quarta-feira, 31 de março de 2010

Duas Bandas! - 9


Olá meninas! =)


Obrigada pelos comentários! Ainda bem que continuam a acompanhar o blog.
Desculpem pela demora! Mas continua ser complicado!


Hoje o Georg faz 23 aninhos! Parabéns ao melhor baixista da face da Terra!




Sobre a fic:

>Não vai acontecer nada entre o Bill e a Diana! * Por enquanto não *
>Neste cap. Só aparecem eles os dois!

Dedica-mos o capítulo a todas as meninas.
Bjus

______________________________________
Bill – Não é nada de especial! – Entreviu olhando a Diana que estava admirada com o escritório. A rapariga olhou-o.
Diana – Eu gosto! Não sabia que guardavam os vossos trabalhos! – Falou olhando a estante, repleta de todos os discos deles.
Bill – Guarda-mos. Temos orgulho no que fazemos. – Sorriu vagamente.
Diana – Eu também guardei o meu 1º álbum. – Admitiu.
Bill – O meu primeiro não. Está muito mau. – As suas bochechas ganharam uma cor rosada. Diana observou-o e sorriu
Diana – Eu já ouvi algumas músicas dos Devilish e gostei! – Comentou e olhou as guitarras.
Bill – Ui está horrível. – Lamentou, sorrindo suavemente.
Diana – Não está nada! – Contradizia-o – Posso tocar guitarra? – Perguntou olhando o Kaulitz
Bill – Sabes tocar? – Perguntou admirado, não estava a espera que ela toca-se algum instrumento.
Diana – Claro. Tu não sabes muito sobre nós pois não? – Olhou-o sorridente. A expressão de embaraço do vocalista da banda sensação era cómica.
Bill – Para dizer a verdade não. Foi o David que tratou de tudo. Nós ainda não tivemos tempo para analisar o vosso currículo. – Admitiu coçando a cabeça. – Mas sim podes tocar! – Sorriu-lhe. Diana foi buscar uma guitarra acústica preta, era da Gibson.
Diana – É perfeita! – Olhava a guitarra babada.
Bill – Fui eu que ofereci ao Tom e… - Ela interrompeu-o.
Diana – É linda. Tem a ver contigo! – Sorriu
Bill – Foi aquela que me chamou logo a atenção, para ser sincero nem pensei se o Tom ia gostar ou não, comprei-a logo! – Diana sorriu, olhando o rapaz. Ele afinal era engraçado.
Diana – Mas ele gostou? – Perguntou curiosa. Sentou-se em frente do rapaz, que a mirava.
Bill – Adorou. É por isso que está aqui em casa e não junto das outras que são usadas nos concertos! – Sorriu olhando a guitarra.
Diana – Pois. Ela parece que não é muito usada. – Passou os dedos pelas cordas.
Bill – Eu acho que ele só a usou umas quatro vezes. – Disse olhando a mão da morena que deslizavam pelas cordas, formando uma suave melodia.
Diana – Então se calhar é melhor não tocar! – Parou de tocar de tocar aquela melodia, que estava a encantar Bill Kaulitz.
Bill – Não. Ele não se importa. – Sorriu, na tentativa de ela não parar de tocar.
Diana – Talvez não devesse tocar… - Não se sentia confortável, estar a usar uma guitarra com muito significado para Tom.
Bill – Toca a vontade. É na boa! – Afirmou sorrindo.
Diana – Ok. Então no fim toco! – Pousou a guitarra noutra cadeira
Bill – Tu é que sabes… Bem vamos começar… humm… trabalhar? – Ambos se riram. O moreno procura uma pasta onde tinha a estrutura do palco e a lista das músicas.
Diana – O que andas a procurar? – Olhou-o, ele remexia tudo o que estava nas gavetas, mas parecia não encontrar.
Bill – A capa onde tenho as coisas do concerto – Falou abrindo uma pasta – Acho que encontrei! – Sorriu tentando mostrar um ar convencido. Diana sorriu e abanou a cabeça levemente.
Diana – Este é o palco? – Interrogou-o, olhando uma folha com um palco desenhado, que Bill lhe acabara de lhe passar.
Bill – Ya! – Afirmou, remexia nos papéis da capa. A jovem olhou-o, ele não era muito bom para trabalhar num escritório. Nem mostrava ter sentido de organização. Aquilo fê-la rir e ele olhou-a um tanto embaraçado. – Esta vida não é para mim. – Sorriu.
Diana – Nota-se! Olha o palco está perfeito… - Elogiou, observava o papel com atenção – tem espaço para que eu e a Sara possamos dançar de vez em quando.
Bill – Então não mudas nada? – Falava enquanto olhava a lista de músicas.
Diana – Não. – Pousou a folha e olhou-o a observar atentamente um papel, que o conteúdo deste, ela desconhecia.
Bill – Quantas músicas vão tocar? – Olhou-a por cima da folha
Diana – 9. Mas o tempo que estivermos em palco, dirá tudo! – Deixou-se afundar na cadeira.
Bill – Ya. Vão estar em palco 45 minutos. – Disse-lhe lendo uma nota que Jost havia deixado na capa.
Diana – Mas não era apenas 30 minutos? – Sentou-se direita na cadeira e olhou o Kaulitz atentamente.
Bill – Pois. O David deixou aqui a dizer que eram 45. – Apontou para a nota, que estava escrita numa letra cuidada, mas em alemão. Torceu o nariz.
Diana – Como posso eu saber se não percebo alemão? – Riu-se. Estava a brincar com o rapaz, mas a verdade era que não percebia nada da língua da banda do momento. Bill corou.
Bill – Esqueci-me desse pequeno pormenor. – Passou o dedo na ponta do nariz, coçando-o.
Diana – Pequeno? – Arqueou a sobrancelha. Ele só podia estar a brincar com ela. O vocalista sorriu.
Bill – Sim pequeno. – Garantiu num tom de voz calmo e seguro. Não era o fim do mundo.
Diana – Como é que eu vou falar com as pessoas? Se alguém falar para mim como vou responder ou perceber o que me estão a dizer? – Perguntou preocupada. Só agora dava conta que estava metida num bico-de-obra.
Bill – Então e eu? Como faço nos outros países? – Interrogou-a sorrindo carinhosamente. Ela era cómica. Estava a fazer uma tempestade num copo de água.
Diana – Falas em inglês! – Rematou, não estava a perceber onde ele queria chegar.
Bill – E tu fazes o mesmo. Falas em inglês! – Esclareceu. Diana corou todinha. Ele tinha toda a razão. Ela esquecera-se que também falava em inglês. Mas de certo modo a culpa era de Bill, ela sentia dificuldade em estar 100% concentrada com ele perto de si. Não sabia explicar. O moreno olhou-a nos olhos, um castanho-escuro, um olhar brilhante. Ela arrepiou-se ao sentir o olhar dele cravado no seu, aquele olhar castanho - avelã que derretia milhões e a ela deixava-a na dúvida. Desviou o olhar, não aguentando mais, apenas olha-lo.
Diana – Talvez tenha razão. – Quebrou o clima que se começava a instalar.
Bill – Lol. – Sorriu e desviou o olhar de Diana, concentrando-se nos papéis. Mas o que estava ele a fazer. Não havia conseguido controlar-se.
Diana – Mas vai ser difícil na mesma. Acho que vou ter que ter umas aulinhas de alemão! – Acrescentou. Estava-se a instalar um clima estranho.
Bill – Tu é que sabes. Mas tu falas muito bem inglês, penso que é desnecessário. – Sorriu, também ele sentia o clima que se instalara.
Diana – Pois, talvez. Mas assim aprendo mais uma língua. – Lia a nota de Jost.
Bill – Sim, isso é bom. – Olhava-a, sorriu levemente devido as caretas que ela fazia.
Diana – Não percebo nada. Nem ler isto sei. – Barafustou, afastando a capa dela. O rapaz riu-se.
Bill – Alemão é difícil mas português é muito mais. – Mal acabara de falar, Diana olhou-o de lado.
Diana – Ou não! – Tentou contradizer o jovem vocalista.
Bill – Ambos sabemos que é! – Apontou-lhe o dedo, falando num tom de voz sensato.
Diana – Pronto. Tens razão! – Admitiu. Ambos sorriram.
Entretanto eles trataram de tudo o que havia para tratar, nem Bill nem Diana podiam ver mais papéis. Vida de negócios e papelada não era para eles.
Diana – Suponho que esteja tudo tratado! – Deixou-se afundar na cadeira, olhando Kaulitz que arrumava todos os papéis, de modo desajeitado.
Bill – E supões tu bem. Estou farto de papéis! – Atirou a pasta para dentro de uma gaveta ao acaso. Já nem a podia ver. Diana pegou na guitarra sorrindo.
Diana – Eu também – Passou os dedos pelas cordas – Queres que toque algo em especial? – Olhou o moreno que já a olhava.
Bill – O que tu quiseres! – Olhava-a atentamente. Ela começou a tocar os primeiros acordes de ‘Sacred’. Bill conhecia muito bem aquelas notas ou acordes. Enquanto era observada pelo rapaz ela olhava os dedos nas cordas. Começou a cantar.
Diana - ‘’ I'm still awake for you
We won't make it together
We can't hide the truth
I'm given up for you now
My final wish will guide you
Out before the ocean~
Breaks apart
Underneath me’’

Bill/ Diana – ‘’Remember // To me you'll be forever sacred ‘’– Bill juntou-se a Diana e ambos formaram algo melhor do que o original. Olharam-se nos olhos, um clima estranho, mas bom, começava a surgir. Diana não conseguia despertar, olhava os lábios dele, cada movimento. As vozes melodiosa e com garra ao mesmo tempo surpreenderam-na. Aquele rapaz era mesmo perfeito. Bill fazia o mesmo, estava incrédulo com ela e pregado a olha-la. Estava um belo clima entre estes vocalistas, até que…

sábado, 13 de março de 2010

Duas Bandas! - 8

Halloo!!

Desculpem pela demora, mas o tempo é pouco e agora com dois blogs é um bocado complicado! Sorry!
Danke pelos comentarios!! =)

Eles vão mesmo ficar sozinhos a tratar de tudo!!

Kuss!

________________________________


Tom mirava Bill, que pegava nas calças para as vestir.
Tom – Desculpa! – Falou num tom quase inaudível. O Kaulitz mais novo assustou-se, achara-se sozinho no quarto, mas afinal não era bem assim.
Bill – Aiii! – Olhou para a porta, para verificar quem lhe havia pregado aquele pequeno susto.
Tom – Calma! Sou apenas eu! - Disse sem o olhar.
Bill – Já reparei! – Expressou-se num tom frio, que magoou bastante Tom.
Tom – Desculpa! – Voltou a pedir, desta vez mais audível. Olhou o irmão que acabava de calçar umas meias negras.
Bill – Desculpo o quê? – Elevou o tom de voz, virando-se para o irmão que estava hirto na ombreira da porta.
Tom – A minha atitude! – Olhou Bill nos olhos, não mexera um único musculo.
Bill – Que atitude? A de me tratares com frieza e arrogância por causa de uma gaja? – Começou a vestir as calças. Aquela pergunta atingiu Tom violentamente, fazendo sentir-se ainda mais culpado. Bill tinha razão, desde a chegada dela, ele estava diferente. Principalmente para a pessoa que ele mais amava, o seu irmão gémeo, Bill Kaulitz. – Eu não tenho culpa Tom, não tenho! – Arranjou as calças na cintura e procurou a t-shirt negra que pairava na cama.
Tom – Eu sei que não tens culpa! Mas não tem nada a ver com uma gaja! – Tentou negar o que era o mais evidente. Não queria assumi-lo.
Bill – Não? – Perguntou sarcasticamente – Foi por causa dela e pelas tuas atitudes que te chamei a atenção ontem! – Vestiu a t-shirt, Tom olhava os movimentos do irmão, sentia-o tenso e enervado.
Tom – Merda Bill! Desculpa ter sido um idiota contigo. Tu não merecias, desculpa! – Repetiu, estar assim com o irmão matava-o a cada segundo. Era a pior coisa que lhe podia acontecer era estar de mal com a sua alma gémea.
Bill – Oh Tom… Tu sabes que eu te desculpo! – Falou num tom calmo, sentou-se na cama e calçou os ténis pretos, com riscas brancas – Mas tu resolve as cenas de uma vez e não descarregues nos outros! Pois ninguém tem culpa que ela te dê a volta a cabeça! – Acabou de se calçar, vestiu o casaco branco e levantou-se. Tom assentiu.
Tom – Obrigado! – Sorriu e lançou-se nos braços do gémeo abraçando-o fortemente, Bill sorriu e correspondeu ao abraço.
Bill – Resolve-te! – Aconselhou novamente.
Tom – Não há NADA para resolver! – Reforçou o ‘nada’, quebrando o abraço.
Bill - Tu é que sabes. Elas vêm cá hoje e devias pedir desculpa por aquilo de ontem! – Apertou-lhe ligeiramente o ombro.
Tom – Já o fiz! – Salientou olhando Bill
Bill – Fala com a Sara. Tom está muito em causa e tu sabes! – O Kaulitz mais velho assentiu, normalmente era ao contrário, Tom é que dava concelhos ao gémeo mais novo, mas desta vez era ao contrário. Bill caminhou até a casa de banho, para secar o seu cabelo negro. O som da campainha ouviu-se, mas nenhum se precipitou daquele quarto para a ir abrir, Gustav ou Georg abri-la-iam.
Tom – Vou pensar! – Sentou-se na cama aguardando pelo regresso do outro Kaulitz, que em dez minutos já se encontrava penteado, o penteado que ele sempre portava em casa, o cabelo todo para baixo. Ambos desceram para a sala, onde lá se encontrava Diana e os G’s sentados no sofá a conversar.
Tom – Oi! – Falou para a vocalista, que o olhou sorridente. Tom analisou-a mordendo o lábio – ‘’ Omg está gaja é mesmo boa! Ai se não tivesses namorado! Ui era uma festa! ‘’- Lambeu o lábio.
Bill – Olá! – Cumprimentou-a com dois beijos na face. Ouvira na perfeição os pensamentos do seu gémeo – ‘’ Tom, ela não é para o teu bico. Atina-te puto! ‘’ – Pensou, lançando um olhar ao irmão, que sorriu levemente. O pensamento que surgiu na cabeça de ambos os irmãos foi: - ‘’ Ela é tão boa! ‘’- Diana levantou-se e depositou dois beijos na face de ambos os gémeos. Primeiro do Tom.
Diana – Olá! – Deu dois beijos nas bochechas de Bill, analisou-o – Estás muito giro Bill, gosto dessa simplicidade! – Elogiou-o fazendo-o corar levemente. - ‘’ Giro é pouco. Estás todo bom! Ok Diana, que pensamentos são estes?!’’ – Abanou a cabeça sentando-se novamente.
Bill – O resto das meninas!? – Quis saber, pois só vi a vocalista da banda.
Diana – Bem, elas não quiseram vir! – Admitiu, não muito confortável, pois não sabia qual seria a reacção deles.
Tom – Por causa de ontem? – Perguntou curioso.
Diana – Sim! Elas não querem confusões nem estragar a tour! – Passou a mão pelo cabelo, ajeitando-se melhor no sofá.
Bill – Elas não estão com medo do Tom, pois não? – Brincou, levando de seguida um murro de Tom, que não havia gostado.
Tom – Palhaço! – Guinchou.
Diana – Não, não estão com medo do Tom! – Esclareceu sorrindo.
Tom – Eu não mordo! – Todos o olharam de lado – Ui que tarados, god! – Fez um ar escandalizado. Todos reviraram os olhos.
Diana – Lol, podemos começar a tratar das cenas?! – Perguntou olhando cada membro da banda mais badalada do momento.
Tom – bem podem…- Eles olharam-no – Ya. O Bill e a Diana tratam disso. Enquanto eu e os G’s vamos arejar! – Fez um sorriso dos seus.
Bill – Ai sim? E porquê? – Olhava o irmão de lado, não estava a percebe onde ele este queria chegar.
Tom – Assim fica cada representante da banda a trabalhar. Não faz sentido estarmos em desequilíbrio. – A expressão de Tom era de alguém muito intelectual e de safado ao mesmo tempo – É desagradável estar 4 membros de uma banda a fazer ‘negócio’ com um elemento de uma outra banda. Percebes? – A justificação não havia sido a melhor, mas Bill e os restantes haviam percebido.
Georg – Concordo! – Levantou-se, Bill olhou-o.
Bill – Pois eu não! – Discordou, olhando-os. Diana não se prenunciava, apenas os observava.
Gustav – Eu concordo com o Tom! O que decidires para mim está prefeito. – Levantou-se e juntou-se ao Kaulitz mais velho.
Tom – Boa! – Bateu-lhe levemente nas costas, sorrindo – Estás em minoria Bill. O único que discordava revirou os olhos e encolheu os ombros.
Diana – Outros! – Abanou a cabeça, estes fizeram-na lembrar as outras meninas.
Bill – Ah?! – Olhou-a, ela havia falado tão baixo, que o jovem vocalista não tivera percebido.
Diana – Nada! – Apreçou-se a dizer, sorrindo-lhe.
Tom – O que é que se passa? – Olhou-os curiosos, não gostava quando as pessoas começavam a segredar.
Diana – Nada Tom! – Olhou-o, este assentiu.
Tom – Bem nós vamos dar uma volta! – Falou apanhando as chave que se encontravam pousadas no móvel que estava no hall de entrada.
Gustav – Ya é isso! – Gustav e Georg encaminharam-se para a saída, Bill ia protestar, mas Tom interrompeu-o.
Tom – Até logo meninos! Juízo! – Piscou-lhes o olho e sorriu tarado. Bill e Diana trocaram um olhar e depois Bill virou-se para Tom.
Bill – Idiota! – O irmão e os amigos saíram fechando a porta da rua com cuidado, Bill olhou Diana que o mirava. – Humm…vamos trabalhar?!
Diana – Vamos! – Sorriu, sabia o quanto as palavras de Tom o haviam deixado constrangido.
Bill – Eu vou buscar a pasta com os papéis ao escritório… - Coçou a cabeça levantando-se – Espera, antes queres beber alguma coisa? Ou comer? – Era oficial o Kaulitz estava constrangido. Diana sorriu levemente.
Diana – Não. Obrigada! Relaxa, eu ignorei a boca dele. Namoro! – Bill corou e assentiu.
Bill – Pois! – Olhou o tecto – Vou ao escritório! – Apontou para uma porta. A rapariga seguiu o olhar da mãe dele e olhou-o.
Diana – Se calhar tratamos lá de tudo! O que te parece? – Levantou-se, passando a mão no cabelo. Bill analisou-a e sorriu.
Bill – Ya! Vamos para o escritório então! – Caminhou lentamente para a porta, que segundos antes havia apontado. Diana agarrou a sua mala e seguiu-o. A porta abriu-se e o rapaz entrou, a rapariga seguiu-o olhando em redor. O barulho da porta a fechar-se a trás de si ouviu-se, Bill acabara de fechar a porta. Diana analisava o escritório. Um escritório moderno. Uma secretária média encontrava em frente a uma porta de vidro, que dava passagem para uma pequena varanda. Em cima desta tinha um computador fixo, que não era muito usado, pois tinha pó e o plástico ainda se encontrava no ecrã. A frente da secretária encontravam 3 cadeiras e atrás desta uma. Todas elas giratórias e pretas. A atenção fugiu para o resto do escritório, dois sofás médios duas guitarras penduradas num canto da sala. No chão havia uma carpete preta e branca. E do outro lado, em frente aos dois sofás havia uma estante que tinha alguns prémios que os Tokio Hotel tinham ganho. Nessa mesma estante encontravam-se os CD’s e DVD’s que os Tokio haviam gravado. Bill sentou-se na cadeira que se encontrava atrás da secretária, enquanto esperava que ela observa-se o escritório.