sábado, 24 de outubro de 2009

Dois Seres Especiais, Num Lugar Especial! - IIII

Hallo meninas!


O.S...ultimo cap. não está nada de especial.
Um pouco grande, mas nada de especial. Não sou muito boa para fazer finais.
Sorry...
P.S - As imagens discritas ao longo do cap, estão na barra de imagem.
Bjs









Um novo dia começou para os dois. Um dia completamente diferente dos anteriores. Pois acordaram sorridentes, felizes. Para Bill, porque hoje iria virar mais uma página da sua vida. Iria mostrar a Luana, um lugar que ele tanto adorava, que lhe trazia o Tom, para perto de si. Quando as saudades apertavam.
O dia passou rapidamente para eles os dois. Na escola trocaram olhares mas não se falaram e não estiveram juntos. Afinal ambos não sabiam o que se passava. Não sabiam o tipo de relação que tinham. Talvez hoje isso fica-se esclarecido.
Como sempre ele foi o primeiro a chegar ao lugar especial. Sentou-se, mas desta vez estava muito presente, não andava a navegar por recordações tristes e dolorosas do passado. Estava atento a cada ruído. Sentia a brisa, que se sentia, a abanar os seus cabelos e a embater na sua face. Olhava em redor, observando aquilo que nunca tinha observado. Observava o local. Ao longe viu um vulto, era ela, tinha a certeza. Caminhava calmamente, sem presas, apesar de a vontade de estar junto dele fosse imensa. Mas sempre dirigira-se a aquele local, num passo calmo, sentia a brisa a chocar contra o seu rosto e a balançar no ar o seu cabelo. Olhou-o sentado, sorriu para si mesma. Aproximou-se lentamente e sentou-se junto dele, ele agarrou-lhe suavemente a mão, acariciando-lha. Luana sorriu ao sentir o toque dele. Não sabiam o que dizer um ao outro, um ‘’Olá’’, parecia pouco para dizer alguém que se amava. Bill olhou-a nos olhos e sorriu-lhe carinhosamente, iniciou ele o diálogo – É tão bom poder tocar-te! – Entrelaçou as mãos, beijando a dela em seguida. Luana olhava cada gesto dele – É tão bom ser tocada por ti! – Aproximou os seus lábios dos dele, ele fez o mesmo e beijaram-se a primeira vez naquele dia. Um beijo carregado de amor foi quebrado por uma leve mordidela no lábio, por parte do Bill. Luana abriu os olhos, olhando os dele, que a vislumbravam. Ele apertou-lhe a mão carinhosamente – Vamos? – Ele queria mostrar-lhe o outro lugar, aquele era apenas dele. era onde ele recordava o passado, cada momento do passado vivido com aquele que ele tanto amava, com a sua verdadeira alma gémea. Um amor verdadeiro. Um amor de irmãos, que nem a morte separou. Bill sofria mas sabia que Tom também. Adorava poder toca-lo, abraça-lo, ver o sorriso, uma ultima última vez. Mas isso não era possível. E ele sabia-o demasiado bem. Nunca acreditou que existia mais para além da morte e não seria agora que iria acreditar. Iria estar eternamente ligado aquele ser tão carismático. Era único. Não há mais nenhum igual, nada nem ninguém, por mais que tente é como ele. Isso é completamente impossível. Luana sorriu – Sim! – Deram as mãos e afastaram-se daquele lugar, que dia - após - dia, tarde - após - tarde, os tinha acolhido. Um lugar composto por árvores enormes, uma relva suave e um sítio um pouco escuro, tal como eles. Contou milhares de lágrimas, ouviu suspiros sem fim. Desabafos desconhecidos por todos entre pensamentos perdidos. Rapidamente estavam fora do jardim, do centro da vila. Caminhavam de mãos dadas e a um ritmo normal, pelas ruas daquela vila. Eram abordados por olhares reprovados, devido aos seus estilos, ou por olhares de espanto, por aqueles que os conheciam. Não ligavam a isso, nem os viam! Apenas se viam um ao outro. Uma viagem curta, cruzaram uma esquina e andaram cerca de 50 metros. Bill parou em frente a uma enorme casa. Um luxo, sem dúvida. Estavam na zona mais rica da vila. Isso podia-se ver. Luana olhou a casa e depois Bill, estava confusa! Não percebia o que estavam ali a fazer.
Apertou ligeiramente a mão de Bill – É a minha casa! – Abriu o portão branco – Entra! – Luana entrou a medo, olhava tudo em redor. Bill entrou e fechou o portão. Arrastou Luana até a porta da casa. Levou a mão ao bolso e retirou de lá a chave de sua casa. Meteu-a na fechadura e abriu-a. Luana olhava a porta a abrir – Os teus pais? – Tinha medo de entrar e dar de caras com os pais dele. Iria morrer de vergonha certamente. Bill entrou e puxou-a para dentro – Não estão! Viagem de negócios. – Encolheu os ombros. Já nem ligava a isso. Eles nunca estavam em casa. Ela suspirou aliviada. Bill fechou a porta e pôs as chaves na mesinha, existente no hall de entrada. – Vou-te mostrar a casa. Anda – Largou-lhe a mão e dirigiu-se a sala. Uma sala luxuosa, da porta da sala, podia-se ver um grande relvado com piscina e umas espreguiçadeiras em redor desta. Depois a cozinha, igualmente luxuosa, usada pouquíssimas vezes. Mostrou tudo, casa de banho, escritórios, etc. Faltavam apenas duas divisões a serem vistas. O seu quarto era um deles. Abriu uma porta branca – O meu quarto! – Luana olhou o interior deste. Negro era a cor que mais predominava, nas paredes. Uma cama grande, encostada a parede. Com um edredão cinzento - escuro e as almofadas vermelhas. Os tapetes em cinzento - escuro, salpicados com vermelho. A mobília era toda ela preta. Roupa espalhada pelo chão. Livros numa estante e acessórios em cima da cama, era o que mais se realçava. Luana olhou Bill e sorriu – é lindo o teu quarto! Aliás a tua casa é linda! – Admirava o quarto. Bill sorriu levemente – Não é aquilo que me faz feliz. Muito pelo contrário. Odeio esta casa. – Suspirou. Luana abraçou-o ele correspondeu ao abraço. Precisava tanto dela e daquele apoio. Olharam-se e beijaram-se com carinho, entrelaçaram as mãos. Um beijo demorado, com muito amor. O beijo durou cerca de um minuto. Parado o beijo olharam-se, Bill abriu a porta do quarto, toda para trás, Luana desviou o olhar para a porta do quarto, olhando o interior. Não via nada, a escuridão reinava naquela divisão. Bill olhou para o mesmo sítio que Luana olhava, suspirou, sem mais demora acendeu a luz.
Luana pode ver um papel de parede, com uns grafites bastante chamativos. Algo para o pornográfico, arregalou os olhos. Entrou, deparou-se com uma cama muito mal feita, perguntou-se quem dormiria ali. Mais um passo e deparou-se com 2 skates, também eles grafitados e 4 guitarras de modelo diferentes, encostados a parede. Perto do puff negro. Uma mochila, adornava o outro canto do quarto, juntamente com uma estante com livros, muitos deles ainda com o plástico que os envolvia. Estavam novos, nunca haviam sido usados. Um guarda - roupa, médio. A cortina da janela cinzenta, deixando que entra-se luminosidade, caso a persiana estivesse aberta. Uma mesinha de cabeceira, junto a cama de solteiro, muito mal feita. Bill observava o quarto, um perto no coração invadia-o, mas estava na hora de enfrentar aquilo, nunca o iria esquecer, nunca mesmo. Isso não lhe era permitido ou sequer possível. Algo definitivamente impossível. Olhou Luana, reparou que ela olhava tudo em redor e que estava muito confusa. – É o quarto do Tom! – Ela olhou-o, boquiaberta, mas como poderia ser verdade se ele nunca tivera morado naquela casa. Segundo o que Bill lhe havia contado, só depois da morte de Tom é que eles tinham mudado para ali. – Como? Não vieram para aqui depois da … - Não queria dizer a palavra ‘’morte’’. Bill percebeu a pergunta antes de estar completamente feita. – Sim. Eu trouxe tudo o que era do Tom, para aqui! O quarto que vês é como era o do Tom. A cama mal feita – Olhou a cama – Os skates e as guitarras sempre encostados a parede. E a mochila junto da estante. – Luana aproximou-se da cama, olhou a mesinha de cabeceira, tinha uma espécie de diário/ álbum de fotos. Ficou curiosa. Mas não tocou em nada. – Quem tem conhecimento deste lugar? – Questionou olhando Bill. Ele abriu a persiana, incidindo na sua esbelta face os últimos raios de sol, que também invadiram o quarto. – Eu e agora tu! Os meus pais não sabem da existência do quarto. Está sempre trancado e a chave está escondida. – Encolheu os ombros. Tinha decorado aquela divisão, como a que Tom tinha. Tudo estava igual, cada pormenor, cada objecto no seu devido lugar. Bill sabia que ao ter aquilo em casa e tão perto de si, aumentava-lhe a dor, ou pelo menos não o deixava esquecer o assunto. Sabia-o demasiado bem. Talvez ele quisesse sofrer e manter a imagem de Tom tão presente na sua vida, no seu dia – a – dia. Luana estava incrédula, quando Bill lhe havia falado noutro lugar especial, nunca imaginara tal coisa. Pelo quarto desconfiou que Tom fosse um rapaz com estilo. Estilo descontraído, Hip Hop, sem dúvida. Tinha curiosidade em saber como era Tom fisicamente, mas naquele quarto não havia foto nenhuma dele. Seria tão bonito quanto Bill? O Bill tinha um ar divinal, Tom também teria? Esta curiosidade matava-a. Olhou a estante – O Tom era assim tão cuidadoso com os livros? – Olhava a maior parte que ainda tinha o plástico. Bill riu-se e lembrou-se de um acontecimento passado:

Prof. – Tom Kaulitz o seu livro? – Olhava-o com um ar rígido. Tom apenas tinha um caderno preto e um porta - lápis em cima da mesa.

Tom – ficou a dormir. Oh stôr hoje está tanto frio, tive pena de o tirar da estante. – Disse num tom descontraído, tão característico em si. Gargalhada geral na turma

Prof. – Sr. Kaulitz, não brinque! É a quarta aula que não trás o livro. – Olhava os seus apontamentos, com os óculos postos na testa

Tom – não tenho culpa do livro ser preguiçoso! – Encolheu os ombros, com um sorriso de gozo e abriu o caderno. Tirou a tampa da caneta com os dentes, o prof. olhou-o e abanou a cabeça. Tom Kaulitz era um caso perdido.


Bill olhou Luana – O Tom era tudo menos cuidadoso. Ele não usava os livros. Como podes ver nem lhes tirava o plástico. – Ambos sorriram. Ela começava a descobrir o irmão gémeo de Bill. Olhou a cama de Tom, um verdadeiro caos – Era ele que fazia a cama? – Bill afirmou, com um movimento com a cabeça. Mais um flashback

Bill – Oh Tom demoras? – Dizia já impaciente de tanto esperar

Tom – Já vou meu! Estou a fazer a cama, não vês? – Olhou o irmão e puxou lençol, cobertor e edredão tudo ao mesmo tempo. Era assim que ele fazia a cama. Via-se umas lombas ao longo da cama.

Bill – Hás-de aprender a fazer a cama, cabeçudo! – Tom pegou na mochila e no skate e olhou a cama

Tom – Está extremamente bem-feita! – Sorriu orgulhoso de si mesmo – Nunca esteve tão bem feita. – Bill olhou a cama, incrédulo, a cama estava pior que os outros dias. Encolheu os ombros e saiu do quarto.

Bill – Ya! Ficava muito pior do que vês ali. – Apontou para a cama. Bill sentou-se na cama e convidou Luana a sentar-se, pegou no tal diário, que estava em cima da mesinha de cabeceira. Abriu-o, na primeira folha via-se uma foto de Tom, já um pouco gasta, e na capa, uma foto dos gémeos e por cima da foto ‘’Tom Kaulitz’’, podia-se ler.
Luana abria a boca constantemente, Tom era lindo. Definitivamente. Os gémeos Kaulitz eram obra divina, achava ela. As rastas, o boné e a fita adornavam a cabeça daquele belo rapaz. Uma face de uma beleza interminável. Dono de um ar tarado e um sorriso maroto, acompanhado pelo piercing labial. Um olhar que derretia muitas, denunciavam o que Tom fora um dia. Um sexgott. Que tentação aquele rapaz.

Luana – Era lindo. – Olhava ainda a primeira foto dele. Bill concordava com ela. – Como era ele?
Bill - Tarado, brincalhão, descontraído, engatatão. Não lhe escapava uma. – Sorriu, Tom era uma bela peça.
Luana – Nota-se! – Sorriu – A face dele denunciava-o.
Bill – Ele fazia questão que se notasse. – Revirou os olhos, Tom era tão convencido e orgulhoso de si mesmo. Luana sorriu. Bill desfolhou mais uma página. Mais duas fotos surgiram, uma Tom com um grupo de amigos, numa nota, escrito por baixo da foto lia-se '' Mais uma noite e tanto. Curtir até de manhã. Cada um a sua maneira :)'', a outra Tom na praia, deitado na areia, juntamente com Bill. Mais uma nota " Eu e o patinho feio (Bill), a trabalhar para o bronze… ^^''.

Luana riu, Bill também – Era muito mal tratado, por ele. Chamava-me de tudo! – Sorriu. Mais fotos foram vistas. Tanta coisa que Luana ficou a descobrir sobre Tom.
O tempo foi passando, o sono foi-se apoderando daqueles dois seres. Pousaram o diário, Bill apagou a luz do quarto e saiu do quarto acompanhado por Luana. Entraram no dele de mão dela. A porta foi logo fechada, despiram-se e meteram-se na cama de Bill, uma cama tão confortável e tão convidativa. Ela pôs a cabeça no peito dele, ele mexia-lhe no cabelo, e ela brincava com os dedos da mão livre de Bill. Estavam tão felizes por se terem um ao outro. Amavam-se como nunca amaram ninguém. Graças a ambos ultrapassaram parte de um passado que foi doloroso, tão marcado por coisas más, negativas. Esperavam que o presente fosse vivido com coisas boas e que o futuro fosse mais justo com eles, que lhes desse uma segunda oportunidade. Bill sabia que a página Tom estava virada na sua vida, a mágoa ultrapassada. Apesar de ele continuar sempre presente no seu coração, em cada canto dele. Por mais anos que passassem, que ele vivesse, Tom estaria sempre com ele, nunca seria esquecido. Sabia que Tom estaria feliz por o ver assim, feliz. Orgulhoso de Bill, como sempre estivera. Sempre foram o orgulho um do outro e isso continuava. Já Luana esqueceu o que aconteceu no passado, decidiu parar de fazer mal, a tantos inocentes e dedicar-se exclusivamente a amar e mimar Bill, tal como ele fazia com ela. Só eles importavam. Todas as tardes visitavam o lugar que durante dias a fio os acolheu. Aquele lugar especial que uniu dois seres especiais.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

cap. 20 - mais um ano lectivo!

olá,
já devem estar a pensar que desistimos do blogue.....
não, demoramos mais porque estivemos a ponderar deixar de postar esta fic mas como esta a acabar vamos continuar....

bem, não esta nada de especial mas mesmo assim esperamos que gostem!

bjinhus.

fic- mais um ano lectivo

A sua frente estavam as suas maiores inimigas, Bill e Tom não sabiam o que fazer, apenas se lembravam de que tinham que sair dali antes que Diana e Sofia armassem um escândalo. Tom e Bill olharam-se para ver se algum deles tinha alguma ideia mas em vão…Diana olhava para elas com vontade de lhe ir ao focinho, enquanto que Sofia a agarrava para que ela permanecesse ali junto deles, assim também era uma forma de ela própria estar calma.
Bill: e se fossemos para outro lado. – Foi a primeira coisa que lhe veio á cabeça
Tom: acho uma óptima ideia…. - Concordou.
Sofia: Diana? Vamos? – Olhou-a enquanto abanava com cabeça como quem diz sim.
Diana: não… - afirmou com a cabeça enquanto virou o olhar para eles.
Bill: mas…. – Diana não o deixou acabar o que ia a dizer.
Diana: mas nada. Não vou fugir delas. E não te preocupes que eu não vou fazer nada. Viemos aqui para almoçar e é isso que vamos fazer.
Tom: tens a certeza? – Diana não respondeu e encaminhou-se para uma mesa, onde se sentou, os restantes seguiram-na.
Já em casa, Tom, Bill e Diana jogavam cartas enquanto que Sofia dormia no sofá.
Tom: mais uma vez ganhei.
Bill: por sorte, eu é que te deixei ganhar.
Tom: sim, sim, não admites é que eu sou melhor que tu. – Sorriu.
Bill: acabou a conversa antes que te atire com uma cadeira á cabeça.
Tom: queria ver homem.
Diana: parem com isso. – Berrou, Sofia acordou.
Sofia: que se passa?
Diana: desculpa acordar-te mas aturar estes dois ao mesmo tempo torna-se impossível.
Bill: obrigadinha pela parte que me toca.
Diana: é verdade.
Sofia: eu sei, bem eu acho que vou andando, tenho que arrumar umas coisas lá em casa, as férias estão a acabar.
Tom: nem me lembres disso.
Bill: que seca, voltar á escola.
Diana: tem que ser.
Tom: não me apetece nada.
Sofia: nem a ti nem a ninguém – olhou-o.
Diana: também este período é mais pequeno.
Tom: pois mas o terceiro é maior – sentou-se num dos sofás
Sofia: mas já é o último. Bem vou andando – pegou na sua mala que estava no sofá – vens Tom? – Olhou-o.
Tom: vou, vamos deixa-los namorar – levantou-se colocando-se ao lado de Sofia.
Bill: será que é para nós namorarmos ou será para vocês? – Sorriu
Tom: também me agrada a ideia - Fez um sorriso maroto.
Sofia: então vamos?
Diana: ela já esta com pressa.
Sofia: esta a ficar frio quero vestir um casaco.
Bill: o Tom aquece-te – Tom sorriu.
Sofia: veremos… vamos? - Encaminhou-se para a porta – adeus meninos…
Tom: juízo – seguiu Sofia que já se encontrava fora da porta.
No carro de Tom…
Tom: a Diana hoje no restaurante estava muito calma – olhou Sofia - estranho não?
Sofia: se fosse eu saltava-lhe em cima – sorriu – a Diana deve estar a preparar alguma.
Tom: é o mais certo, o que aconteceu só juntou mais o Bill com a Diana.
Sofia: é, eles gostam mesmo um do outro.
Tom: ninguém diria que viessem a ficar juntos.
Sofia sorriu, tom parou o carro na entrada do seu portão.
Tom: como nós, também não foi fácil – pegou na sua mão.
Sofia: pois, não começámos lá muito bem - Beijou-o – queres entrar?
Tom: não, vou para casa, estou cansado preciso de um banho.
Sofia: ok – abriu a porta e saiu
Tom: Sofia? – ela olhou
Sofia: sim?
Tom: amo-te.
Sofia: eu também - Sorriu e em seguida entrou, tom seguiu para casa.
Em casa de Diana
Diana olhou Bill mordendo o lábio, ele olhou-a arqueando a sobrancelha.
Bill: No que está a pensar? – Diana não respondeu aproximou-se dele, rodeou-lhe o pescoço, beijando-o com carinho
Diana: Sabes, tenho saudades tuas! – Encostou mais os corpos, Bill olhou-a e mordeu o lábio ele não queria que acontece-se nada, pois Diana ainda estava debilitada, mas ao mesmo tempo queria tê-la mais uma vez. Diana beijou Bill este correspondeu, Diana deitou-o no sofá, deitando-se por cima dele. Bill olhou-a nos olhos e beijou-a, Diana meteu a mão dentro da t-shirt de Bill, este parou de a beijar
Bill: É melhor não! – Saiu debaixo dela, Diana olhou-o e sentou-se no sofá
Diana: E porque não? – Olhou o chão – Já não me queres é?
Bill: Não é nada disso. – mordeu o lábio – Quero e muito! Mas tu ainda estás muito debilitada. – Ajoelhou-se, elevando a cara de Diana, para que este a olha-se
Diana: Eu é que sei! E não estou debilitada. Quero-te! – Beijou-o
Bill: Tens a certeza? – Parou o beijo, olhando-a com carinho
Diana: Sim. – Bill ia a falar mas Diana não deixou, beijou-o fugazmente. Bill puxou-a para si, caindo calmamente no chão. Diana beijou-lhe o pescoço, Bill meteu as mãos dentro da t-shirt de Diana gemendo, devido aos beijos e mordidelas que esta lhe depositava no pescoço. Esta sorriu contra o pescoço dele ao ouvi-lo gemer, o que fez com que ele se arrepiasse. Tirou a t-shirt a Diana, mandando-a para um canto da sala, rodou, ficando agora Bill por cima. Começou por lhe beijar os lábios, depois o pescoço, mordendo-lho. Passou para o peito dela, tirando-lhe o soutien, beijou o peito dela com desejo, passava a língua pelos mamilos dela, esta arqueava as costas gemendo. Bill tirou a t-shirt dele, Diana olhou-o mordendo o lábio. Bill voltou a juntar os corpos, beijando-a com carinho. Ela rodou o pescoço dele, juntando mais os corpos de ambos. Bill e Diana beijavam-se com carinho e muito desejo. Bill tinha as mãos dele na cintura dela agarrando-a firmemente. Diana suspirou assim que Bill lhe beijou o pescoço. Os toques dos lábios finos dele deixavam-na sem rumo. Ele sorriu contra o pescoço dela ao ouvi-la suspirar. Percorreu o pescoço de Diana com leves beijos que aumentavam o desejo de se possuírem. Bill não era um rapaz que pensava em sexo 24 horas por dia e até nem o praticava muitas vezes mas quando o fazia deixava-as loucas. Diana arranhou-lhe as costas, ele gemeu e beijou-lhe o peito, brincando com a língua junto aos mamilos. Ela voltou a suspirar, deu um impulso e rodou sobre ele. Olhou com um sorriso doce e tarado. Diana beijou-lhe o queixo depois mordeu-lhe o pescoço, ele gemeu de dor e levou as mãos ao rabo dela apalpando-o, ela sorriu e deu-lhe um beijo carinhoso onde o tinha mordido, ele esboçou um pequeno sorriso. Diana passou a língua pelos mamilos de Bill, lambendo-os com demora. Ele gemeu de prazer, Diana desceu mais um pouco beijando-lhe o fundo da barriga, ele gemia por ela. Ela colocou as mãos nos ombros dele e deslizou as mãos até ao fundo da barriga, arranhando-o, levando-o a suspirar várias vezes. Diana desapertou-lhe o cinto calmamente sob o olhar de Bill, enquanto ele tirava as sapatilhas com os pés ajudando Diana. Ela tirou-lhe o cinto mandando-o para junto da porta, depois desapertou-lhe as calças olhando-o sensualmente, tirou-lhe as calças demoradamente, olhava os boxers de Bill, podia-se ver a manifesto que o seu órgão genital fazia. Ela sorriu, atirou-lhe as calças para o chão deitou-se sobre ele beijando-o com demora e desejo. Ele despiu-lhe as calças com alguma dificuldade mas nunca parou o beijo. Finalmente parou o beijo, desceu para o peito, depois para as virilhas. Ela gemeu ele tirou-lhe a tanga, beijou-lhe as pernas. Depois deitou-se sobre ela e beijou-a com carinho enquanto lhe acariciava as coxas. Ela tinha as mãos na cintura dele, puxando-o mais para si, o beijo aumentou, passou a ser um beijo mais selvagem e carregado de desejo. Diana começou a descer-lhe os boxers, vagarosamente enquanto lhe beijava o pescoço. Bill ajudou-a acabando de os tirar com os pés. Uniram-se novamente num beijo. Bill afastou-se para colocar o preservativo, enquanto Diana lhe beijava o pescoço e os ombros com carinho. Voltaram a deitar-se, beijaram-se, Bill colocou o seu pénis na entrada da vagina de Diana ela flectiu os joelhos e abriu mais as pernas, Bill percebeu que já a podia penetrar. Penetrou-a calmamente, gemiam, ela por sentir Bill dento de si, ele +por se sentir a entrar dentro dela. Começou a movimentar-se calmamente enquanto Diana gemia levemente. Bill beijava-lhe o pescoço e depois o peito. Diana mordia o lábio e suspirava, Bill aumentou o ritmo, penetrando-a fundo gemendo por ela, Diana cravou as unhas nos braços dele e gemeu inclinando a cabeça. Bill sorriu para si, adorava vê-la assim com prazer. Passou a língua pelos mamilos dela fazendo com que ela se arrepia-se e o seu desejo aumenta-se. Gritou por Bill, ele sorriu com satisfação. Aumentou ainda mais o ritmo com movimentos rápidos e sincronizados. O primeiro orgasmo surgiu, Bill veio-se primeiro, Diana logo a seguir. Os gemidos eram bastante audíveis. O corpo pedia por mais, Bill saiu de dentro dela, tirou o preservativo e meteu outro, ela estava de gatas, aproveitou para apanhar um anel que estava de baixo do sofá. Ele olhou-a tarado, pôs-se de joelhos e penetrou-a agarrando-lhe a cintura. Ela gemeu ao sentir o Billy dentro de si again. Bill movimentava-se devagar, ela agarrou a carpete, mordia o lábio, Bill fazia o mesmo, mordia o lábio e soltava grunhido. Aumentou o ritmo, penetrou ainda mais fundo, a posição permitia isso. Diana gemia e revirava os olhos, Bill segurava-a pela cintura para que o corpo dela não balança-se muito. O segundo orgasmo estava prestes a ser atingido. Ambos sentiam isso, Bill parou, Diana deitou-se no sofá, Bill por cima dela, voltando a penetra-la, uns segundos de movimentos sincronizados e o segundo orgasmo foi atingido. O cansaço apoderou-se de ambos, beijaram-se apaixonadamente, depois do beijo Bill deitou a cabeça sobre o peito de Diana. Ambos tentavam estabilizar a respiração, Diana brincava com os cabelos lisos e pretos de Bill já este acariciava-lhe a mão disponível. À medida que os minutos foram passando as respirações restabeleceram, tornando-se normais, Bill já não ouvia o coração de Diana como antes. Estava muito mais calmo. Olhou-a, ela dormia, um sono leve, um movimento mais brusco e ela acordava. Diana não estava 100% recuperada do acidente acorrido a alguns dias atrás e este “exercício” tinha-lhe gasto as energias. Estava a recompô-las. Bill olhou a manta que estava sobre o sofá e tapou-os. Poisou novamente a cabeça sobre o peito de Diana e pensava sobre tudo o que tinha acontecido neste ano e começou a pensar no que iria acontecer no futuro. Quando acaba-se a escola Bill e Diana estariam juntos numa nova etapa das suas vidas?...