quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

ajudem-nos!!

Olá...
Podem esclarecer uma coisa???
Afinal o Bill e o Tom foram passar férias a onde??
nós lemos num blog que eles tinham ido para as Maldivas e noutro que eles foram para as Caraíbas..
Ah Daniela precisa dessa informação, para uma fic que está a escrever...
por favor digam-nos para onde é que eles foram!!!!!...bjs

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Mais um ano lectivo! - 9 cap.

Hallo!!!
1º desculpem só estarmos a postar hoje, mas não deu antes!
2º Thanks pelos os comentários!

9º Capitulo

Bill acordou com Tom a chamar por ele, já estava atrasado para a escola. Quando abriu os olhos olhou para o lado e ficou decepcionado ao reparar que Diana já não estava lá, levantou-se e foi tomar banho para ir para a escola. No fim do banho regressou de novo ao quarto para pegar nas coisas ia a sair quando se lembrou que não levava o telemóvel.
Bill: Tom, espera ai, esqueci-me do telemóvel.
Tom: vá lá despacha-te.
Bill: ok.
Bill voltou ao quarto então quando pegou no telemóvel reparou num pedaço de papel que estava na almofada em que Diana tinha dormido. Foi então ate junto dele pegou e leu:

" Sei que quando leres este bilhete já não vou estar junto de ti. Adorei a noite que me dês-te mas por agora acho melhor ficar-mos como estávamos. Adoro-te. Diana"


No fim de ler o bilhete Bill ficou com vontade de chorar mas conteve-se.
Tom: Bill VAIS DEMORAR? ESTAMOS ATRASADOS.
Bill: já estou a caminho.
Chegaram á escola, ambos procuravam alguém, o Tom a Sofia e o Bill a Diana, Tom tinha que dar uma explicação e Bill queria uma explicação.
Tocou para a primeira aula os alunos encaminharam-se para as salas. Menos Diana e Sofia.
Prof. Julieta: A Diana e a Sofia: alguém sabe delas?
Todos: não.
Prof. Julieta: vão ter falta. Isto não se admite. Vamos começar a aula.
Quando a aula de História acabou Bill começou á procura da Diana acabando por a encontrar ela estava no bar.
Bill: Bom dia. Disse encostando-se ao balcão.
Diana: bom dia.
Bill: podes começar
Diana: começar a que?
Bill: a explicar porque te foste embora ontem?
Diana: porque não tinha avisado os meus pais.
Bill: e aquele bilhete?
Diana: aquele bilhete é a verdade. Olha a Sofia foi a aula de História?
Bill: não e tu também não.
Diana: pois não
Bill: porque?
Diana: porque passei em casa da Sofia para vir-mos juntas para a escola e os pais dela disseram que ela não passou a noite em casa e eu andei á procura dela.
Bill: já lhe ligas-te?
Diana: umas 20 vezes.
Bill: será que se passou alguma coisa entre ela e o Tom?
Diana: porque é que dizes isso?
Bill: o Tom tem andando estranho.
Diana: onde é que ele está?
Bill: deve estar com a Mariana.
Diana: vou falar com ele.
Bill: espera vou contigo.
Foram falar com o Tom que estava com a namorada.
Diana: Tom preciso de te fazer uma pergunta.
Mariana: já roubas-te o namorado á minha amiga e agora queres-me roubar o meu?
Diana: cala-te oh miss porca.
Tom: cala-te mariana. Diana que se passa?
Diana: sabes da Sofia?
Mariana: não, não sabe. Mas porque razão é que o MEU namorado devia saber dessa porca?
Tom: importas-te de te calar? Não, não sei mas aconteceu alguma coisa?
Diana: ninguém sabe dela desde ontem.
Tom saiu desesperado á procura de Sofia.
Mariana: Tom volta aqui. Tom anda aqui não me podes deixar aqui para ir ter com ela.
Mariana chamava mas de nada valia Tom não ouvia ninguém.
Tocou para a próxima aula.
Diana: tenho que ir a esta aula já faltei á primeira.
Bill: eu também vou, não deve ter acontecido nada.
Diana: é bom que não, o Tom gosta dela.
Bill: é parece que sim, ao ponto de deixar a namorada.
Diana: essa parte de deixar a namorada não tem mal nenhum ela não o merece.
Bill: vamos?
Diana: sim.
Foram para a aula era aula de educação física. Diana entrou no balneário e logo de seguida entrou Sofia.
Diana: Sofia? Esta tudo bem?
Sofia: esta porque é que não devia estar?
Diana: eu passei em tua casa hoje de manha e tu não estavas pensei que te tivesse acontecido alguma coisa.
Sofia: esta tudo bem.
Diana: estives-te com o Tom?
Sofia: eu não nem quero estar tão cedo, porque?
Diana: porque ele anda desesperado á tua procura.
Sofia: não quero saber de mais nada. Vamos para a aula.
Diana: vou mandar uma mensagem ao Bill para avisar o Tom que tu já apareces-te.
Sofia: não.
Diana: sim, ele está preocupado contigo, tem o direito de saber que tu já apareces-te.
Sofia: ok.
Diana: ainda vais ter que me explicar o que se passou, a seguir á aula vamos almoçar a um bar aqui perto
Sofia: ok.
Diana: agora vou mandar a mensagem.
Msg:
"Olá, a Sofia já apareceu, avisa o Tom. Bjs adt.
Acabou de mandar a mensagem ao Bill e foi para o ginásio com a Sofia.
Quando a aula acabou, Diana e Sofia estavam a sair da escola e Tom saiu a correr da escola.
Tom: Sofia, Sofia?
Diana: olha o Tom.
Sofia: vamos embora.
Tom: porque é que estas a fugir de mim? – disse agarrando-a por um braço.
Sofia: larga-me.
Tom: acho que tenho que me explicar.
Sofia: depois do que aconteceu ontem não há mais nada para explicar.
Tom: há.
Sofia: NÃO TOM NÃO HÀ NADA PARA EXPLICAR PARA MIM TU MORRES-TE.
Tom: porque é que tu esta assim tão chateada?
Sofia: Tu estas a gozar comigo?
Tom: Sofia, tu sabes perfeitamente que eu namoro com ela.
Sofia: nunca disse o contrário, e também não te pedi nada.
Tom: eu sei, desculpa.
Sofia: não Tom, não me peças isso.
Tom: Sofia, eu amo-te.
Sofia: quando me provares eu acredito.
Tom agarrou Sofia pela cintura mesmo á entrada da escola e beijou-a.
Mariana: TOM, como é que és capaz de me fazer uma coisa destas mesmo em frente á escola? Já reparas-te que me poses-te os cornos mesmo em frente a esta gente toda?
Tom não respondeu, aliás continuou a beijar Sofia.
Mariana: Tom?
Tom: Sofia, já acreditas em mim?
Sofia olhou para o lado e viu a escola toda a olhar para ela, e saiu, Diana foi atrás dela.
Tom: Sofia?
Mariana: importas-te de me explicar o que aconteceu?
Tom: sai da minha frente.
Mariana: Tom, não fales assim para mim, ou eu acabo contigo aqui e agora, á frente da escola toda.
Tom: força.
Mariana: não, eu vou-te desculpar, mas é só desta vez amor.
Tom: não Mariana, acabou mesmo eu já estou farto de ti, acabou. Desaparece da minha vida de uma vez por todas. Ah e não te atrevas a fazer alguma coisa contra a Sofia se não eu desfaço-te.
Mariana: Tom?
Tom: adeus. Bill, sabes onde é que elas foram?
Bill: não, deixa-a estar, amanha falas com ela, deixa-a pensar um bocado no assunto.
Enquanto isto acontecia Diana e Sofia estavam a falar enquanto almoçavam.
Diana: então e depois?
Sofia: depois fui ter com ele ao ginásio e ele estava com a Mariana.
Diana: E depois…
Sofia: foi o que tu vis-te na escola.
Diana recebeu uma mensagem.
Msg de Bill:
" A Sofia esta bem? Bjs"
Msg de Diana:
"Sim, já está mais calma. Bjs"
Msg de Bill:
" O Tom acabou com a Mariana em frente á escola toda, e a seguir queria ir atrás da Sofia eu é que o acalmei. Bjs"
Msg de Diana:
" Fizes-te bem, eles precisam de pensar e de se acalmar. Bjs"
Diana: o Tom acabou com a Mariana, em frente á escola toda.
Sofia: olha que bom para ele.
Diana: ele fez isso por ti.
Sofia: não sei, como é que sabes?
Diana: o Bill disse-me.
Sofia: então isso quer dizer que as coisas estão bem entre vocês?
Diana: mais ou menos.
Sofia: mais para menos ou mais para mais?
Diana: no meio.
Sofia: em que ponto estão?
Diana: não sei, nós passamos a noite juntos.
Sofia: isso já quer dizer alguma coisa. Desta vez não apareceu o polícia?
Diana: não gozes, eu tenho medo de sofrer.
Sofia: se não arriscares nunca vais saber.
Diana: é como tu e o Tom, porque é que não lhe dás uma oportunidade?
Sofia: não quero falar sobre isso agora.
Diana: tu é que sabes.
Sofia: olha eu vou indo para casa, já esta a ficar tarde.
Diana: pensa bem, amanha tens que enfrentar o Tom.
Sofia: eu sei. Xau.
Diana: xau.
Sofia foi para casa, deitou-se na cama e começou-se a lembrar do que aconteceu enquanto lhe caíam as lágrimas pelos olhos. Estava tão cansada que acabou por adormecer.
O que será que vai acontecer? Será que ela vais desculpar o Tom? Ou será que não?
desculpem mas temos tido um pequenos problemas, em breve postamos. bjs lindas.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Mais um ano lectivo! - 8 cap.

Olá, Olá!!! Mais um cap.
Dedicada à Andreia!!...bjs

Mais um dia de escola começava os gémeos Kaulitz já se encontravam na escola, estava a falar com uns amigos quando Tom olha para o lado e repara que Mariana desloca-se na sua direcção.
Tom - Pessoal, eu tenho que ir à casa de banho! - disse correndo para a casa de banho, os restantes ficaram a olhar para ele a desaparecer entre as pessoas.
Mariana - Bill. onde é que foi o meu bichinho? - Bill olhou-a confusa
Bill - Que bichinho? - perguntou arqueando a sobrancelha
Mariana - Dahhh...o teu irmão, o Tom Kaulitz, o MEU namorado! - disse reforçando a palavra namorado, Bill revirou os olhos
Bill - Sei lá...deve ter ido tirar umas fotocópias. - mentiu, nisto o telemóvel de começa a tocar, tinha recebido uma mensagem
SMS
De: Tom

" Não digas à Mariana onde é que eu fui, mano não me apetece atura-la'' -

Bill sorriu e meteu o telemóvel no bolso
Alexandra - Olá! - disse chegando junto deles, Bill não respondeu - Podes falar para mim, ou é por eu ser pobre?" - perguntou ao ouvido
Bill - anda cá! - agarrou-a por um braço - eu não falo contigo por tu seres pobre mas sim porque me mentiste! - Esclareceu, ela aproximou-se dele e tentou beijá-lo mas ele virou a cara e viu que Diana ia a correr, ela tinha visto ela aproximar-se e pensara que eles se tinham beijado
Alexandra - Ups! - disse satisfeita
Bill - Cabra! - saiu a correr dali e foi procurar Diana mas não a encontrou - eu tenho a certeza que era a Diana, onde é que ela se meteu! - disse entrando na biblioteca para a procurar, mas em vão ela não estava lá ela tinha fugido. Entretanto tocou para a entrada, os alunos dirigira-se para as respectivas salas. A turma dos gémeos ia ter português com o prof. Fausto
Fausto - Bom dia - disse entrando na sala
Alunos - Bom dia! - disseram em coro
Fausto - Vou fazer a chamada, nº1, 2, 3, 4, 5,...- chamou por todos os alunos - a Diana e a Sofia?
Bill - Não as vi. - disse olhando para o que se passava lá fora através da janela, bateram à porta
Sofia - posso stor?? - disse fechando a porta atras de si
Fausto - Claro. sentem-se... -ela sentou-se junto de Tom e sorriu-lhe ele retribuiu - a Diana?
Sofia - Não sei stor... ainda não a vi hoje - dizia enquanto tirava as coisas da mala
Fausto - ok. abram o livro na pág. 45 e leiam esse texto, para depois fazerem os exercícios
Tom - Tens livro?
Sofia - Tenho! e tu?
Tom - Pois, ele quis ficar a dormir! - Sorriu ela olhou-o e abanou a cabeça em forma de repreensão, começaram a ler o texto, a turma estava em silêncio quando batem à porta
Fausto - Sim?
Diana - Posso Stor? - disse com um sorriso forçado na cara, Bill olhou-a mas ela não olhava para ele
Fausto - Claro, sente-se! - Diana sentou-se no fundo da sala, o seu ângulo para observar era perfeito, mas não para estes dias. Diana estava distraída e balançava-se na cadeira, quando o prof, a chamou á atenção - Diana eu já reparei que não está nos seus dias, mas por favor para quieta porque pode-se magoar
Diana - Está bem stor, desculpe! - Diana sentou-se pousou o cotovelo na mesa a poiando com a mão a cabeça e começou a desenhar, desenhava o resto de Bill, não precisava de olhar para ele, já conhecia todos o traços da sua cara. Estava um belo desenho, mas nunca seria prefeito como o verdadeiro rosto. o seu telemóvel vibrou ela foi ver e tinha uma sms do Bill leu
SMS
De: Bill

"Não aconteceu nada. Ela não me beijou! Desculpa se te fiz sofrer mas não aconteceu nada! juro amt" -

Diana revirou os olhos e olhou o Bill que a olhava apreensivo à espera de uma resposta, ela apenas meteu o telemóvel ao bolso. Na mesa de Tom e Sofia, eles estavam a fazer os exercícios, ou melhor Sofia fazia e Tom copiava para o seu caderno, mas ele agora não estava a copiar, estava a escrever algo nas últimas folhas do seu caderno que quando o terminou deu a Sofia ela começou a ler, para si

" Quero, mas não consigo evitar, adoro como me fazes sentir. Estou preso entre a fantasia e a realidade. Preciso do teu amor quando quero, quero-o quando não preciso. Digo que vou parar sabendo que não o farei.
Tenho um problema e não sei se desistiria, mas duvido.
Estou obcecado com a ideia e sei que é verdade, amor tornaste-te no meu vício, penso em ti em cada segundo que passa, não consigo fazer nada. A única preocupação é quando voltarei a estar contigo, sei que devia ficar longe, porque não me faz bem. Tento e tento mas a minha obsessão não me deixa desistir de ti....adt
QUERO ESTAR CONTIGO HOJE, NO GINÁSIO, DE TARDE!!!!!!!!!!


BJS DO TEU PIOLHOSO!"


Ela voltou a dobrar o bilhete e olhou Tom pelo o canto do olho este sorriu, a aula acabou, as outras do dia também foram passando, umas mais rápidas que outras, Diana continuava na lua e triste. estava a dirigir-se para casa a pé quando passou junto da casa dos gémeos, tinha vontade de correr mas não o iria fazer. aliás não tinha motivos para isso, continuou a andar e ao dobrar a esquina foi contra alguém, que ela reconheceu pelas roupas era Bill
Bill - desculpa... - disse levantando-se do chão
Diana - eu é que fui contra ti...tenho de ir! - ia a começara andar mas Bill agarrou-a
Bill - temos que falar!
Diana - sobre??
Bill - Anda, falamos em minha casa... - ela lá foi contrariada para casa dele
Diana - Não sei o que temos para falar...- começou
Bill - Eu não beijei a Alexandra!
Diana - e eu disse que tinhas beijado? - disse friamente
Bill - Não mas pensas-te.... para de ser fria comigo! Tu sabes que eu gosto de ti... - olhou-a nos olhas, mas ela desviou o olhar
Diana - e? isso impede-te de beijares outras?
Bill - Fogo Diana eu não beijei ninguém.- Disse começando a ficar irritado
Diana - Olha fala baixo, ok?? É melhor ir embora...xau! - Aproximou-se da porta, ele saltou por cima do sofá na tentativa de a impedir, conseguindo.
Bill - Não vás... desculpa o meu tom de voz, mas... - ela interrompeu
Diana - Eu sei que não foi por mal...eu tenho que ir. - Avançou para a porta
Bill - não! - Puxou-a para si, olharam-se Bill começou a andar em direcção da parede, olharam-se e beijaram-se de seguida, Bill puxou Diana para si e agarrou-se ao pescoço dele beijando-o de seguida, aos tropeções Bill encaminhou Diana para o seu quarto, deitando-a na cama cuidadosamente, Diana tirou a t-shirt ao Bill e mandou para um canto do corpo, ele também lhe tirou a t-shirt aproveitando para lhe percorrer o peito e barriga com beijos e pequenas mordidelas, enquanto isso Diana arqueava as costas e "ferrava" o lábio inferior com violência para não gritar, Bill parou e ela rodou na cama ficando por cima, fez o mesmo que Bill lhe tinha feito mas com mais audácia e perspicácia, desapertou o cinto de Bill e poucos segundos ambos já só estavam em roupa interior, Bill abriu uma gaveta da mesinha de cabeceira e tirou de lá a caixa dos preservativos, depois Diana tirou-lhe os boxers e ele tirou-lhe a roupa que lhe faltavam, colocou o preservativo e entrou dentro dela, primeiro com cuidado e com movimentos lentos para não a magoar e depois foi aumentando a velocidade, ela gritava por ele e vice-versa, Bill e Diana atingiram o orgasmo ao mesmo tempo, Bill caiu para o outro lado cansado, tentaram normalizar as respirações e Diana acabou por adormecer.
Ainda na escola Tom esperava por Sofia no pavilhão, estava nervoso, parecia aqueles gajos que nunca namoraram e iam estar pela primeira vez com uma rapariga, sentia-se idiota. Ouviu passos e tentou relaxar o máximo possível, virou-se de costas e a pessoa agarrou-o beijando-o ele correspondeu pensando que era Sofia, mas não, esta acabava de ver Tom a beijar mariana e agarrando-a para si.
Tom - Já tinha sau... - disse enquanto abria os olhos, mas reparou que era mariana e não Sofia, olhou para a porta do Ginásio e viu Sofia que o olhava com os olhos baços e que mal reparou que ele a vira saiu a correr, indo contra as pessoas ela estava completamente desnorteada, Tom tentou ir atrás dela mas Mariana não deixou. Ela não foi dormir a casa e acabou por dormir num banco de jardim. Já Diana acordou eram 22 horas na cama de Bill, vestiu-se e foi para sua casa, mas antes escreveu-lhe um bilhete que deixou na mesinha de cabeceira...
P.S - Este cap. não é muito grande, é pequenino, e também podia estar melhor...lol comentem

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Mais um ano lectivo! - 7 cap.

Este capitulo não é grande é ENORME!!!
É dedicado a todas as nossas leitoras, que são umas queridas pelos comentários que deixam..

7º Capitulo (22 de Setembro)


Era hoje segunda-feira, mais um fim-de-semana que passou, os alunos começaram a entrar na escola, estava-se a aproximar a hora da primeira aula e iam entrando para as salas. Na sala do 12º ano, apenas estava Diana, que depois de um fim-de-semana fora de Lisboa queria saber as novidades. Tocou para a aula de filosofia, nada melhor que começar a semana com a professora Julieta. Começaram a entrar os alunos, em especial Tom e Bill, que em relação aos outros dias estavam muito tristes, sentaram-se um em cada canto da sala já que Sofia ficava com o Tom e Bill com uma outra colega. Sofia entrou e o seu olhar dirigiu-se de imediato para Tom que desviou o olhar. Sofia sentou-se e entrou a professora.
Prof.: bom dia meninos, vamos começar por fazer a chamada, nº1,nº2,nº3,nº4,nº5….
A aula começou, Bill passou a aula a olhar para trás, Diana desviava o olhar cada vez que isso acontecia enquanto que do outro lado da sala Tom e Sofia não se aproximavam. Tocou para a saída, saíram todos menos Bill, Diana, Tom e Sofia. Bill aproximou-se de Diana, Sofia percebeu que ele queria falar com ela e saiu, logo de seguida saiu Tom que tinha em mente falar com ela.
Tom: Sofia, espera.
Sofia: que queres?
Tom: acho que precisamos falar.
Sofia: pois e eu acho que não temos nada para falar.
Tom: vá lá.
Sofia: ok, diz lá.
Aproximava-se Mariana e Alexandra.
Tom: que significou para…
Sofia: acho que esta conversa vai ter que ficar para outro dia.
Tom: porque?
Sofia: aproxima-se a tua querida namorada.
Mariana: Tom, amor que saudades, este fim-de-semana não me disses-te nada.
Tom: tive uns trabalhos para fazer.
Sofia: acho que é melhor falar-mos noutro dia. Xau.
Mariana: que é que vocês têm para conversar?
Tom: é sobre os trabalhos.
Mariana: espero bem que sim. Vamos até ao bar.
Tom: vamos.
Enquanto isto Bill e Diana falavam na sala.
Bill: então como tens andado?
Diana: "com as pernas" – pensou. – Bem e tu?
Bill: mal.
Diana: então e como estão as coisas com a Alexandra?
Bill: não estão. Sabes perfeitamente que nunca a vou perdoar.
Diana: será que não?
Bill: claro que não, eu não gosto dela, eu pensei que tu soubesses isso.
Diana: porque razão e que eu devia saber?.
Bill: que se passa contigo?
Diana: porque?
Bill: depois daquela tarde que passamos juntos parece que me andas a evitar.
Diana: eu não te ando a evitar.
Bill: então prova-o
Diana: como?
Bill ia-lhe dar um beijo, mas tocou para a próxima aula.
Diana: é melhor falar-mos mais tarde.
Bill: depois de almoço passo em tua casa para falar-mos.
Iam ter Educação Física.
os alunos equiparam-se e juntaram-se todos no pavilhão, iam jogar futsal.
Prof. - juntem-se a pares para fazerem alguns exercicios antes de jogarmos! - pediu aos alunos, este juntaram-se dois a dois - O Tom e a Sofia? - perguntou vendo que eles não se encontravam no pavilhão
Diana - a Sofia está-se a equipar ela chegou atrasada, esteve a falar com a mãe.
Bill - O Tom foi à casa de banho!
Prof. - ok! comecem já por fazer o passe da bola. - os alunos espalharam-se pelo campo e começaram a fazer o exercicio. 2 minutos de pois Tom chega junto do prof.
Tom - Desculpe setor, mas fui à casa de banho. não ando bem da barriga! - disse olhando para o que os colegas faziam - quem é o meu par?
Prof. - A Sofia! - disse analizando o que os seus alunos faziam, Tom apenas sorriu e pegou numa bola e começo a dar toques enquanto esperava por sofia, esta entra a correr no campo e vai falar com o prof.
Sofia - oh stor desculpe, mas... - ele interrompeu
Prof. - eu já sei! junta-te ao Tom para começarem a fazer os exercicios! - mandou e virou costas, Sofia permaneceu no mesmo lugar com cara de "WTF?"
Sofia - WTF? quer dizer já não basta ficar com ele nas aulas tenho que fazer par com ele, isto só a mim! - barafustou para si própria e aproximou-se de Tom - ó piolhoso?? Passa a bola! - gritou, ele virou-se para ela e passou-lhe a bola
Tom - é toda tua!Piolhoso?? - disse enquanto recebia a bola
Sofia - ya!
Tom - não foi o que me chamaste no Sábado no teu quarto, mas ok! sou o piolhoso que te deixa sem ar e por quem te derretes TODA! - conclui ela mandou um estoiro na bola que lhe acertou nas partes sensiveis - Foda... - ficou vermelho como um tomate, o prof aproximou-se
Prof. - algum problema? - tom apenas agarrava aquelas partes enquanto sofia ria e o resto da turma também
Sofia - é o Tom de tanto coisar, fica com dores naqueles sitios!! - esclareceu enquanto gozava mais com Tom, este já chorava com tantas dores
Prof. - Sofia?! - repreendeu-a
Sofia - mas é verdade...
Prof. - leve o Tom para o balneario! - sofia tentou protestar mas o olhar do prof dizia tudo ela lá levou o Tom para o balneario e ajudou-o a sentar, sentando-se junto dele observando a sua cara, sentiu-se culpada e com pena dele
Sofia - isso doi assim tanto ou estás só a desfarçar?! - perguntou virando a cara para encarar tom
Tom - achas que estou a gozar?? - disse ainda com lágrimas nos olhos e virando a cara para Sofia, as suas repirações cruzaram-se
Sofia - Pois... desculpa, mas tu estavas a... - Tom interrompeu-a
Tom - A dizer a verdade. mas ok eu desculpo, pela pior dor que eu senti na minha vida! - sofia sorriu e tom também, olharam-se intensamente sofia aproximou-se de tom e beijou-o, um beijo apixonado e muito desejado, tom agarrou a cintura de sofia e aos poucos e cuidadosamente foi dentando-a no banco ficando por cima dela, ela começou a tirar-lhe a camisola mas ele parou, ela olhou-o
Tom- desculpa mas não dá! não tenho preservativo...- esclareceu, ela sorriu e beijou-o novamente, poucos segundos depois parou o beijo e ele olhou-a
Sofia - não importa, também não o queria fazer aqui... - Tom sorriu sabia que era totalmente mentira ela revirou os olhos e concordou com ele - ok...até queria, mas se não dá não dá... - Tom beijou-a numa de pedir desculpas ela correspondeu, ficaram um bocado a curtir até que o prof entra no balneario e vê Tom e sofia sentados no banco a falar.
Prof - então Tom estás melhor? - ele apenas assentiu com a cabeça ele já não sentia qualquer tipo de dor, e estava radiante com o que tinha acabado de acontecer - então venham para continuarem a aula - o prof saiu e Tom e Sofia seguiram-no, mas Tom parou sofia antes de entrarem no pavilhão
Tom - porque não me tratas sempre como me tratas-te ali dentro? - perguntou agarrando-a por um braço
Sofia - e tu, porque não me tratas como me tratas-te ali dentro? - fez a mesma pergunta
Tom - porque...
prof - Tom, Sofia - gritou, eles foram para o campo fazer o resto da aula, Tom sobre o olhar atento e curioso de Bill, que sabia que algo tinha acontecido, pois o sorriso desfarçado de Tom o dizia, já Diana estava curiosa por saber tudo o que tinha acontecido naquele balneario.
Diana e Bill trocabam olhares, mas Sofia e Tom estavam a dar-se maravilhosamnete naquela aula, trocavam olhares intensos. a aula acabou e com esta acabou as aulas por este dia, Diana foi almoçar a casa de Sofia que lhe contou tudo o que tinha acontecido naquele balneario, depois foi para casa estudar, estava no quarto a estudar quando a campainha toca, levantou-se e foi abrir
Diana - Bill? - olhou-o confusa
Bill - olá! - sorriu
Diana - que fazes aqui? - perguntou
Bill - eu disse que de tarde queria falar contigo, lembraste?
Diana - ah sim lembro! entra - diana fechou a porta - podes subir, vamos para o meu quarto! - subiram e entraram no quarto de Diana, ela sentou-se num puff que tinha junto à janela e Bill sentou-se no outro, Bill olhava-a enquanto ela apreciava o por do sol.
Bill - porque me ivitas?? - perguntou
Diana - eu já te disse que não te evito!...que paranoia Bill.
Bill - paranoia?? é verdade desde aquela tarde nunca mais falamos... - diana olhou-o
Diana - bill não sei se reparaste mas nós nunca falamos muito, aliás nunca falavamos.
Bill - oh...está bem, mas tu sabes bem porquê!
Diana - Sei?? por causa da Alexandra?? eu devia comer-te um bocado.., -disse já um pouco irritada
Bill - oh não, ou se calhar sim - sorriu - mas nunca tive oportunidade de falar contigo!
Diana - está bem Bill... eu também nunca me esforcei para falar contigo...admito - voltou a olhar o horizonte
Bill - então e o que é que aquela tarde significou para ti? - perguntou também olhando o horizonte
Diana - queres que seja sincera?? - encarou-o
Bill - Sim!
Diana - significou muito, mas muito mesmo. aconteceu aquilo que eu queria que acontece-se desde o dia que te conheci, mas o que queres que te diga?? que quero andar contigo?? - perguntou
Bill - não sei...talvez!
Diana - não sei Bill, a serio que não sei. eu amo-te mas não vou andar contigo porque tenho essa oportunidade... tu acabaste à dias com a Alexandra ainda deves sentir algo por ela...- ele interrompeu
Bill - isso não é verdade, eu não gosto da Alexandra desde o dia que entras-te na minha turma e que sorris-te para a turma toda. - conclui
Diana - e isso mudou algima coisa?? continuaste a andar com a Alexandra e a Diana que fosse sonhando com o Bill, pois não passaria de sonhos.
Bill - mas agora eu quero realizar esses sonhos e tu não queres, porquê??
Diana - não é facil Bill, não quero tornar-me no centro das atenções por namorar com um dos "gajos mais famosos da escola", não quero ser olhada de lado.
Bill - deixa o que os outros pensam de lado... eu gosto de ti. e tu também gostas de mim...
Diana - não sei mesmo Bill! Não quero andar contigo assim, talvez esperar mais algum tempo e então depois namorar contigo, agora não...desculpa. -disse baixando a cabeça ele pos-se de joelhos e levantou a cabeça dela e beijou-a e correspondeu
Bill - ok eu percebo! amo-te e vou esperar o tempo que for preciso! - disse Diana beijou-o mais uma vez e acabaram por passar a tarde a curtir, há noite Bill regressou a casa e reparou que Tom dormia no sofá.....E mais um dia acabou..como será o proximo dia??

COMENTEM!!

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

domingo, 11 de janeiro de 2009

Mais um ano lectivo!- 6º cap.

Mais um capitulo dá fic!!!

este é para a Loucaportom...bjs





6º Capitulo (19 de Setembro)

A Diana estava no norte enquanto que Sofia estava sozinha em casa. Sofia acaba de acordar com o toque da campainha, não teve tempo para se vestir e teve que ir abrir a porta em trajes menores já que não estava mais ninguém em casa. Para seu espanto, quando abriu a porta encontrou o seu pior inimigo, acompanhado pelo Bill.
Sofia: Tu aqui? – Disse para Tom enquanto abria a porta.
Bill: desculpa vir sem avisar mas eu queria falar com a Diana.
Sofia: ela não esta aqui, foi para o norte. Estas a olhar para onde? Nunca vis-te? - Perguntou a Tom que a olhava profundamente.
Tom: … - não respondeu apenas mudou a direcção do olhar.
Bill: oh ok…precisava mesmo de falar com ela.
Sofia: pois.
Tom: então vamos embora. Tenho a mariana á minha espera.
Bill: pois a marina… - revirou os olhos.
Sofia: querem tomar alguma coisa?
Tom sorriu.
Tom: dás-me qualquer coisa? – Provocou.
Sofia: sim. Entrem – Sofia tentava fazer de tudo para ele não ir ter com Mariana.
Eles entraram e Tom não tirava os olhos de Sofia.
Tom: onde é a casa de banho? Perguntou.
Sofia: no andar de cima, sobes e é a ultima porta do lado direito.
Tom subiu entrou na última porta á esquerda, reparando que era o quarto de Sofia e aproximou-se da cama deitando-se nela.
Enquanto Bill e Sofia falavam na sala.
Bill: a Diana falou-te alguma coisa sobre…
Sofia: não. – Mentiu.
Bill: pois. – Ficou com uma carinha triste.
Sofia: o teu irmão perdeu-se.
Bill: é melhor ires ver que é que ele anda a fazer.
Sofia: vai lá tu.
Bill: a casa é tua. E depois corremos o risco de eu me perder também.
Sofia: ok… subiu as escadas. – Que é que lhe aconteceria – foi directa á casa de banho mas ele não estava lá. Então entrou no seu quarto reparando que ele estava a dormir na sua cama.
Sofia: tão lindo, que fofo.
Tom: ai sou? – Pensou
Sofia: bem é melhor acorda-lo.
Tom: ou não. – Pensou.
Sofia aproximou-se de Tom e chamou-o mas ele não respondeu. Então ela abanou-o e ele puxou-a para cima dele.
O olhar dos dois aproximou-se, o mesmo aconteceu com os seus lábios que acabaram por colidir. Tom rapidamente parou e saiu debaixo dela.
Tom: estavas a gostar mas vamos ter que ficar por aqui.
Sofia: a gostar? Achas mesmo que eu gostei do teu beijo? Preferia beijar um sapo.
Tom: vais negar que gostas-te? Diz lá eu beijo bem. Queres mais não queres? - Tom aproximou-se de Sofia que ainda permanecia na cama e quase a beijou mas afastou-se.
Sofia: acho que nunca beijei alguém que beijasse tão mal.
Tom: dizes isso mas o teu coração pede para que eu te beije outra vez ou não?
Sofia: sai do meu quarto imediatamente. – Tom aproximou-se novamente e encostou os seus lábios nos dela, mas não a beijou enquanto que ela estava com vontade de o puxar para ela de lhe dar um enorme beijo e quem sabe mais que isso.
Tom: ah já me esquecia, tenho que me ir embora, desculpa, tenho que acabar o serviço noutra altura. – Tom saiu do quarto e Sofia foi atrás dele e beijou-o encaminhando-o para o seu quarto. Deitaram-se na cama entre beijos, enquanto tiravam as suas roupas.
Tom: então não querias que me fosse embora?
Sofia: cala-te. – Disse e de seguida beijou-o. Enquanto isto Bill esperava na sala acabando por adormecer deitado no sofá.
Passou uma hora e Sofia acordou, enquanto que Tom dormia profundamente, ficou a olhar algum tempo para ele mas lembrou-se do Bill, desceu e ele também dormia era quase noite, os seus pais deviam estar quase a chegar, ela tinha que os tirar dali então resolveu acordar o Bill.
Sofia: Bill, Bill, acorda.
Bill: ah? O Tom?
Sofia: esta lá em cima a dormir já o vou chamar.
Bill: porque demoraram tanto? – Sofia sorriu.
Sofia: uma longa história, agora têm que ir embora antes que os meus pais cheguem.
Bill: então vai chamar o meu irmão, mas não demores tanto tempo.
Sofia: ok. – Sofia foi chama-lo, quando lá chegou ele já se estava a vestir.
Tom: porque fugis-te de mim?
Sofia: eu não fugi apenas fui ver do teu irmão.
Tom: não, porque é que me tratavas sempre mal?
Sofia: não é por isto ter acontecido que vai mudar alguma coisa.
Tom: á uma hora atrás não dizias o mesmo.
Sofia: isto foi um erro, nunca devia ter acontecido.
Tom: podes-me explicar porque?
Sofia: tu namoras.
Tom: e já paras-te para pensar que se isso me importasse minimamente isto não teria acontecido?
Sofia: pois vocês homens são todos iguais.
Tom: olha-me nos olhos e diz-me que não sentis-te nada. – Disse enquanto a agarrava.
Sofia desviou o olhar.
Sofia: o teu irmão está lá em baixo á espera, tens que ir embora antes que os meus pais cheguem.
Tom saiu disparado, quando Sofia chegou á sala apenas lá estava o Bill.
Bill: que se passou?
Sofia: nada, esta tudo bem.
Bill: bem, é melhor ir andando, xau, obrigada por tudo.
Sofia: volta cá sempre que precisares.Bill saiu e ela foi para o quarto, enquanto pensava no que aconteceu acabou por adormecer

domingo, 4 de janeiro de 2009

A Carta!

Não é mais um capitulo da fic, já que ainda não está acabado!! mas sim uma one shot!!

bjs



A Carta!



(está triste...oh)



Ele estava sentada na sua cadeira giratória, que tantas vezes serviu para ele “brincar “ quando estava feliz, rodopiava como uma criança, vezes sem conta, mas desta vez estava quieto, somente mexia o seu braço direito que estava pousado sobre a secretária, já que estava a escrever uma carta de despedia, para aquela que ele amou verdadeira mente, nunca amara ninguém assim, quero dizer, nunca tinha amado ninguém, os únicos sentimentos que ele sentira por alguma rapariga, até a conhecer, eram único e exclusivamente atracção física.
Química, sentia ele por muitas raparigas com umas boas curvas, pelas quais ele se deliciava só de imaginar em perder-se nelas, por um belo e vantajoso peito, e claro por uma cara bonita. A rapariga que possuí-se tudo isto era a escolhida, para aquela noite, entre muitas outras que o assediavam continuamente, coisa que ele não se importava, mas nem todas tinham sorte. Foi numa dessas noites de loucura que ele encontrou o seu verdadeiro amor, mas não foi fácil a conquista, ela não era daqueles que dava tudo para ter uma noite com o Tom Kaulitz, o tão afamado sexgott, aliás nem gostava da fama que ele tinha. Ele arrependeu-se tanto do que tinha feito, sempre dissera que nunca se iria arrepender do que fazia, mas naquela altura arrependia-se a cada minuto que passava, só queria recuar no tempo e apagar a imagem que tinha transmitido, como odiava essa imagem, que toda a gente tinha dele, antes orgulhava-se disso mas agora, essa imagem, não o deixava ser feliz com AQUELA pessoa.
À medida que o tempo foi passando ele estava cada vez mais próximo dela, até que um dia começaram a namorar, ela finalmente tinha-se rendido aos seus encantos e esquecido a sua imagem, de sexgott, para sempre. Eram muito felizes os dois, ele tinha deixado para sempre as aventuras de uma noite e estava agora preso a uma única pessoa, coisa que ele antes dissera ser impossível, que não acreditava que alguém fica-se preso a alguém para sempre, mas era o que estava a acontecer, estava preso a este verdadeiro amor.
Mas como tudo não dura para sempre, a sua felicidade acabou no dia em que ela saíra para ir ao shopping e morrera num brutalíssimo acidente, que pôs fim à sua vida, ali numa passadeira, no centro de Berlim. Os media acompanharam tudo até ao enfumo pormenor, o que lhe causava mais raiva e tristeza dentro de si, apesar de ter o irmão, a sua verdadeira alma gémea, os amigos e os familiares, ali a ajudá-lo e a dar-lhe todo o apoio incondicionalmente, ele sentia um vazio tão grande dentro de si, que o matava aos poucos e o mudara por completo, já não era aquela pessoa alegre, sempre pronto a pregar partidas aos seus amigos, não sorria, não saía, estava cada vez mais magro, passava os dias fechado no quarto a tocar a música que ela mais adorava “Love Is Dead”. E este era mais um daqueles dias, em que tocava a música, quando o seu irmão gémeo lhe bateu à porta, ele parou de tocar e respondeu num leve murmúrio – Entra! - Ele sabia perfeitamente quem era, conhecia o seu tocar de porta, a porta abriu-se e por de trás dela surge o seu irmão, muito diferente do que era, pois também ele tinha mudado, com o sofrimento do irmão, já não pintava as unhas e não usava maquilhagem a mais de 1 mês, o seu cabelo andava sempre para baixo e também ele tinha emagrecido, entrou no quarto e fechou a portam Tom olhava-o, Bill juntou-se a ele, sentando-se na cama, o primeiro apenas o olhava.
Bill – Pára com isto! – Suplicou, os seus olhos estavam baços, por causa das lágrimas que se formavam.
Tom – Quem me dera, não estar a sofrer tanto… Quem me dera que nenhuma das pessoas que amo estivesse a ver o meu fim, que não sofresse por mim…Quem me dera que tu não estivesses assim por mim, custa-me tanto ver-vos assim por mim…-dizia com breves pausas, Bill ouvia-o com as lágrimas a deslizarem-lhe pela face sem pedirem permissão. - Ela não merecia isto, não merecia… Era para esta merda que toda a gente me dizia que eu me devia apaixonar?? Para mais tarde a perder e sofrer e fazer sofrer os outros…ERA????- Dizia revoltado, nunca tinha desabafado com ninguém, tinha tudo guardado dentro de si, tinha um nó na garganta que o sufocava, as lágrimas escorriam-lhe pela face continuamente, enquanto ele olhava o chão. - Eu nunca devia ter-me apaixonado, NUNCA!!!!- disse com rancor na voz – eu não mereço o que tu estás a passar por minha causa Bill, não mereço, devias ser feliz e não estares preocupado com um gajo que nem a namorada esquece…que…que vive com a ideia que tudo aquilo foi um sonho e um dia irá acordar…mas é otário, parvo e burro pois ela nunca mais aparecerá, mas ele quer continuar a acreditar nisso, arrastando-se para o fundo do poço e levando todos consigo…- Bill olhava-o tinha vontade de o calar mas não o iria fazer, queria que o irmão deita-se tudo para cá para fora – não dizes nada??- perguntou olhando o irmão, Bill apenas abriu os braços e Tom atirou-se para o irmão, chorando os dois, Bill acarinhava Tom como que este fosse uma criança, e o segundo sentia-se protegido nos braços do irmão.
Bill – já tentas-te…- foram as primeiras palavras ditas em longos minutos de silêncio e de choro, Tom continuou a frase
Tom – Despedir-me dela? – Disse sem se mover
Bill – Sim…já? -insistiu
Tom – Não. – Disse com a voz a fraquejar
Bill – Devias fazê-lo! – Acrescentou
Tom – Eu sei…e é isso que vou fazer! – Disse afastando-se dos braços acolhedores do irmão, este olhou-o – Vou escrever uma carta de despedida! – Bill continuava a olha-lo – É coisa de gaja eu sei mas é a única forma! – Conclui, Bill apenas assentiu com a cabeça e saiu do quarto deixando-o a escrever a carta.
Tom arranjou papel e caneta e começou a escrever a carta:



“Não se acaba um amor dizendo um simples adeus, não sei se partis-te por azar ou se o destino escreveu assim. Quanto menos te tenho mais me lembro de ti, desde a ultima vez que te vi que jurei que não te ia esquecer nunca mais, pois estas sempre em meu pensamento. Porque é que o amor é cruel e me faz chorar? As lembranças que tenho de ti fazem o meu coração chorar sem saber quando vai parar, pois ele só para quando te vê e isso já não acontece. Até mesmo o por do sol não é igual quando estas longe de mim e a seguir a um dia longo vêm uma noite sem fim. Quanto tempo vai passar ate eu te voltar a ver? Na última vez estivemos tão pouco tempos juntos.
Uma vez aprendi que pequenas coisas podem não ter valor mas é de essas pequenas coisas que se faz um grande amor. E quando chove até parece que nunca mais vai parar, só um sorriso teu vai fazer o sol voltar a brilhar, mas por enquanto a chuva cai e esta saudade não acaba. Às vezes é melhor deixar o passado e acreditar que um novo presente vai chegar talvez o futuro se encarregue de me explicar porque sofro tanto? Talvez a resposta seja obvia e mais simples do que penso, pois acho que só existe uma explicação para o meu sofrimento: TU, todas as noites sem dormir e todos os dias a pensar quando voltaremos a estar juntos.
Quando me lembro os tempos que passamos juntos, parece que o tempo para e não avança e que o meu sofrimento aumenta a cada dia que passa. Já te tentei esquecer mas não consegui, as lembranças acompanham-me e as saudades não saem do meu coração, queria poder estar junto a ti para poder ser eternamente feliz….
Acho que está na hora de acabar com o meu sofrimento e das pessoas que eu amo. Ando nisto a meses, mais concreto, à 4 meses, faz hoje 4 meses que tu partiste e deixaste-me aqui a sofrer e a fazer sofrer os outros, os Tokio Hotel estão parados, as fãs perceberam o porquê e têm apoiado imenso, mas não ocupam a falta que me fazes, nada ocupa o enorme vazio que trago comigo.
Por querer acabar com este sofrimento e com esta dor escrevo esta carta de despedida. A vida é irónica, toda a gente a dizer-me para me apaixonar e eu sempre dizendo que nunca iria acontecer, e agora eles dizem ou pensam que isso nunca devia ter acontecido. Não me arrependo que isso tenha acontecido e ainda bem que aconteceu, descobri o que é o amor, apesar de as consequências estarem a ser muito dolorosas, fui feliz contigo durante os 2 melhores anos da minha vida. Obrigada por todos os minutos felizes que me destes, foram muitos, cresci contigo, assentei de vez. Como já disse queria estar junto de ti para ser eternamente feliz, mas não sou capaz de deixar a pessoa que eu mais amo neste e no outro mundo, o Bill, aquele que tu admiravas e eu tinha ciúmes por isso, aquele que era o irmão que tu nunca tiveste, aquele eu amo e nunca vou deixar de amar, aquele que está sempre do meu lado, sempre, incondicionalmente, e é por ele e não só, mas principalmente por ele que eu escrevo esta carta, para acabar com todo o sofrimento…esta carta é para e por as pessoas que eu mais amo, Bill e Shara.

Ich Liebe Dich Shara
Ich Liebe Dich Bill

Tom Kaulitz! “






Tom terminou a carta, releu-a novamente, meteu-a dentro de um envelope pousando-o em cima da secretária, foi tomar banho, vestiu a sua melhor roupa, a tanto tempo que não se vestia todo arrojado, pois andava sempre com cores pretas e o boné nunca combinava com a roupa, o que antes nunca acontecia. Pegou no envelope, nas chaves do seu carro que não usara à quase quatro meses, saiu dirigindo-se à praia, lá deitou o envelope ao mar, e ficou a observa-lo, em poucos segundos o envelope desaparecera, parecia que o mar estava à espera dele. Tom virou costas com uma novo pensamento e um sorriso na cara, aquele sorriso que tanto o denunciava……………
FIM

P.S- esta fic é da Daniela. Nós colocamos a foto, em cada one shot, que achamos mais adquada, ao tema da OS.

sábado, 3 de janeiro de 2009

Mais um ano lectivo!- 5º cap.

Agora mais um capitulo da Fic Mais um ano lectivo!

5º Capitulo (18 de Setembro)

Era hoje sexta-feira, finalmente o último dia da semana, e a chegada do tão esperado fim-de-semana. Chegaram os manos Kaulitz, estavam calmos, já resolveram os problemas. Sentaram-se num banco do corredor, chegou a Sofia, vinha com umas calças de ganga normal mas muito justas ao corpo com uma camisola vermelha e um colete de ganga. E para terminar uns sapatos de salto alto, o Tom ficou pasmado a olhar.
Tom: jesuus…- disse olhando Sofia
Bill: estas a ouvir o que eu estou a dizer?
Este não lhe respondeu e permaneceu a olhar para Sofia. Bill levantou-se e foi perguntar por Diana a Sofia. Tom levantou-se.
Tom: então foi com ela que passas-te a tarde de ontem… por isso é que me desligas-te o telemóvel estavas demasiado ocupado sabes se lá a fazer o que…
Bill: estas a falar do que?
Tom: sabes muito bem.
Bill: desculpa?
Tom: desculpa? Achas que algum dia te vou desculpar? Nunca mais te vou perdoar.
Bill: pois não vais porque eu não te fiz nada.
Tom: trais-te a minha confiança.
Bill: ai sim em que?
Tom: nunca pensei que essa cabra fosse com todos.
Sofia: estas a chamar cabra a quem? Espero bem que não seja para mim.
Tom: estas a ver aqui mais alguma puta?
Sofia: vais engolir os dentes e não falta muito.
Tom: custa ouvir as verdades não é sua porca.
Sofia deu um estalo a Tom.
Sofia: não me conheces de lado nenhum para falar assim para mim.
Tom: isto não vai ficar assim.
Sofia: vais-me bater?
Tom: pensas que não sou homem para isso.
Sofia: bate então… bate. Então perdes-te a coragem?
Tom não lhe respondeu, entrou Diana na escola e também entrou Mariana a atrás.
Diana: que se passa?
Bill: o Tom passou-se e esta a dizer que foi com a Sofia que eu passei a tarde de ontem
Diana: Foi comigo que ele esteve ontem toda a tarde.
Tom olhou para Sofia e para o irmão, pegou nas coisas dele e saiu da escola.
Mariana: Bill? Então tu deixas-te a minha amiga para estar com esta porca?
Bill saiu da escola a correr.
Diana: vê la a quem chamas porca
Mariana: a ti. Porque?
Diana: marca uma consulta no dentista.
Mariana: porque?
Diana: por isto. -Deu-lhe um murro – já o andavas a pedir á muito, Sofia vamos?
Sofia: sim. – Tocou para a primeira aula
Diana: onde é que eles estarão?
Sofia: não sei mas espero que depois disto o Tom se interne no manicómio
Diana: estou preocupada com o Bill.
Sofia: ele deve estar bem, embora que com a companhia do irmão não deve estar muito seguro ainda lhe dá mais um ataque daqueles.
Diana: não sejas parva.
Sofia: é verdade com isto ainda não me contas-te como correu a tarde de ontem.
Diana: lá fora.
Sofia: ok.
Entretanto Bill falava com Tom.
Bill: porque fizes-te aquilo?
Tom: não sei.
Bill: gostas da Mariana?
Demorou a responder.
Tom: acho que sim.
Bill: achas não tens a certeza?
Tom: não sei.
Bill: que sentes pela Sofia?
Tom: não sei só a conheço á uma semana.
Bill: que sentes quando estas perto dela?
Tom: não sei.
Bill: se não gostasses dela a bocado não tinhas reagido assim
Tom: eu não quero saber dela.
Bill: pois não só fizes-te aquela cena de ciúmes porque te apeteceu.
Tom: não foi nenhuma cena de ciúmes.
Bill: pois não. Vamos para as aulas?
Tom: não me apetece, vai tu.
Bill: e tu vais para onde?
Tom: dar uma volta por ai não te preocupes
Bill: ok. Então vou para aulas.
Tom foi para o carro e Bill entrou na escola. O setor já devia estar na aula. Bateu á porta.
Fausto: sim?
Bill: posso?
Fausto: sim entre, qual o motivo do atraso?
Bill: Tive uns problemas com o meu irmão.
Fausto: e onde é que ele está?
Bill: não sei.
Fausto: entre sente-se cale-se e abra o livro na página 20, vamos começar a ler o texto
Bill: ok.
Finalmente tinha acabado aquela aula, onde andaria o Tom? Saíram da aula e Bill tentava falar com a Diana mas não conseguia parecia que tinha os pés presos ao chão.
Sofia: ainda bem que esta aula já acabou, foi alta seca.
Diana: pois foi.
Sofia: ficas-te de me contar o que se passou ontem.
Diana: onde andará o Tom?
Sofia: não mudes de assunto.
Diana: apenas estou preocupada.
Sofia: pois e porque não perguntas ao Bill é irmão dele deve saber e aliás ele esta sozinho, parece um cãozinho abandonado, olha para aquele olhar!!!
Diana: vou ao bar vens?
Sofia: lá estás tu. Passou-se alguma coisa ontem que eu deva saber?
Diana: não, não se passou nada de importante… quer dizer…
Sofia: sim?
Diana: nada, nada… estava a pensar alto…
Sofia: conta ai.
Diana: ok eu conto…
Sofia: estou a espera…
Diana: então quando saímos de tua casa fomos comprar um gelado e fomos para a praia quando…
Diana contou aquele episódio que já mais sairia da sua memória.
Sofia: ainda não acredito que foram apanhados
Diana: não imaginas a vergonha.
Sofia: e agora namoram?
Diana: não. Achas?
Sofia: porque não?
Diana: porque sim, agora vamos mudar de assunto porque ele esta ali e não quero que perceba que estamos a falar dele.
Sofia: ok.
Diana: que vais fazer neste fim-de-semana?
Sofia: ainda não sei!!!
Diana: eu vou para o norte…
Sofia: pois… este fim-de-semana vou ficar por casa…
Diana: podes sempre ficar com o Tom…
Sofia: que? Achas claro que não…
Tocou para a próxima aula, história.
Diana: ya… vamos para aulas.
Sofia: eu não quero ver o Tom á frente tão cedo,
Sofia choca contra alguém enquanto Diana se ri como uma perdida…
Tom: não sabes ver por onde andas?
Sofia: isso pergunto eu…
Tom não lhe respondeu e dirigiu-se para a sala, entrou e sentou-se… Sofia permaneceu em silencio, enquanto Diana se ria…
Diana: então não o querias ver mas afinal….
Sofia entrou na sala o lugar dela era a beira do Tom lá tinha que ser, antes de se sentar olhou para ele e os seus olhares por acaso trocaram-se…a setora entrou na sala.
Prof.: meninos sentem-se.
Sofia teve que se sentar…junto ao Tom… a aula começou… e rapidamente acabou…
Por hoje tinham acabado as aulas, era fim de semana, como irá ser?

O Primeiro e Unico Amor!!!

A One Shot Estou farta de discussões, é da Daniela, tinhamo-nos esquecido de referir isso no outro post...lol
Agora a One Shot....da Silvia
O Primeiro e Unico Amor!!!
(lindos)



Era uma tarde de Verão, ele saíra de casa com o pensamento distante uma conversa com o seu irmão fez com que ele percebesse que a vida era mais do que ele vivia, recordava assim todas as noites perdidas, mas eram aquelas noites que o faziam feliz, se algum dia se entregasse por completo a alguém certamente se iria sentir vazio por dentro, como escolher a mulher certa? Se todas as noites estava com uma diferente e mais maravilhosa que a anterior? Como escolher entre uma loira e uma morena são ambas bonitas.
Tom sentia-se confuso com o que Bill lhe tinha dito, “ …um dia encontrarás uma mulher que te preencha mas para isso tens que te esforçar.” Que quereria ele dizer com isso? Tom foi até á praia, sitio que cada vez que se sentia em baixo visitava. Deitou-se na areia…
Saiu do mar, sentou-se e começaram a chegar muitas mas muitas mulheres umas mais lindas que as outras, começaram a dançar para ele e iam-lhe tirando a roupa ele dizia para elas pararem mas quanto mais falava elas pior faziam… acordou finalmente daquele pesadelo. Foi para casa, o seu irmão, certamente já estava a dormir deitou-se acabando por adormecer. Então num dos seus sonhos apareceu uma mulher loira, alta devido aos sapatos altos, linda mas logo desapareceu, começou então a sonhar que ia na estrada e de repente apareceu um vulto onde ele bateu Tom parou e á volta apareceram várias pessoas, saiu então do carro e reparou que tinha atropelado uma rapariga linda (a mesma de a pouco) chamou então a ambulância que apareceu poucos minutos depois. Então acordou com o seu irmão a chama-lo para irem para o ensaio mas faltava o Georg que entretanto ligara para algum dos três o ir buscar Tom ofereceu-se. Conduzia distraído acabando por passar um semáforo vermelho e chocou com um carro, por sorte não foi nada, Tom lembrava-se daquele rosto de algum lado, até que descobriu de onde, o sonho da noite anterior…
Finalmente chegou a casa com o Georg para ensaiarem. Tom não se conseguia concentrar nunca mais a iria voltar a ver a não ser que sonhasse novamente com ela, finalmente acabou os ensaios Tom deitou-se no sofá, esperava adormecer para a voltar a ver mais uma vez, adormeceu finalmente mas quando voltou a acordar não a vira, que desilusão.
Foram passando dias, meses, até que a voltou a ver nos seus sonhos seria algum sinal? Certo dia o seu irmão disse-lhe que tinha que lhe apresentar a sua nova namorada, Tom ficou feliz, depois de tanto tempo o irmão já merecia encontrar alguém que o amasse verdadeiramente tal como ele a amara certamente. O encontro para conhecer a sua nova cunhada era num bar, pelo caminho Tom estava feliz pois o seu irmão também estava, mas quando chegaram á entrada do bar Tom sentiu alguma coisa de estranho do lado esquerdo do seu peito, mas rapidamente encontrou a solução, tinha tido uma má experiência nesse mesmo bar á uns tempos atrás, talvez fosse isso, ou não. Entraram e Tom reparou que a sua nova cunhada era a sua princesa, a mesma que aparecia nos seus sonhos, a mesma a quem bateu á uns meses atrás, sentiu uma enorme dor no peito e uma grande vontade de chorar, agora não de felicidade mas sim de tristeza, mas lá se conseguiu controlar e agir como se nada se passasse então sorriu mas Bill percebeu que alguma coisa estava errada com o seu irmão gémeo. Finalmente o encontro acabara e Tom foi para casa sentindo-se cada vez pior mas desta vez não podia falar com o irmão pois não queria ferir os seus sentimentos já que ele agora estava feliz, mas o que fazer nesta situação? Tom só via uma solução sofrer ele para que a pessoa que mais ama no mundo ficasse feliz.
Pela primeira vez Tom estava apaixonado e todos os dias descobria formas diferentes de amar, nunca se tinha sentido assim, todas as noites sonhava com ela mas quando estava na parte melhor dos sonhos aparecia o seu irmão. Passaria Bill de seu maior aliado a seu maior inimigo? Não existiam respostas para todas as suas perguntas.
Tom sabia que tinha que a esquecer mas acontecia o contrário cada dia a amava mais, Tom estava-se a desfazer por dentro, sentia que a sua razão de viver tinha acabado. Era impossível continuar a viver, por um lado sentia que estava a trair o irmão, e ai sentia o grande amor que sente por ele, este devia ser mais forte que tudo mas cada vez que os via juntos sentia que estava a ser traído pelo seu próprio irmão, mas este não tinha culpa nenhuma pois não sabia do que se passava.
Certo dia de amanha desceu as escadas e viu o seu irmão a dormir no sofá com ela, então ai o seu coração bateu mais forte e quase saiu do sitio, Tom apenas teve uma reacção subir novamente as escadas e ficar no seu quarto para que eles não desconfiassem de nada. Mas não consegui teve que descer para confirmar que ela nunca seria sua na realidade apenas em seus sonhos. Quando chegou á sala ela estava sozinha, ela sorriu e Tom retribuiu o sorriso.
Nesta mesma noite Tom foi até ao seu sítio preferido, a praia, ai teve uma surpresa, a namorada do seu irmão, Yasmin, também lá estava, aproximou-se dele e apenas o beijou, com um beijo apaixonado como se o deseja-se desde á muito. Acabaram por se envolver, quando acordou Tom arrependeu-se pois tinha traído o seu irmão, mas tinha passado a melhor noite da sua vida. Yasmin convidou-o para saírem juntos mais uma noite, Tom tentou resistir mas não conseguiu, como iria ele encarar o irmão? Fingindo que nada se passara. Bill passado alguns dias teve que ser internado no hospital devido ao aparecimento de uma doença grave, Tom passava dias e noite com ele mas houve uma que não passou, era a noite que ia estar novamente com a Yasmin, esta que no fundo amava os dois gémeos, pois passava ela também muitas horas dos seus dias a acompanhar Bill no hospital. Tom saiu para o encontro e sentiu uma coisa estranha como um palpite que alguma coisa de mau ia acontecer nessa noite, mas quando chegou esqueceu tudo isso, acabando por beber de mais, já era tarde, mas Tom e Yasmin estavam tão animados que nem repararam nas hora, até que um telefonema interrompeu os seus momentos de felicidade, Tom recebeu um telefonema do hospital, tal dizia que Bill tinha tido um ataque e queria ver o irmão e a namorada estes saíram do bar com pressa, mas os seus destinos acabaram na estrada, dizem os presentes, que ele ia a grande velocidade, tinha sido uma noite longa bebera demais e o sono acabou por aparecer, então acabou por perder o controlo do carro e o drama aconteceu, foi contra um camião, um acidente mortal, morreram os dois sem verem uma ultima vez Bill, quando a noticia chegou ao hospital Bill que tanto sofria e nunca mais veria o seu irmão acabou por morrer.
FIM

Estou Cansada De Discussões!!

Estou Cansada De Discussões!!

- Estou cansada de discussões…-dizia ela gritando com ele
-Eu também, pensas que para mim é facil, discutir todos os dias? - Dizia ele não a encarando.
-Então porque o fazes??Estou farta, farta de todo.- olhou-o nos olhos ele estava quase a chorar e ela também, todos os dias era a mesma coisa, já tinha passado um ano desde que estavam juntos, eram felizes até à bem pouco tempo, mas agora discutiam constantemente, não havia um dia em que não discutissem. Não sabiam o porquê das discuções, discutiam por tudo e por nada.
Gostavam um do outro, disso tinham a certeza, mas o facto de o tempo ser pouco para estarem juntos estava a deixa-los distantes um do outro.Ele quase que não tinha tempo para ela por causa da banda, dos concertos, das festas, às quais ela fazia de todo para não ir,programas televisivos, intrevistas, a gravação do novo CD. Os tempos livres dele não coincidiam com os dela, poucos eram os fim-de- semanas que passavam juntos, praticamente só estavam juntos à noite e aí começavam a discutir.
- Olha, vou dar uma volta, antes que faça ou diga coisas que mais tarde me venha a arrepender! - Disse com as lágrimas nos olhos, pegou no casaco e nas chaves e saiu, batendo cuidadosamente com a porta a tras de si. Ela nem lhe respondeu, sentou-se no sofá, agarrando uma almofada com toda a força que tinha, chorava, um choro incontrolável e impulsivo, chorava aquilo que não tinha chorado à frente dele e/ou quando ele estava por perto, pois quando ele estava ela chorava em silêncio, tal como ele. Sofriam muito por estarem assim, sofriam ainda mais por sofrerem em silêncio.enquanto ela ficou alí no sofá a chorar com todas as suas forças, ele foi passear pelo jardim que havia no centro da cidade, foi a pé, pois sabia que não estava em condições para conduzir e que o ar da noite lhe iria fazer bem, levava os oculos de sol que lhe tapavam a cara e um gorro que lhe tapava o cabelo. As lágrimas caíam-lhe pela cara sem pedirem permição, estava tão confuso e pensava- Porquê??Porque discutimos tanto?? Qual o motivo? - Eram 3 das muitas perguntas que pairavam na sua cabeça, andava pela rua que o iria levar até ao jardim, sentiu frio e vestiu o casaco, pouco tempo depois estava no jardim, sentou-se no primeiro banco que viu, olhava as estrelas e algumas lembranças assombraram-no……

Espera, não vás tão rápido…- dizia ele tentando alcança-la ela somente lhe sorria, o sorriso que ele tanto adorava. Ela parou junto a um repuxo, poucos segundos depois alcançou-a.
Apanhei-te. Tu corres muito! -disse ofegante, ela respondeu
Ao contrário de ti, que não corres nada! – Sorriu, ele puxou-a para si e beijaram-se apaixonadamente, no fim do beijo ele disse: Amo-te, sabias? Ela respondeu – Não… Eu também te amo muito! Nisto ele pegou-a ao colo e rodopiou…”


Quando voltou das suas recordações, reparou que no banco em frente estava um casal de namorados, que brincavam um com o outro e trocavam leves beijos muito apaixonados
Que inveja! – Pensou, aquele cenário fê-lo lembrar de como era até a pouco tempo, eles estavam sempre felizes, namoravam muito, brincavam e viviam num clima de paz. O que teria mudado tudo isto? Ele sabia que grande parte da culpa era sua, que não tinha estado mais presente, mas ela também sabia que isto seria assim, e não se opôs, aceitou, porque o amava. Será que já não amava? Ele não acreditava nisso, precisava de falar com alguém, neste momento precisava do seu irmão, da sua verdadeira alma gémea, mas tinha que guardar a conversa para amanhã, pois tinha a certeza que o irmão não estaria em casa e se estivesse estava ocupado. Sentiu frio, levantou-se e retomou o caminho que o trouxera até ali, não era muito tarde, 22 horas, entrou dentro de casa, abrindo e fechando a porta cuidadosamente, não queria que ela acorda-se. Entrou na sala e viu a televisão ligada, olhou em redor e viu que ela dormia calmamente no sofá, estava encolhida e agarrada a uma almofada molhada, das lágrimas, ele aproximou-se calmamente e pegou-a ao colo, levando-a para o seu quarto, tentando não a acordar, mas em vão ela acordou, mas não abriu os olhos, sabia tão bem estar envolvida por aqueles braços, sentia-se protegida, ele deitou-a na cama tirou-lhe os chinelos e cobriu-a, sentou-se junto a ela, começou a fazer-lhe festas na cabeça e a falar para ela, pensando que ela dormia.

- Porque nos está a acontecer isto? Tenho tantas saudades dos teus beijos, do teu sorriso terno, das tuas palavras carregadas de carinho e das nossas brincadeiras…porque é que agora passamos os dias a discutir, sem motivo? Pelo menos eu não sei qual é o motivo. - Dizia enquanto passava a sua mão pelos longos cabelos castanhos dela, ela ouvia aquelas palavras tinha vontade de chorar, mas não iria fazê-lo, queria beijá-lo naquele instante e dizer-lhe que o amava muito mas não o fez… ele levantou-se aconchegou-lhe a roupa e olhou-a uma ultima vez, com um olhar carinhoso e carregado de ternura, virou costas e dirigiu-se, sempre acompanhado pelo olhar dela, parou junta à porta olhou mais uma vez e saiu. Ela olhou o tecto e sorriu, tinha uma vontade enorme de ir ter com ele, mas não queria piorar ainda mais a situação. Ele foi dormir para o outro quarto, o de hospedes.

Deitou-se na cama, a cama era muito fria e ele só estava de boxers, era a primeira vez que dormia sozinho, no ultimo ano, apesar de ultimamente discutirem dormiam sempre juntos, mas ele hoje não a queria acordar, ao toca-la com o seu corpo gelado. Estava já habituado à companhia dela, e sentia-se só naquela cama enorme, que não aquecia nem por nada, tinha saudades da sua cama, mas principalmente da compainha. Andava às voltas na cama, na tentativa de aquece-la e acabar por adormecer, com tantas voltas pela cama acabou por adormecer, num sono profundo, não dormia assim há algum tempo, pois antes dormia um sono leve, já que tinha medo de a incomodar.
Ela acordou ao meio dia, em ponto, tinha dormido muito, mas sentia-se cansada, tinha os olhos inchados do choro da noite anterior. Levantou-se e foi até à cozinha, viu que a casa estava como a tinha deixado, com as persianas fechadas, a casa estava numa enorme escuridão, ligou a luz do corredor e da sala, desceu as escadas percorreu a enorme sala e finalmente entrou na cozinha, foi preparar o seu pequeno-almoço, cereais com leite, encostou-se ao balcão e abriu a persiana, a vista daquela janela dava para o seu enorme jardim, com a piscina ao centro, a esplanada, junto à mesma e lá ao fundo o mini-bar, era o jardim que ela sempre sonhou ter. Começou a comer os cereais calmamente, e a lembrar-se de alguns momentos passados naquele jardim…

“- Bill, Bill onde estás? – chamava-o junto à piscina, mas ele não lhe respondia
- Bill! – Voltou a chamar, mas mais uma vez, não lhe respondeu, queria pregar-lhe uma partida, ele estava escondido no mini-bar…ela parou de chamar e olhou para a piscina, grande como ela sempre quis ter, estava distraída a olhar para aquela água límpida quando é surpreendida por trás e atirada à água, mas com o susto agarra-o e ele vai junto, ao virem á superfície, sorriram e beijaram-se apaixonadamente…”
Abanou a cabeça, para que a lembrança voa-se dali e meteu mais uma colher de cereais à boca e murmurou – “éramos tão felizes!”.

- Pois éramos – disse ele encostado á porta da cozinha, ela assustou-se ao ouvi-lo, não estava à espera que ele aparecesse naquele momento, respondeu-lhe
- Estás em casa? - Tentava mudar de assunto, ele percebeu e sentiu-se um pouco triste por ela estar a mudar ao assunto, mas respondeu-lhe
- Sim. – Disse aproximando-se dela calmamente, ela não olhava para trás mas sentia-o a aproximar-se, ele estava muito perto ela ia tentar “fugir”, mas ele encurralou-a poisando as mãos no balcão, ela estava entre ele e o Bill. Não disseram nada, apenas contemplavam o jardim, ela sentia a respiração dele no seu pescoço, o que a estava a deixar louca, mas tentava resistir ao máximo. Ele encostou-se a ela, estava só de boxers, aproximou os seus lábios da orelha direita dela e disse
- Porque nos aconteceu isto? – Ela arrepiou-se ao ouvir aquelas palavras
- Não sei. Tu sabes? – Perguntou num tom calmo
- Não…tenho tantas saudades tuas. – Disse num murmúrio, que quase não se ouvia, ela nem lhe respondeu, virou-se calmamente e beijou-o, como nunca antes o tinha feito, aquele beijo envolvia todo o tipo de sentimento, como paixão, amor, saudade, ternura, carinho, desejo, acabaram aquele beijo, encostaram a testa, um no outro, olharam-se nos olhos e sorriram…




FIM