?
Sofia: sim, comprei-a hoje.
Tom: não achas que é curta de mais?
Bill: pois eu acho que lhe fica muito bem.
Tom: BILL?
Bill: é verdade.
Sofia: qual é o problema da saia não gostas Tom?
Tom: gosto mas acho-a muito curtinha.
Diana: é bem gira se calhar também vou comprar uma.
Bill: não acho certo.
Diana: porque?
Bill: porque a Sofia já tem uma e não vais comprar uma igual.
Diana: eu não disse que era igual, parecida.
Tom: ele não quer é que tu compres porque é muito curta.
Bill: também.- concordou
Diana: mas qual é o problema?
Bill: não gosto que a minha namorada use saias curtas.
Diana: mas quem tem que gostar sou eu.
Tom: pois é maninho.
Diana: e não te adianta ficar assim, agora é que eu vou comprar mesmo.
Bill: obrigadinha. - Amuou
Sofia: deu-lhes agora uma coisinha.
Tom: estas a pensar sair assim lá fora?
Sofia: já sai…
Tom: não me lembres disso.
Sofia: a saia não tem mal nenhum.
Tom: mas para prevenir eu vou-te levar a casa.
Sofia: não é preciso.
Tom: mas eu quero.
Sofia: mas eu não.
Tom: não queres que eu vá contigo?
Sofia: não é isso, mas eu não sou criancinha nenhuma.
Tom: está decidido eu vou e não se fala mais nisso.
Sofia: ok.
Tom: vamos até lá em cima?
Sofia: pode ser.
Bill: juizinho.
Tom: não te preocupes.
Já no quarto Sofia deitou-se em cima da cama de Tom, este aproximou-se e deitou-se ao lado.
Tom: continuo a achar a saia muito curta.
Sofia: e se te calasses?
Sofia deitou-se por cima de Tom, trocaram vários beijos e quando chegou á hora H Tom saiu como se estivesse a fugir de algo.
Sofia: que foi agora?
Tom: não sei se consigo fazer isto.
Sofia: não tens que ter medo.
Tom: é fácil falar…
Sofia: não confias em mim? Vamos tentar.
Tom permaneceu calado a olhar pela janela durante algum tempo.
Tom: e se corre mal?
Sofia: vai correr. – incentivou Tom aproximou-se de Sofia, beijou-a enquanto caíam novamente sobre a cama.
Tom caíra por cima de Sofia, esta agarrava-o pela cintura e beijava-o fugazmente, Tom, por sua vez, deixava que a sua mão direita desliza-se pela perna de Sofia, indo ‘’embater’’ na mini-saia de Sofia, fazendo com que esta subisse mais para cima. Tom estava a sentir algo a crescer dentro dos seus boxers, estava a ficar com vontade, muita vontade de o fazer, estava desejoso, o antigo Tom, estava de volta, mas queria confirma-lo melhor, por isso, beijou Sofia com mais intensidade e desejo, depois deixou os lábios de Sofia e começou a beijar-lhe o pescoço, as suas mãos já percorriam a cintura de Sofia, esta gemia de desejo, à muito que não fazia sexo, tal como Tom.
Sofia queria também controlar a situação, mas não o fez, pois queria que Tom o fizesse sozinho sem pressões. O corpo de Tom embatia no corpo de Sofia, devido a desejo que continha, ele parou de beijar o pescoço de Sofia, e olhou para ela sorrindo ela retribui o sorriso. Ela elevou-se para que Tom pode-se lhe tirar a t-shirt, assim fez, Tom vagarosamente tirou a t-shirt deixando Sofia em soutien. Tom apreciou os peitos perfeitos da namorada, que saudades que ele tinha de os beijar, mordiscar, etc.
Lentamente Sofia caia na cama enquanto Tom a beijava, e ela lhe tirava a sua t-shirt larga que ele portava, deixando-o em tronco nu. Tom passou a beijar-lhe os peitos e mordiscava-os à medida que avançava em direcção do mamilo de Sofia, esta gemia de puro prazer, deixando Tom satisfeito, ele estava quase de volta. Com a sua língua ele fez um traço até ao umbigo de Sofia, metendo lá a língua, fazendo com que Sofia arquear-se as costas e solta-se um gemido abafado, Tom sorriu. Levou a sua mão ao botão da saia e desapertou-a de seguida, Sofia puxou Tom para si e beijou-o uma, das suas mãos, desceu até ao cinto de Tom, desapertando-o com alguma dificuldade e depois desapertou as calças, sem nunca parar de beijar Tom.
Tom passou uma mão pela perna direita de Sofia e depois retirou-lhe a saia, livrando-se também das suas calças. Agora estavam apenas de roupa interior, apesar dos boxers de Tom serem largos notava-se uma saliência dentro deles, era o pénis de Tom que estava a crescer, ela estava de volta. Sofia e Tom olharam para lá e ambos sorriram pelos mesmos motivos. Sofia levantou-se e atirou-se para Tom que a agarrou pelo rabo, ela enroscou-se na cintura dele, ele rodou virando-se para a parede e depois encostou Sofia lá, segurando-a. Beijou-lhe o pescoço, as mamas, os ombros. Ela rodeou o pescoço de Tom com os braços e ele desapertou-lhe o soutien. Deixando Sofia apenas de cuecas. Tom estava cada vez mais desejosos de a penetrar, e começava a ficar farto disto, e Sofia também. Tom levou-a de novo para a cama e tirou-lhe as cuecas e ela tirou-lhe os boxers, ele foi à mesinha de cabeceira e tirou um preservativo, colocou-o e depois Sofia para pedir autorização e ela sorriu e ele beijou-a. Penetrou-a lentamente, pois temia não conseguir fazer a coisa que ele mais sabia fazer, outrora. À medida que a penetrava ela gemia e ele também, parecia a primeira vez de ambos, e na verdade era a primeira vez deles depois do que acontecera a Tom. Os movimentos tornaram-se mais rápidos, mais intensos, Sofia mordia o lábio inferior para conter os seus gemidos, Tom estava em grande, parecia que nunca o tinha deixado de o fazer. Ele também gemia e sorria ao mesmo tempo. Atingiram o orgasmo ao mesmo tempo. Tom saiu de cima de Sofia deitando-se junto dela, retirou o preservativo. Ambos sorriam, estavam satisfeitíssimos. O único som que se ouvia naquele quarto era as respirações desreguladas de Tom e Sofia.
À medida que o tempo foi passando as respirações voltaram ao normal, Tom continuava com um sorriso na cara, Sofia olhou para ele e sorriu-lhe. Tom tapou-os com o edredão, para que não tivessem frio
Tom: Amo-te tanto! – Disse enquanto passava o seu polegar direito pelos lábios de Sofia
Sofia: Eu também te amo muito! – Olhou-o
Tom: Obrigada!
Sofia: Pelo quê? – Perguntou confusa
Tom: Por tudo! Por me amares, por nunca me teres deixado, apesar de tudo… e por este momento!
Sofia: Eu faço tudo por ti. Não precisas de agradecer… obrigada por este momento, também!
Tom: Tu merecias. À muito que não tinhas, por minha causa! – Disse triste
Sofia: E eu quero lá saber. Era capaz de esperar, nem que fosse 10 anos por isso, se estivesses a meu lado! – Tom sorriu e beijou-a
Tom: És a minha metade a minha alma gémea.
Sofia: Pensava que era o Bill.
Tom: E é. Mas ele é diferente… Tu és aquela, és para sempre…nunca te quero perder, nunca!
Sofia: Eu também não te quero perder. E tu também és o tal. – Passou-lhe o dedo indicador pelo nariz
Tom: Ainda bem! – Voltou a beijá-la – Vamos tomar banho?
Sofia: Sim! Para depois irmos ter com a Diana e com o Bill…antes que eles façam asneiras.
Enquanto Sofia e Tom foram tomar banho, Diana e Bill estavam na sala a ver um filme de acção.
Lamenta-mos pela má qualidade do capitulo!
Passaram algumas semanas, chegaram as férias de Natal. Tom já tinha resolvido os seus problemas mas mesmo assim continuava com medo. Bill e Diana estão nas nuvens, vão passar a passagem de ano a Veneza (a cidade do amor)
Diana acordou, levantou-se, foi ver as horas. Eram cinco e meia, então lembrou-se que Bill esperava por ela á meia hora, apressou-se a sair de casa. Chegou junto dele passado meia hora, ao todo uma hora de atraso.
Bill: finalmente.
Diana: desculpa adormeci.
Bill: tens noção de que estou aqui á espera á uma hora?
Diana: não foi por mal.
Bill: se fosse ao contrário também não gostavas.
Diana: já pedi desculpas.
Bill: ok, mas é a última vez.
Diana: ok, então e o Tom?
Bill: esta em casa. Anda em baixo de forma.
Diana: não gozes é xunga.
Bill: ele é que tem medo, qualquer dia a Sofia farta-se dele.
Diana: achas que sim? Ela nunca o faria.
Bill. Ele está a ficar maluco.
Diana: não fales assim do teu irmão.
Bill: então, é verdade. Aquela cena já passou á muito e ele ainda tem medo.
Diana: é normal, se fosses tu provavelmente farias o mesmo.
Bill: eu já lhe disse para ele ir falar com algum especialista ele diz que não quer.
Diana: A Sofia podia tentar convence-lo.
Bill: ela se lhe falar nisso ele muda logo de assunto.
Diana: quando ele se sentir preparado resolve esse assunto.
Bill: parece que tem 15 anos, com medo.
Diana: se calhar agora é como se fosse a primeira vez.
Bill: esperemos que a Sofia consiga por o antigo Tom de volta.
Diana: também não pode ficar assim para sempre.
Bill: pois, mas nós não viemos aqui para falar do meu irmão.
Diana: então?
Bill: queres que os nossos assuntos sejam os problemas do meu irmão?
Diana: não.
Bill: então tenho uma surpresa para ti.
Diana: o que?
Bill: não sei se diga.
Diana: ah dizes, dizes.
Bill: não sei, acho que é melhor não.
Diana: se tiveres amor á vida dizes.
Bill: tenho mais amor por ti que da vida.
Diana: que querido, mas não penses que é com palavras dessas que me dás a volta. Diz lá.
Bill: o que?
Diana: não te faças de parvo Bill Kaulitz.
Bill: ok.
Diana: então?
Bill: tenho dois bilhetes para uma semana em Veneza.
Diana: Veneza? Estas a gozar.
Bill: não.
Diana: e é quando?
Bill: na semana a seguir ao natal
Diana: passagem de ano em Veneza?
Bill: sim.
Diana: só os dois?
Bill: estas a pensar levar mais alguém?
Diana: não. Mas não sei se é seguro.
Bill: oh.
Diana: mas tu queres que eu vá?
Bill: a ideia era essa.
Diana: só por tu queres que eu vá eu vou.
Bill: também não tinhas outra opção…
Diana: será que não?
Bill: não. Bem que vamos fazer agora?
Diana: não sei estou por tua conta.
Bill: não sei se estas segura.
Diana: diz-me tu.
Bill: que tal irmos ate minha casa?
Diana: até tua casa?
Bill: sim, deve estar lá a Sofia.
Diana: então vamos.
Bill: eu pensei que ias por minha causa.
Diana: e vou, mas já não estou com a Sofia a algum tempo.
Bill: desde ontem.
Diana: já é muito.
Bill: não sei como é que vais passar uma semana sem ela.
Diana: tenho que a levar.
Bill: o que?
Diana: estou a brincar, quando estou contigo não preciso de mais ninguém.
Bill: ainda bem. – Aproximou-se para lhe dar um beijo mas Diana afastou-se.
Diana: amo-te.
Bill: eu também, agora posso-te dar um beijo ou ainda não?
Diana: não.
Bill:????
Diana: quem dá sou eu. – Aproximaram os lábios ate os juntarem.
Bill e Diana chegaram a casa de Bill, Tom estava a ver Tv.
Bill: olá maninho.
Diana: olá Tom.
Tom: olá.
Bill: por casa?
Tom: sim.
Diana. A Sofia não vem cá?
Tom: não sei, talvez.
Bill: esta tudo bem?
Tom: sim.
Bill: então anima-te.
Tom: oh.
Bill: estamos bem dispostos.
Diana: deixa-o lá.
O telemóvel de Diana tocou. Diana foi atender
Bill: o que se passa Tom?
Tom: já disse que nada.
Bill: agora estamos aqui sozinhos podes falar.
Tom: é a Sofia.
Bill: que foi agora?
Tom: esta diferente.
Bill: diferente como?
Tom: ausente.
Bill: pois realmente esta, neste momento, não esta aqui.
Tom: percebeste o que eu estava a dizer.
Bill: lá estas tu a delirar.
Tom: é verdade.
Bill: porque é que não ultrapassas esses medos e voltas a ser o mesmo Tom de antes?
Tom: não sei.
Diana: era a Sofia.
Tom: que é que ela queria?
Diana: falar comigo, ela vem aqui agora.
Bill: ainda bem pode ser que o Tom fique mais contente.
Diana: afinal o que se passa?
Tom: nada, o teu namoradinho é que esta a delirar.
Tocaram á campainha.
Bill: eu vou abrir.
Sofia: olá.
Bill: olá, ainda bem que chegas-te.
Sofia: que se passa?
Tom: nada. – Beijou-a.
Diana: essa saia é nova?
Sofia: sim, comprei-a hoje.
Tom: não achas que é curta de mais?
Bill: pois eu acho que lhe fica muito bem.
Tom: BILL?
Bill: é verdade.
Sofia: qual é o problema da saia não gostas Tom?
Tom: gosto mas acho-a muito curtinha.
Diana: é bem gira se calhar também vou comprar uma.
Bill: não acho certo.
Diana: porque?
Bill: porque a Sofia já tem uma e não vais comprar uma igual.
Diana: eu não disse que era igual, parecida.
Tom: ele não quer é que tu compres porque é muito curta.
Bill: também.- concordou
Diana: mas qual é o problema?
Bill: não gosto que a minha namorada use saias curtas.
Diana: mas quem tem que gostar sou eu.
Tom: pois é maninho.
Diana: e não te adianta ficar assim, agora é que eu vou comprar mesmo.
Bill: obrigadinha. - Amuou
Sofia: deu-lhes agora uma coisinha.
Tom: estas a pensar sair assim lá fora?
Sofia: já sai…
Tom: não me lembres disso.
Sofia: a saia não tem mal nenhum.
Tom: mas para prevenir eu vou-te levar a casa.
Sofia: não é preciso.
Tom: mas eu quero.
Sofia: mas eu não.
Tom: não queres que eu vá contigo?
Sofia: não é isso, mas eu não sou criancinha nenhuma.
Tom: está decidido eu vou e não se fala mais nisso.
Sofia: ok.
Tom: vamos até lá em cima?
Sofia: pode ser.
Bill: juizinho.
Tom: não te preocupes.
Já no quarto Sofia deitou-se em cima da cama de Tom, este aproximou-se e deitou-se ao lado.
Tom: continuo a achar a saia muito curta.
Sofia: e se te calasses?
Sofia deitou-se por cima de Tom, trocaram vários beijos e quando chegou á hora H Tom saiu como se estivesse a fugir de algo.
Sofia: que foi agora?
Tom: não sei se consigo fazer isto.
Sofia: não tens que ter medo.
Tom: é fácil falar…
Sofia: não confias em mim? Vamos tentar.
Tom permaneceu calado a olhar pela janela durante algum tempo.
Tom: e se corre mal?
Sofia: vai correr. – incentivou Tom aproximou-se de Sofia, beijou-a enquanto caíam novamente sobre a cama.
Tom caíra por cima de Sofia, esta agarrava-o pela cintura e beijava-o fugazmente, Tom, por sua vez, deixava que a sua mão direita desliza-se pela perna de Sofia, indo ‘’embater’’ na mini-saia de Sofia, fazendo com que esta subisse mais para cima. Tom estava a sentir algo a crescer dentro dos seus boxers, estava a ficar com vontade, muita vontade de o fazer, estava desejoso, o antigo Tom, estava de volta, mas queria confirma-lo melhor, por isso, beijou Sofia com mais intensidade e desejo, depois deixou os lábios de Sofia e começou a beijar-lhe o pescoço, as suas mãos já percorriam a cintura de Sofia, esta gemia de desejo, à muito que não fazia sexo, tal como Tom.
Sofia queria também controlar a situação, mas não o fez, pois queria que Tom o fizesse sozinho sem pressões. O corpo de Tom embatia no corpo de Sofia, devido a desejo que continha, ele parou de beijar o pescoço de Sofia, e olhou para ela sorrindo ela retribui o sorriso. Ela elevou-se para que Tom pode-se lhe tirar a t-shirt, assim fez, Tom vagarosamente tirou a t-shirt deixando Sofia em soutien. Tom apreciou os peitos perfeitos da namorada, que saudades que ele tinha de os beijar, mordiscar, etc.
Lentamente Sofia caia na cama enquanto Tom a beijava, e ela lhe tirava a sua t-shirt larga que ele portava, deixando-o em tronco nu. Tom passou a beijar-lhe os peitos e mordiscava-os à medida que avançava em direcção do mamilo de Sofia, esta gemia de puro prazer, deixando Tom satisfeito, ele estava quase de volta. Com a sua língua ele fez um traço até ao umbigo de Sofia, metendo lá a língua, fazendo com que Sofia arquear-se as costas e solta-se um gemido abafado, Tom sorriu. Levou a sua mão ao botão da saia e desapertou-a de seguida, Sofia puxou Tom para si e beijou-o uma, das suas mãos, desceu até ao cinto de Tom, desapertando-o com alguma dificuldade e depois desapertou as calças, sem nunca parar de beijar Tom.
Tom passou uma mão pela perna direita de Sofia e depois retirou-lhe a saia, livrando-se também das suas calças. Agora estavam apenas de roupa interior, apesar dos boxers de Tom serem largos notava-se uma saliência dentro deles, era o pénis de Tom que estava a crescer, ela estava de volta. Sofia e Tom olharam para lá e ambos sorriram pelos mesmos motivos. Sofia levantou-se e atirou-se para Tom que a agarrou pelo rabo, ela enroscou-se na cintura dele, ele rodou virando-se para a parede e depois encostou Sofia lá, segurando-a. Beijou-lhe o pescoço, as mamas, os ombros. Ela rodeou o pescoço de Tom com os braços e ele desapertou-lhe o soutien. Deixando Sofia apenas de cuecas. Tom estava cada vez mais desejosos de a penetrar, e começava a ficar farto disto, e Sofia também. Tom levou-a de novo para a cama e tirou-lhe as cuecas e ela tirou-lhe os boxers, ele foi à mesinha de cabeceira e tirou um preservativo, colocou-o e depois Sofia para pedir autorização e ela sorriu e ele beijou-a. Penetrou-a lentamente, pois temia não conseguir fazer a coisa que ele mais sabia fazer, outrora. À medida que a penetrava ela gemia e ele também, parecia a primeira vez de ambos, e na verdade era a primeira vez deles depois do que acontecera a Tom. Os movimentos tornaram-se mais rápidos, mais intensos, Sofia mordia o lábio inferior para conter os seus gemidos, Tom estava em grande, parecia que nunca o tinha deixado de o fazer. Ele também gemia e sorria ao mesmo tempo. Atingiram o orgasmo ao mesmo tempo. Tom saiu de cima de Sofia deitando-se junto dela, retirou o preservativo. Ambos sorriam, estavam satisfeitíssimos. O único som que se ouvia naquele quarto era as respirações desreguladas de Tom e Sofia.
À medida que o tempo foi passando as respirações voltaram ao normal, Tom continuava com um sorriso na cara, Sofia olhou para ele e sorriu-lhe. Tom tapou-os com o edredão, para que não tivessem frio
Tom: Amo-te tanto! – Disse enquanto passava o seu polegar direito pelos lábios de Sofia
Sofia: Eu também te amo muito! – Olhou-o
Tom: Obrigada!
Sofia: Pelo quê? – Perguntou confusa
Tom: Por tudo! Por me amares, por nunca me teres deixado, apesar de tudo… e por este momento!
Sofia: Eu faço tudo por ti. Não precisas de agradecer… obrigada por este momento, também!
Tom: Tu merecias. À muito que não tinhas, por minha causa! – Disse triste
Sofia: E eu quero lá saber. Era capaz de esperar, nem que fosse 10 anos por isso, se estivesses a meu lado! – Tom sorriu e beijou-a
Tom: És a minha metade a minha alma gémea.
Sofia: Pensava que era o Bill.
Tom: E é. Mas ele é diferente… Tu és aquela, és para sempre…nunca te quero perder, nunca!
Sofia: Eu também não te quero perder. E tu também és o tal. – Passou-lhe o dedo indicador pelo nariz
Tom: Ainda bem! – Voltou a beijá-la – Vamos tomar banho?
Sofia: Sim! Para depois irmos ter com a Diana e com o Bill…antes que eles façam asneiras.
Enquanto Sofia e Tom foram tomar banho, Diana e Bill estavam na sala a ver um filme de acção.
Lamenta-mos pela má qualidade do capitulo!
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